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Biblioteca Municipal de Grândola
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Rua Dr. José Pereira Barradas 7570-281 Grândola tlf:269450080 fax:269498666 biblioteca@cm-grandola.pt
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Cartaz de Cinema - Novembro

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Filme da Semana

Shoah; Sobibor, 14 de Outubro 1943, 16horas

um filme de

Claude Lanzmann


"CLAUDE LANZMANN nasceu  em Paris em 1925. Jornalista, resistente, realizador, intelectual amigo de Sartre e Beauvoir, disse em 1985 que matava «nazis com a sua câmara de filmar». A sua obra cinematográfica é o maior monumento que se pode erguer contra o esquecimento, uma obra admirável que permitiu mostrar e dizer o inconcebível, essencial para compreender o Holocausto.

SHOAH
Opus de nove horas de duração sobre o Holocausto e um dos maiores documentários de todos os tempos. Um filme contra o esquecimento e sobre o impensável: a morte de mais de seis milhões de judeus pelos Nazis. Realizado ao longo de doze anos, apresenta entrevistas feitas em 14 países com sobreviventes, testemunhas e criminosos. Sem recorrer a imagens de arquivo histórico, usa entrevistas que visam «reencarnar» a tragédia judaica, e visita os locais onde os crimes ocorreram. O filme nasceu da preocupação de Lanzmann com o facto de o genocídio perpetrado apenas 40 anos antes começar a ficar escondido nas brumas do tempo, uma atrocidade que começava a ser higienizada pela História.

SOBIBOR, 14 DE OUTUBRO 1943, 16 HORAS
O título do filme diz-nos o lugar, dia, mês, ano e hora da única revolta bem sucedida num campo de extermínio nazi na Polónia. 365 prisioneiros conseguiram escapar, mas apenas 47 sobreviveram às atrocidades da guerra. Claude Lanzmann conheceu Yehuda Lerner durante as filmagens de Shoah, em Jerusalém em 1979. Neste documentário, Lerner dá o seu testemunho ao realizador."

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quarta-feira, 30 de outubro de 2013
Exposição "Álvaro Cunhal 1913-2013" - 1 de Novembro - 18H00


Esta Exposição estará patente ao público de 1 a 16 de Novembro, no Auditório da Biblioteca Municipal.

Pode ser visitada no horário de funcionamento da Biblioteca.


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Livro da Semana

O gato comeu-te a língua?

de

Joana Rombert


«Estratégias, técnicas e conselhos para pais e educadores ajudarem as crianças no desenvolvimento da fala, da linguagem, da leitura e da escrita»

"A Maria tem três anos, compreende tudo mas quase não fala, será normal? O Francisco gagueja, o que posso fazer para ajudar? O Filipe não mastiga, usou chucha até muito tarde e agora fala à sopinha de massa. Acha que  me devo preocupar ou é só uma fase? O meu filho tem 6 anos e fala à «bebé»! A minha filha a falar troca o «r» pelo «l». Como posso ajudá-la a distinguir os sons? O Gonçalo chega a casa sempre rouco depois das aulas. Será normal? Nos ditados e cópias, o meu filho troca o «d» pelo «t», será disléxico? A Rita já está no quarto ano e continua a dar imensos erros ortográficos, acho que tem um problema...
O meu dia a dia como terapeuta da fala é passado, no hospital ou em consulta, a respondera estas e outras dúvidas e ansiedades dos pais. O tema da linguagem e da fala é, sem dúvida, um tema que nos preocupa a todos.
É pois preciso identificar os sinais de alerta, as dificuldades dos vossos filhos e atuar com estratégias próprias para cada caso. Este livro, amplamente ilustrado, pretende ser uma ferramenta prática de ajuda para pais, mas também para educadores e professores que se debatem com alguns destes problemas nas suas salas de aula.

SABIA QUE HÁ JOGOS PARA TRATAR A DISLEXIA?

É POSSÍVEL PROMOVER A COMUNICAÇÃO ENTRE PAIS E BEBÉS ATRAVÉS DE GESTOS SIMPLES.

É FUNDAMENTAL DIMINUIR A ANSIEDADE E FRUSTRAÇÃO DE UMA CRIANÇA QUE GAGUEJA. AS RIMAS E LENGALENGAS PODEM AJUDAR.

BASTA PROMOVER O DIÁLOGO ABERTO E AFETUOSO COM O SEU FILHO DURANTE 15 MINUTOS DIÁRIOS PARA AJUDAR DA LINGUAGEM.

SABIA QUE RESPIRAR PELO NARIZ E MASTIGAR ALIMENTOS DUROS MELHORA A FALA DO SEU FILHO?

CONHEÇA OS JOGOS QUE SE PODEM FAZER ENTRE PAIS E FILHOS PARA PROMOVER A LEITURA E A ESCRITA.

Neste livro começo por explicar o desenvolvimento da linguagem na criança que se inicia pelo choro, os gestos e a expressão facial. O que esperar em cada idade e em cada etapa e como os pais podem potenciar uma melhor comunicação. Abordo a compreensão e expressão verbal, problemas da audição que muitas vezes não são detetados, problemas de mastigação e respiração que podem levar a problemas de fala e linguagem. Questões como a imaturidade da fala, problemas de voz e as perturbações de aprendizagem na leitura e na escrita, como dislexia ou a disortografia que podem ter impacto no percurso escolar."

«INCLUI JOGOS E ESTRATÉGIAS PRÁTICAS, QUADROS EXPLICATIVOS COM AS ETAPAS DE DESENVOLVIMENTO. IDENTIFICA SINAIS DE ALERTA E RISCO»  

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terça-feira, 29 de outubro de 2013
Biblioteca Itinerante - Horário e Percurso - Novembro
A Pedra e o Caminho
Era uma vez uma bela e grande pedra que a água molhava durante largo tempo do ano. Depois de a água desaparecer, a pedra ficou a descoberto num lugar bastante alto, precisamente onde acabava um bosquezito cheio de sombra. Dali, ela dominava o caminho pedregoso que corria mais abaixo. Faziam-lhe companhia algumas frescas e aromáticas ervinhas salpicadas de flores.
Um dia, ao olhar para o caminho sobre o qual, para o tornar mais sólido, tinham atirado muitos calhaus, vieram-lhe desejos de se deixar cair em cima deles.
Assim pensando, a pedra mexeu-se e, rolando pela encosta abaixo, terminou a sua rápida corrida precisamente no meio dos calhaus cuja companhia tanto desejava.
Pelo caminho passava tudo: carros com rodas de ferro, cavalos ferrados, camponeses de botas cardadas, rebanhos, etc. Depressa a bela pedra ficou em apuros: um, golpeava-a, outro pisava-a, outro arrancava-lhe um pedacinho; às vezes, ficava suja de barro, outras emporcalhada pelo esterco dos animais.
Olhando para cima, para o sítio donde tinha vindo, a pedra suspirava, chorando por ter perdido aquela solidão e desejando, mas em vão, a paz tranquila de que, então, gozava.
Esta fábula dirige-se aos do campo, onde podem viver em paz, no silêncio e na verdura da paisagem, vêm cegamente para a cidade, misturar-se com as gentes carregadas dos piores males.

Leonardo da Vinci, in "Fábulas"

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segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Apresentação do Livro "Destino: Sul", de Mateus Brandão
Mateus Brandão esteve na sexta feira, dia 25 de Outubro, presente na Biblioteca Municipal para apresentar o seu  livro  "Destino: Sul". A apresentação contou com a participação de Catarina Saldanha e Sofia Pereira.








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Novidades Livros

SOUSA, Judite
Álvaro, Eugénia e Ana
929 CUN SSA 



MOSS, Helen
O mistério do fantasma da meia-noite
82 LE-311.3 MSS (Juv)



CRUZ, Afonso
Assim, mas sem ser assim.
82 LP-34 CRZ (Inf)



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sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Bom Fim de Semana

Retrato de José Cardoso Pires (2/10/1925 - 26/10/1998)  

Desenho a carvão s/ papel da autoria de João Abel Manta



Bom fim de semana 

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Poema da Semana
[ESCREVO-TE COM O FOGO E A ÁGUA]

Escrevo-te com o fogo e a água. Escrevo-te
no sossego feliz das folhas e das sombras.
Escrevo-te quando o saber é sabor, quando tudo é surpresa.
Vejo o rosto escuro da terra em confins indolentes.
Estou perto e estou longe num planeta imenso e verde.

O que procuro é um coração pequeno, um animal
perfeito e suave. Um fruto repousado,
uma forma que não nasceu, um torso ensanguentado,
uma pergunta que não ouvi no inanimado,
um arabesco talvez de mágica leveza.

Quem ignora o sulco entre a sombra e a espuma?
Apaga-se um planeta, acende-se uma árvore.
As colinas inclinam-se na embriaguez dos barcos.
O vento abriu-me os olhos, vi a folhagem do céu,
o grande sopro imóvel da primavera efémera.

António Ramos Rosa (1924-2013), in "Volante Verde"

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quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Filme da Semana

O impossível

um filme de

J. A. Bayona


"Maria (Naomi Watts), Henry (Ewan McGregor) e os seus três filhos viajam até à Tailândia para passarem as suas férias de Natal, esperando encontrar alguns dias de descanso num paraíso tropical, quando o seu mundo é, de repente, virado do avesso. Sem aviso prévio, um enorme tremor de terra no oceano despoleta um gigantesco tsunami... uma das maiores catástrofes naturais de que há registo. Esta é a sua história"

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quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Tolerância de Ponto - 24 de Outubro - 9H30 às 10H30

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Apresentação do Livro "Destino: Sul" de Mateus Brandão


25 de Outubro de 2013 - 19H00

Biblioteca Municipal

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Livro da Semana

A Boneca de Kokoschka

de 

Afonso Cruz


"O pintor Oskar Kokoschka estava tão apaixonado por Alma Mahler que, quando a relação acabou, mandou construir uma boneca, de tamanho real, com todos os pormenores da sua amada. A carta à fabricante de marionetas, que era acompanhada de vários desenhos com indicações para o seu fabrico, incluía quais as rugas da pele que ele achava imprescindíveis.
Kakoschka, longe de esconder a sua paixão, passeava a boneca pela cidade e levava-a à ópera. Mas um dia, farto dela, partiu-lhe uma garrafa de vinho tinto na cabeça e a boneca foi para o lixo. Foi daí em diante que ela se tornou fundamental para o destino de várias pessoas que sobreviveram às quatro mil bombas que caíram em Dresden durante a Segunda Guerra Mundial."

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segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Ciclo de Conversas - Igualdade de Género: Perspetiva Masculina


Auditório da Biblioteca Municipal

24 de Outubro - 14H30 

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Novidades Livros

CRUZ, Afonso
A Boneca de Kokoschka
82 LP-3 CRZ



MOSS, Helen
O mistério das grutas dos assobios
82 LE-311.3 MSS (Juv)



CALÌ, Davide
Adoro chocolate
82 LE-34 CLI (Inf)



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sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Bom Fim de Semana

Vinicius de Moraes (19/10/1913 - 09/07/1980)



Bom Fim de Semana

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Poema da Semana
A Hora Íntima

Quem pagará o enterro e as flores
Se eu me morrer de amores?
Quem, dentre amigos, tão amigo
Para estar no caixão comigo?
Quem, em meio ao funeral
Dirá de mim: — Nunca fez mal...
Quem, bêbado, chorará em voz alta
De não me ter trazido nada?
Quem virá despetalar pétalas
No meu túmulo de poeta?
Quem jogará timidamente
Na terra um grão de semente?
Quem elevará o olhar covarde
Até a estrela da tarde?
Quem me dirá palavras mágicas
Capazes de empalidecer o mármore?
Quem, oculta em véus escuros
Se crucificará nos muros?
Quem, macerada de desgosto
Sorrirá: — Rei morto, rei posto...
Quantas, debruçadas sobre o báratro
Sentirão as dores do parto?
Qual a que, branca de receio
Tocará o botão do seio?
Quem, louca, se jogará de bruços
A soluçar tantos soluços
Que há de despertar receios?
Quantos, os maxilares contraídos
O sangue a pulsar nas cicatrizes
Dirão: — Foi um doido amigo...
Quem, criança, olhando a terra
Ao ver movimentar-se um verme
Observará um ar de critério?
Quem, em circunstância oficial
Há de propor meu pedestal?
Quais os que, vindos da montanha
Terão circunspecção tamanha
Que eu hei de rir branco de cal?
Qual a que, o rosto sulcado de vento
Lançara um punhado de sal
Na minha cova de cimento?
Quem cantará canções de amigo
No dia do meu funeral?
Qual a que não estará presente
Por motivo circunstancial?
Quem cravará no seio duro
Uma lâmina enferrujada?
Quem, em seu verbo inconsútil
Há de orar: — Deus o tenha em sua guarda.
Qual o amigo que a sós consigo
Pensará: — Não há de ser nada...
Quem será a estranha figura
A um tronco de árvore encostada
Com um olhar frio e um ar de dúvida?
Quem se abraçará comigo
Que terá de ser arrancada?
Quem vai pagar o enterro e as flores
Se eu me morrer de amores?

Vinicius de Moraes (19/10/1913 - 09/07/1980), in "Vinicius de Moraes - Poesia Completa e Prosa" 




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quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Filme da Semana


Robô e Frank

um filme de 

Jake Schreier



Vencedor do Prémio Alfred P. Sloan Sundance 2012

"Frank é um ladrão de jóias de memória frágil que, aos 70 anos, vive solitário mas feliz, aproveitando a sua reforma.
Certo dia, considerando a sua idade avançada e alguma perda de capacidades, o filho decide levar-lhe um robô especial que, para além de ajudar nas tarefas do dia-a-dia, está programado para promover o bem-estar geral do seu proprietário. Indignado com aquela máquina que parece querer manipular toda a sua vida, Frank tenta, a custo, ver-se livre dela.
Até se aperceber que ali pode estar a resposta que necessitava para reviver os velhos tempos... como assaltante."




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quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Livro da Semana

Cinerama Peruana

de

Rodrigo Magalhães



"Um aprendiz de alfaiate tornado ensaísta de reduzida fama e menor proveito: Harry Heels. «Ao contrário de Conradin, nenhuma força externa veio em seu auxílio. A sua divindade, a identidade de Harry Heels, criara-a ele sozinho, Heels pela alcunha que lhe tinham posto na escola - tinha o tique de estar sempre a bater com o calcanhar no chão durante as aulas, impaciente - e Harry, por lhe achar uma certa graça masculina.» 
Dois irmãos, gémeos idênticos, enlutados e enfadados: «No Verão, viajavam com os pais: para Lisboa, onde conheceram Dinis Machado; para Bruxelas (...); para o Norte de Inglaterra, onde fumaram uma ganza nas traseiras de um pub, não muito longe da casa de W. G. Sebald, com cuja viúva os pais se encontraram. Depois, sem estação definida, começaram a viajar sozinhos.» 
Três assassinos que atravessaram fronteiras sem nunca deixarem de regressar a casa: «Da última vez que atravessaram a fronteira, ao chegarem à outra Lima, Bruno observou o céu carregado, considerando-o auspicioso, e ele e Luís concordaram; colheram dessa vez oito vidas, como se os favorecesse a fúria dos elementos.»
Revelando uma grande maturidade, Cinerama Peruana desenvolve e articula estes três universos através de um tema comum: o do discípulo que ultrapassa o mestre.

Uma voz nova e surpreendente no panorama ficcional português."

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terça-feira, 15 de outubro de 2013
Animação do livro e da leitura para todos
No passado sábado, dia 12 de outubro, deu-se início a mais uma nova "temporada" das sessões de ANIMAÇÃO DO LIVRO E DA LEITURA PARA TODOS.
Foi apresentada, pelas técnicas da Biblioteca Municipal, a dramatização do conto tradicional "A sopa de pedra", adaptado por José Viale Moutinho e ilustrado por Inês Oliveira.




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Ponto, parágrafo
"Estou sentado na cadeira do meu quarto, em que penduro a roupa antes de dormir. De resto, nada a não ser o colchão, o candeeiro roubado e o balde para as emergências. Já tive um passarito, mas morreu. Deitei fora a gaiola. O formigueiro que me adormece as pernas denuncia o vagar com que o sol se deixa abater para debaixo da terra. O tempo a passar, parado, e eis-me aqui, neste lugar em deslocamento, a voar em pleno chão. Escrevo o dia inteiro até adormecer, à noite. A cadeira é, pois, um objecto exclusivamente humano, paradoxo desta possibilidade de viver em imaginação. E é, literalmente, sobre ela, que escrevo: não é de todo ridícula esta minha certeza de que a literatura só existe graças à invenção da cadeira! Sou apaixonado por esta ideia e, por isso, nunca mudei de parágrafo ao longo destes milhares de páginas. Imagino a eventualidade remota de alguém vir a ler estas palavras. Está aí alguém? Que ridículo... Dou por mim a imaginar olhares a pairar à minha volta. De vez em quando, troco de lugar com essas presenças anónimas, a ver-me: o quadriculado da luz que trespassa a janela a empoeirar um vulto corcunda. Esta visão é aguda como as arestas dessa artéria de carne e madeira que sou. Morrerei quando deixar de me sentar nesta cadeira. E ela morrerá quando deixar de suportar o peso deste pensamento."

João Bandeira Silva, in Revista Ler nº 125

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segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Exposição "Saúde Sexual e Reprodutiva: Ontem e Sempre" - 16 de Outubro - 18H00
Novidades Livros

PEPETELA
O tímido e as mulheres
82 LPA-3 PPT



GNONE, Elisabetta
Os dias encantados de Shirley
82 LE-311.3 GNN (Juv)



QUENTAL, Cristina
Ciclo do chocolate
82 LP-34 QNT (Inf)



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sexta-feira, 11 de outubro de 2013
Bom Fim de Semana

Ruy Cinatti 
Pintura de Maluda



Bom Fim de Semana para todos

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Poema da Semana
Poema do Pacto de Sangue

Nobres há muitos. É verdade.
Verdade. Homens muitos. É muito verdade.
Verdade que com um lenço velho
As nossas mãos foram enlaçadas.

Nós, como aliados, eu digo.
Panos, só um, tal qual afirmo.
A lua ilumina o meu feitio.
O sol ilumina o aliado.

Agua de Héler! Pelo vaso sagrado!
Nunca esqueça isto o aliado.
Juntos, combater, eu quero!
Com o aliado, derrotar, eu quero!

A lua ilumina o meu feitio.
O sol ilumina o aliado.
Poderemos, talvez, ser derrotados
Ou combatidos, mas somente unidos.

Ruy Cinatti (08/03/1915 - 12/10/1986)

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quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Prémio Nobel da Literatura 2013


"Alice Munro, é uma escritora canadiana de contos, considerada uma das principais escritoras da atualidade em língua inglesa. É a grande vencedora do Prémio Nobel da Literatura 2013, hoje anunciado em Estocolmo, no aniversário da morte do industrial e filantropo sueco Alfred Nobel, que o instituiu.

Alice Munro nasceu em Wingham, Ontário, em julho de 1931. Viveu primeiro numa quinta a oeste dessa zona, numa época de depressão económica. Munro reconheceu a influência na sua obra de grandes escritoras, como Katherine Anne Porter, Flannery O’Connor, Carson McCullers ou Eudora Welty, bem como de James Agee e especialmente William Maxwell. Os seus relatos centram-se nas relações humanas analisadas através da lente da vida quotidiana. Por isso, e pela sua qualidade, tem sido chamada "a Chekov do Canadá".

Foi por três vezes vencedora do prémio de ficção literária «Governor General's Literary Awards», do seu país. Em 1998, Alice Munro foi premiada pelo National Book Critics Circle dos Estados Unidos, pela obra «O amor de uma mulher generosa»."

in RTP Notícias

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Filme da Semana

Django Libertado

um filme de 

Quentin Tarantino


"Escrito e realizado por Quentin Tarantino, Django Libertado é interpretado por um elenco de atores galadoardos, Jamie Foxx é Django, um escravo que faz dupla com um caçador de recompensas, Dr. King Schultz (Christoph Waltz), para encontrar os criminosos mais procurados do Sul, em troca da promessa da sua libertação. Demonstrando recursos vitais para este tipo de caça, o seu principal objectivo é encontrar e libertar a mulher (Kerry Washington) que há muito perdeu para o mercado da escravatura. Quando a sua busca os acaba por levar até Calvin Candie (Leonardo DiCaprio), o infame e brutal proprietário de «Candyland» despertam as suspeitas de Stephen (Samuel L. Jackson), o escravo de confiança de Candie. Agora, os seus passos estão vigiados e a traiçoeira organização de Candie aperta-lhes o cerco." 

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quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Sábado às 11h00, dramatização da história "A sopa de pedra"
Livro da Semana


A estranha máquina dos livros

de
Geronimo Stilton

"Quem teria conhecimento dos livros de Geronimo Stilton e do seu jornal se ninguém inventasse a imprensa tipográfica?
Seria um sarilho de dar água pelos bigodes!!! Para evitar tal catástrofe, Geronimo, com Benjamim, Esparrela, Patty e Pandora, volta atrás no tempo, viajando até à Alemanha do século XV, para impedir os Gatos Piratas de sabotarem o trabalho de Gutenberg, o inventor da imprensa."

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terça-feira, 8 de outubro de 2013
Lenda da sopa da pedra
Conta a lenda que há muito, muito tempo, para os lados de Almeirim, viviam um frade muito pobre que costumava andar de aldeia em aldeia, a pedir pelas casas, para conseguir algo para comer.
Um dia chegou a casa de um camponês. Tinha a certeza de que ali iam dar-lhe qualquer coisa que lhe pudesse matar a fome. Aproximou-se, bateu à porta e disse:
- Ó compadre, será que me arranja alguma coisinha para fazer uma sopa? Estou mortinho de fome e um caldo vinha mesmo a calhar.
Mas não teve grande sorte e dali não conseguiu levar nada. Então, decidiu acrescentar:
- Bom, já que não há por aí umas couvinhas, então vou fazer uma sopa da pedra!
E, imediatamente, olhou à sua volta, como que a escolher a melhor pedra para a sua sopa. Baixou-se e apanhou do chão uma pedra bem lisinha. O camponês e a mulher não queriam acreditar e deram uma valente gargalhada. O frade reagiu, de imediato:
- Então nunca comeram uma sopinha da pedra? Pois fiquem sabendo que é muito boa! Não há nada tão delicioso.
Os camponeses continuavam sem acreditar naquilo que o frade dizia:
- Cá estamos para ver....
- E para provar esse famoso caldo!
Era mesmo isto que o frade queria ouvir. Não se fez esperar, lavou muito bem a pedra e preparou-se para começar a sua sopa. Depois de acrescentar a carne e o alho, o frade provou a sua sopa. Estava a ficar mesmo como ele gostava, mas achou que faltava um pouco de sal. E, sem sal, uma sopa nunca é a mesma  coisa. Por isso continuou:
- Com um pouco de sal é que era! Nada como uma sopinha bem temperada, não acha?
- Pois, então, aqui tem o sal. Sirva-se à vontade, mas não abuse!
O frade nem queria acreditar que já tinha a sua sopinha quase pronta, mas ainda tinha de acrescentar alguns ingredientes.
- Já só faltam as couves, as cenouras e umas batatinhas para acabar a minha sopa! Veja lá se tem algumas aí na sua horta!
A mulher do camponês nem pensou duas vezes. Já agora, também queria ver como ia ficar o tão famoso caldo de pedra daquele frade. Foi até à horta, apanhou umas couves tenrinhas, pegou numas cenouras e cortou umas batatas em pedaços. O frade apressou-se a colocá-las na panela, deixou-as cozer muito bem, abriu a sua bolsa e lá de dentro tirou uma bela fatia de pão.
A sopa estava, finalmente pronta e cheirava mesmo bem. Por isso, o frade começou a comê-la. E comeu, comeu, comeu, até nada sobrar. Só a pedra ficou no fundo da panela. O camponês e a mulher não deixavam de olhar para o frade e perguntaram-lhe:
- Ó senhor frade, então e a pedra?
E o frade, bem satisfeito e regalado coma sua sopinha, respondeu:
- A pedra? A pedra vou lavá-la e levo-a comigo outra vez!
Este frade foi um homem hábil que soube falar tão bem e de uma forma tão discreta que conseguiu comer uma bela panela de sopa onde não lhe queriam dar nada.

Ana Oom in "Lenda da sopa da pedra"

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segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Visitas guiadas de grupos escolares às esxposições
De 20 de setembro a 4 de outubro, alguns grupos escolares do concelho visitaram as exposições "... DE CARAS" e "500 ANOS 25 POSTAIS AZINHEIRA DOS BARROS", patentes na Biblioteca Municipal.

Em cada visita, as crianças acompanhadas por algumas técnicas da biblioteca, realizaram o jogo "É de caras", que consistiu na identificação de algumas personalidades.




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sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Bom fim de semana

"Salgueiros ao pôr-do-sol", de Vincent van Gogh




Bom fim de semana

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Poema da Semana
Soneto de Outono

Claros como o cristal, teus olhos solicitam-me:
«Pra ti, bizarro amante, o meu mérito é qual?»
- Cala-te e sê gentil! Minha alma, que se irrita,
Excepto com a candura do antigo animal,

Não te quer exibir o segredo infernal,
A sua negra lenda, a ferro e fogo escrita,
Doce ama cuja mão ao sono me convida.
Eu odeio a paixão, o espírito faz-me mal!

Amêmo-nos tranquilos. O Amor, na guarita,
Embuscado, na treva, arma o arco fatal.
Conheço as munições do seu velho arsenal:

Crime, loucura, horror! - pálida margarida!
Não serás tu, como eu, mero sol outonal,
Ó minha sempre branca e fria Margarida?

Charles Baudelaire, in "As flores do mal"

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Energia Jovem - Revista Digital


Já está disponível o nº 7 da Revista Digital Energia Jovem.



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Exposição Fotográfica "Morcegos Lusos" - De 7 a 26 de Outubro


Esta Exposição estará patente ao público de 7 a 26 de Outubro, no Auditório da Biblioteca Municipal.
Pode ser visitada no horário de funcionamento da Biblioteca.

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quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Lançamento do Livro "Onde o sol não chega", de Paula Rodrigues
Cartaz de Cinema - Outubro

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Arquivo Municipal de Grândola


Este é o endereço do sítio do Arquivo Municipal de Grândola  -  http://arquivo.cm-grandola.pt/
Aqui podem conhecer o acervo, alguns dos trabalhos dedicados à História e Património do Concelho (realizados por Técnicos e Sectores do Município), bem como os serviços e actividades disponíveis. 

Boas pesquisas!

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Filme da Semana

Eu, Alex Cross

um filme de

Rob Cohen



"Baseado nos best-sellers de James Patterson, Eu, Alex Cross segue o confronto entre um jovem detetive de homicídios/psicológico (Tyler Perry) e o homem que se tornará o seu maior desafio na pele de um serial killer (Mathew Fox). Neste tenso e emocionante thriller de ação, os dois enfrentam-se num jogo de alto risco, mas quando o combate acaba por tornar-se pessoal, Cross é desafiado para além dos seus limites morais e psicológicos.
Eu, Alex Cross retoma a série que começou com os filmes Na Teia da aranha e Beijos que matam e mostra-nos os anos iniciais de Alex Cross como detetive da policia de Detroit. Alex Cross tem como colega o seu amigo de infância Tommy Kane (Edward Burns) e ambos trabalham com a detetive Monica Ashe (Rachel Nichols) na perseguição de um assassino em série apelidado de Picasso (Fox). O alvo final de Picasso é o industrial multi-nacional de Detroit Giles Mercier (Jean Reno), mas nem tudo é o que parece e Cross tem de tentar entrar na cabeça do assassino para conseguir antecipar os seus próximos passos."

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quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Livro da Semana

Resgate 

de 

David Malouf


"Neste seu primeiro romance em mais de dez anos, David Malouf reinventa uma das passagens mais célebres de toda a literatura. 
Esta é a história da relação entre dois homens em guerra e em sofrimento: o feroz Aquiles, que perdeu o seu amado Pátroclo no cerco de Troia; e o enlutado Príamo, cujo filho Heitor matou Pátroclo e foi, por sua vez, ferozmente morto e trucidado por Aquiles.
Uma comovente história de dor, tristeza e redenção, Resgate é incandescente no seu lirismo delicado e poderoso e no imperativo subliminar de que imaginamos a nossa vida à luz de sentimentos alheios."

"Resgate é uma obra de arte, escrito com requinte, é incisivo, sábio e esmagadoramente comovente... Nas mãos de Malouf, a ficção torna-se a arte de conferir coerência ao mundo. Por isso, temos de lhe estar gratos." Alberto Manguel



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