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Biblioteca Municipal de Grândola
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quarta-feira, 23 de dezembro de 2015
Boas Festas

Tolerância de Ponto - 24 e 26 de Dezembro 2015

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Livro da Semana
 
Talismã: a desordem natural das coisas
 
de
 
Mário Zambujal
 
 
 
   "A vida de Pablo Luís Martinez da Silva teve início turbulento. Por pouco não chegava atrasado ao parto na Galiza, vontade de sua mãe, dona Maria Xosé. Foi o prenúncio de uma cadeia de acontecimentos que ele definia como a «desordem natural das coisas». Entre desencontros e encontros sentimentais, enreda-se em trabalhos de alto risco. Corre em busca de uma jovem loura que perdeu um sapato e foge de facínoras de calibre internacional.
 
   Nem na Rua da Fonte Limpa, onde cresceu e fez amigos (o mais recente Gil Gato Bravo, enigmático dono do Bar Madagáscar), se vê livre de ameaças e surpresas. Não vacilará, no entanto, na convicção de encontrar Diana, a rapariga por quem se enamorou, bruscamente, numa noite de Santos Populares. Entretanto, torna-se centro de uma batalha pela conquista de um famoso talismã.
 
   Uma vez mais, Mário Zambujal, com a sua originalidade, nos oferece páginas de supremo divertimento em que a imaginação e o humor conduzem o leitor ao sorriso, à gargalhada e à reflexão."

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terça-feira, 22 de dezembro de 2015
BIBLIOTECAS
 
Arte de JAS
 
 
 
  "As bibliotecas deviam ser declaradas da família dos aeroportos, porque são lugares de partir e de chegar.
   Os livros são parentes directos dos aviões, dos tapetes-voadores ou dos pássaros. Os livros são da família das nuvens e, como elas, sabem tornar-se invisíveis enquanto pairam, como se entrassem dentro do próprio ar, a ver o que existe para depois do que não se vê. 
   O leitor entra com o livro para o depois do que não se vê. O leitor muda para o outro lado do mundo ou para outro mundo, do avesso da realidade até ao avesso do tempo. Fora de tudo, fora da biblioteca. As bibliotecas não se importam que os leitores se sintam fora das bibliotecas.
   Os livros são também toupeiras ou minhocas, troncos caídos, maduros de uma longevidade inteira, os livros escutam e falam ininterruptamente. São estações do ano, dos anos todos, desde o princípio do mundo e já do fim do mundo. Os livros esticam e tapam furos na cabeça. Eles sabem chover e fazer escuro, casam filhos e coram, choram, imaginam que mais tarde voltam ao início, a serem como crianças. Os livros têm crianças ao dependuro e giram como carrosséis para as ouvir rir e para as fazer brincar.
   Os livros têm olhos para todos os lados e bisbilhotam o cima e o baixo, a esquerda e a direita de cada coisa ou coisa nenhuma. Nem pestanejam de tanta curiosidade. Podemos pensar que abrir e fichar um livro é obriga-lo a pestanejar, mas dentro de um livro nunca se faz escuro. Os livros querem sempre ver e estão sempre a contar.
   As bibliotecas só aparentemente são casas sossegadas. O sossego das bibliotecas é a ingenuidade dos ignorantes e dos incultos. Porque elas são como festas ou batalhas contínuas e soam canções ou trombetas a cada instante. E há invariavelmente quem discuta com fervor o futuro, quem exija o futuro e seja destemido, merecedor da nossa confiança e da nossa fé.
   Adianta pouco manter os livros de capas fechadas. Eles têm memória absoluta. Vão saber esperar até que alguém os abra. Até que alguém se encoraje, esfaime, amadureça, reclame o direito de seguir maior viagem. E vão oferecer tudo, uma e outra vez, generosos e abundantes. Os livros oferecem o que são, o que sabem, uma e outra vez, sem se esgotarem, sem se aborrecerem de encontrar infinitamente pessoas novas. Os livros gostam de pessoas que nunca pegaram neles, porque têm surpresas para elas e divertem-se com isso. Os livros divertem-se muito.
   As pessoas que se tornam leitoras ficam logo mais espertas, até andam três centímetros mais altas, que é feito de um orgulho saudável de estarem a fazer a coisa certa. Ler livros é uma coisa muito certa. As pessoas percebem isso imediatamente. E os livros não têm vertigens. Eles gostam de pessoas baixas e gostam de pessoas que ficam mais altas.
   Depois da leitura de muitos livros pode ficar-se com uma inteligência admirável e a cabeça acende como se tivesse uma lâmpada dentro. É muito engraçado. às vezes, os leitores são tão obstinados com a leitura que nem se lembram de usar candeeiros de verdade. Tentam ler só com a luz própria dos olhos, colocam o livro perto do nariz como se o estivessem a cheirar. Os leitores mesmo inteligentes aprendem a ler tudo, até aquilo que não é um livro. Lêem claramente o humor dos outros, a ansiedade, conseguem ler as tempestades e o silêncio, mesmo que seja um silêncio muito baixinho. Alguns leitores, um dia, podem aprender a escrever. Aprendem a escrever livros. São como pessoas com palavras por fruto, como as árvores que dão maçãs ou laranjas. Pessoas que dão palavras.
   Já vi gente a sair de dentro dos livros. Gente atarefada até com mudar o mundo. Saem das histórias e vestem-se à pressa com roupas diversas e vão porta fora a explicar descobertas importantes. Muita gente que vive dentro dos livros tem assuntos importantes para tratar. Precisamos de estar sempre atentos. às vezes, compete-nos dar apoio. Alguns livros obrigam-nos a pôr mãos ao trabalho. Mas sem medo. O trabalho que temos pela escola dos livros é normalmente um modo de ficarmos felizes.
   Todos os livros são infinitos. Começam no texto e estendem-se pela imaginação. Por isso é que os textos são mais do que gigantescos, são absurdos de um tamanho que nem dá para calcular. Mesmo os contos, de pequenos não têm nada. Se os soubermos entender, crescemos também, até nos tornarmos monumentais pessoas. Edifícios humanos de profundo esplendor.
   Devemos sempre lembrar que ler é esperar por melhor."
 
Valter Hugo Mãe, in "Contos de cães e maus lobos"   

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segunda-feira, 21 de dezembro de 2015
Vivam as Férias * Natal 2015
Novidades Livros
 
MACGREGOR, Neil
Uma história do mundo em 100 objetos
94(100) MCG
 

 
BARRON, T. A.
Merlin: Os anos perdidos
82 LE-311.3 BRR (Juv)
 

 
JOHNSON, Mariana Ruiz
Mamã
82 LE-1 JHN (Inf)

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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015
Bom Fim de Semana
Caricatura de Vitorino Nemésio, por Santiago (António Santos)
 
 
Bom Fim de Semana

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Poema da Semana
A Tempo

A tempo entrei no tempo,
Sem tempo dele sairei:
Homem moderno,
Antigo serei.
Evito o inferno
Contra tempo, eterno
À paz que visei.
Com mais tempo
Terei tempo:
No fim dos tempos serei
Como quem se salva a tempo.
E, entretanto, durei.

Vitorino Nemésio (19/12/1901 - 20/02/1978), in "O Verbo e a Morte"

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quinta-feira, 17 de dezembro de 2015
Tolerância de Ponto - Sábado 19 de Dezembro

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Filme da Semana
 
 
O céu existe mesmo
 
um filme de
 
Randall Wallace
 
 
 
"Durante uma operação de urgência, Colton Burpo, de quatro anos, quase perdeu a vida. Clinicamente morto durante alguns minutos, ninguém esperava que o seu jovem coração resistisse. Porém, a criança sobreviveu e, após alguns meses em recuperação, começou a ter recordações inexplicáveis daqueles momentos em que esteve entre a vida e a morte, incluindo uma visita ao Céu.
 
Se, ao princípio, ninguém dá grande importância ao que se presume resultar de uma imaginação fértil, à medida que ele começa a ser mais específico nas suas descrições, os pais começam a tentar perceber o que se terá passado. Quando investigam mais a fundo, apenas encontram explicações metafísicas para o sucedido, partindo do pressuposto de que Colton teve uma experiência de "quase-morte" e que regressou para a vida.
 
É assim que toda a família se vê perante o desafio de descodificar o sentido do que se passou com ele e revelar ao mundo o que aprendeu…"

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quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
Livro da Semana
 
O Independente: A máquina de triturar políticos
 
de
 
Filipe Santos Costa e Liliana Valente
 
 
   "Era implacável e irreverente. Marcou uma geração de leitores fiéis. Colocou os políticos numa roleta russa que fazia vítimas todas as sextas-feiras.
 
   Liderado por Paulo Portas e Miguel Esteves Cardoso, foi ácido sulfúrico do cavaquismo e fermento de uma nova Direita.
 
   Falar sobre O Independente é recuperar os momentos mais emblemáticos e polémicos da política portuguesa dos anos 80 e 90. É revisitar as manchetes corrosivas e os ataques a Cavaco Silva, Leonor Beleza, Miguel Cadilhe, Duarte Lima, Macário Correia, Mário Soares, Marcelo Rebelo de Sousa, Tomás Taveira e muitos mais."

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terça-feira, 15 de dezembro de 2015
Crónica Satânica
   "Um tipo absolutamente anticlerical, particularmente contra a Igreja Católica. Anarquista pacífico, só de palavras. O primeiro filho nasceu e aos três meses pareceu apresentar no seu sorriso de bebé um rictus satânico. O feliz pai resolveu então ter uma atitude forte, de acordo com as suas convicções profundas. Pensavam chamar Pedro à criança, mas o progenitor desistiu imediatamente. O filho tinha de se chamar Satanás. A dificuldade foi a conservadora, no momento do registo. Que tal nome não podia ser dado. Argumento do pai: os nomes da Bíblia são aconselhados, são ou não? Eram.
   Então, Satanás aparece mencionado na Bíblia centenas de vezes, é portanto um nome bíblico. Não podiam impedi-lo de registar assim o filho. A conservadora não tinha grande formação nem prática, provavelmente ainda não beneficiada pelas viagens de troca de experiência em que o país era pródigo, ficando sem argumentos legais perante o insólito. Mas já viu as consequências futuras de usar tal nome, quer a infelicidade do seu filho? O argumento da conservadora não o demoveu. Ele insistiu e ganhou. Não havia lei nenhuma que impedisse o nome, nem o de Diabo, Asmodeu ou Belzebu. A conservadora teve de aceitar.
   Quando chegou à idade de ir para a escola, Satã, como era mais conhecido familiarmente, percebeu a troça inicial dos colegas ao ouvirem o nome Satanás Antunes da Silva. A propósito, poderia ter ficado com Satanás do Inferno Silva, que ainda seria mais vulcânico. Satanás, que no fundo era tão pacífico como o pai, mas igualmente teimoso, não esteve com meias medidas. Olhou fixamente para os colegas sarcásticos. Olhou só. Fixamente. E os outros, de repente, aliaram o nome ao olhar. Acharam estar perante um ser satânico. Embora ainda não andassem na catequese, já tinham ouvido na família estórias aterradoras e o conselho, nunca sigas Satanás, afasta-te de Satanás. O novo colega incutiu-lhes medo. Daquele que gela as plantas dos pés. Imaginaram um cheiro a enxofre onde só havia o do recreio da escola almiscarado de jacarandás majestosos.
   O caso correu a escola. Ninguém mais se meteu com Satanás da Silva, mesmo os mais velhos e truculentos. Porque há coisas que não dá para facilitar com elas, te pegam pela mão ou, à falta de melhor, te pegam pelo pé.
   O rapaz, se ganhou em reputação de terror, não ganhou em amizades. Apenas se aproximou dele a Sofia, menina-rapaz que sempre recusou usar saias e provocava contínuos choques na escola por ir de calções ou calças, numa época em que as mulheres eram remetidas para o aconchego das casas e para a costura. Não se pode dizer que fossem amigos. Mas conviviam. E Sofia ria às gargalhadas quando os outros a aconselhavam, afasta-te do Satanás. Ela respondia, afinal tens medo do garfo dele, mas por enquanto só o vi utilizar o garfo para apanhar umas batatas ou pedaços de carne que lava à boca, como nós. Ria e ia embora. Ostentava então familiaridade com o membro mais banido da escola.
   Ele não lhe agradecia, embora percebesse a intenção. De facto, pouco se interessava por ter amigos, mesmo a Sofia. Ainda não estava na idade de espiar as mamas dela, quando começassem a tentar formatar a blusa, a libido não se desenvolvera. Portanto, a Sofia era uma forma de passar o tempo do seu isolamento.
   No fundo, Satanás da Silva desde pequeno estava a ser preparado para melhor suportar e vencer a solidão da vida. Os outros deviam ter inveja dele e não medo.
   Porém, as crianças são mesmo imprevidentes quanto ao futuro. Algumas até acreditam nele."
 
Pepetela, in "Crónicas maldispostas"  

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segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
Vivam as Férias * Natal 2015
 
 
Inscrições: Biblioteca Municipal, Estúdio Jovem e Casa Frayões Metello

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Tolerância de Ponto- Dezembro 2015 e Janeiro 2016

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Novidades Livros
 
LEE, Hyeonseo
A mulher com sete nomes
82 LE-3 LEE
 

 
MOTA, António
Ninguém perguntou por mim
82 LP-3 MTA (Juv)
 

 
ABAD VARELA, José Antonio
O Carnaval dos Animais
82 LE-34 VRL (Inf)

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sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
Bom Fim de Semana
Duplo Retrato de Almada Negreiros



Bom  Fim de Semana

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Poema da Semana
RONDEL DO ALENTEJO

Em minarete
mate
bate
leve
verde neve
minuete
de luar.

Meia-Noite
do Segredo
no penedo
duma noite
de luar.

Olhos caros
de Morgada
enfeitada
com preparos
de luar.

Rompem fogo
pandeiretas
morenitas,
bailam tetas
e bonitas,
bailam chitas
e jaquetas,
são as fitas
desafogo
de luar.

Voa o xaile
andorinha
pelo baile,
e a vida
doentinha
e a ermida
ao luar.
 
Laçarote
escarlate
de cocote
alegria
de Maria
la-ri-rate
em folia
de luar.

Giram pés
giram passos
girassóis
e os bonnets,
e os braços
destes dois
giram laços
ao luar.

O colete
desta Virgem
endoidece
como o S
do foguete
em vertigem
de luar.

Em minarete
mate
bate
leve
verde neve
minuete
de luar.

José de Almada Negreiros, in "Poemas"

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Sabina - Al Teatro
 
 
Cine Granadeiro
 
11 de Dezembro - 21H00

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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
É uma vez... Feliz Natal Lobo Mau
 
Biblioteca Municipal de Grândola
 
12 de Dezembro - 11H30

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Livro da Semana
 
O Almirante Português
 
de
 
Jorge Moreira Silva
 
 
«Quando o carrasco o empurrou da escada de madeira, deixando-o suspenso no vazio, Moreira Freire sabia que estava a pagar uma dívida com trinta anos, o tempo que conseguira adiar aquele encontro com a morte. E sabia que a multidão ululante que o invectivava e, momentos antes, lhe rogara pragas ao longo do trajecto para a forca, era, no fundo, a mesma turba anónima e cobarde que, três décadas antes, festejara, alarve e despudoradamente, em Nápoles, a execução de Leonor Pimentel.»

   "Assim começa uma viagem de memória que nos transporta ao início das guerras napoleónicas e à participação de uma força naval portuguesa, sob o comando do almirante Marquês de Nisa, na campanha do Mediterrâneo, ao lado da esquadra britânica de Lord Nelson (1758-1805).
 
   Num ambiente de permanente tensão, pontuado por intensos episódios de intriga, paixão, heroísmo e traição, acompanhamos o Marquês de Nisa e os seus homens no bloqueio da ilha de Malta, no combate aos piratas sarracenos e na reconquista de Nápoles, tendo como pano de fundo a campanha do Egipto, a segunda invasão francesa de Itália e os dramáticos dias da República Napolitana.
 
   Pelo meio, assistimos ao desenrolar da vida aventurosa de várias personagens, cujos destinos se cruzam de forma indelével e que têm na pitoresca e apaixonante cidade de Nápoles o seu ponto de encontro."
 
1798. Portugal no Mediterrâneo, ao lado de Nelson, contra as forças de Napoleão.

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Vivam as Férias * Natal 2015
 
 
Inscrições: Biblioteca Municipal, Estúdio Jovem e Casa Frayões Metello
 

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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
Bom Fim de Semana
 
Bom Fim de Semana para todos
 
Visite a Feira do Livro até dia 8 de Dezembro

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31ª Edição da Feira do Livro de Grândola - Programa de Fim de Semana
 
Biblioteca Municipal
 
5 de Dezembro - 16H00
 

 
Biblioteca Municipal
 
8 de Dezembro - 11H00
 

 
Cine Granadeiro
 
8 de Dezembro - 17H00

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Poema da Semana
O Homem que Lê

Eu lia há muito. Desde que esta tarde
com o seu ruído de chuva chegou às janelas.
Abstraí-me do vento lá fora:
o meu livro era difícil.
Olhei as suas páginas como rostos
que se ensombram pela profunda reflexão
e em redor da minha leitura parava o tempo. —
De repente sobre as páginas lançou-se uma luz
e em vez da tímida confusão de palavras
estava: tarde, tarde... em todas elas.
Não olho ainda para fora, mas rasgam-se já
as longas linhas, e as palavras rolam
dos seus fios, para onde elas querem.
Então sei: sobre os jardins
transbordantes, radiantes, abriram-se os céus;
o sol deve ter surgido de novo. —
E agora cai a noite de Verão, até onde a vista alcança:
o que está disperso ordena-se em poucos grupos,
obscuramente, pelos longos caminhos vão pessoas
e estranhamente longe, como se significasse algo mais,
ouve-se o pouco que ainda acontece.

E quando agora levantar os olhos deste livro,
nada será estranho, tudo grande.
Aí fora existe o que vivo dentro de mim
e aqui e mais além nada tem fronteiras;
apenas me entreteço mais ainda com ele
quando o meu olhar se adapta às coisas
e à grave simplicidade das multidões, —
então a terra cresce acima de si mesma.
E parece que abarca todo o céu:
a primeira estrela é como a última casa.

Rainer Maria Rilke (n. 4/12/1875 - m. 29/12/1926), in "O Livro das imagens"

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Ciclo de Cinema e Literatura - Cidades de Papel


Ciclo de Cinema e Literatura
 
Cidades de Papel*
 
Cine Granadeiro
 
Terça-feira - 8 de Dezembro - 17H00
 
Entrada Gratuita
 
*Inserido no Programa da Feira do Livro





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quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
Tolerância de Ponto - 7 de Dezembro

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O Gigante Egoísta - Teatro Lanterna Mágica
 
Biblioteca Municipal de Grândola
 
8 de Dezembro - 11H00

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Poítica a Páginas Tantas - Apresentação de Livros pelos Autores
 
 
Biblioteca Municipal de Grândola
 
5 de Dezembro - 16H00

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Filme da Semana
 
 
Big Hero 6: Os novos heróis
 
um filme de
 
Walt Disney Enterprises
 
 
Óscares 2015 - Melhor Filme de Animação
 
   "Com toda a ternura e humor que o público espera dos estúdios da Walt Disney, Big Hero 6 – Os Novos Heróis, é uma comédia repleta de ação e aventura, que nos apresenta Baymax, um adorável robô de companhia, que desenvolve uma ligação especial com um menino prodígio da robótica Hiro Hamada.
   Quando uma série de eventos devastadores, catapulta-os para o centro de um malévolo plano em marcha nas ruas de San Fransokyo, Hiro recorre a Baymax e ao seu eclético grupo de amigos – o viciado em adrenalina Go Go Tomago, o organizado Wasabi, a maga da química Honey Lemon e o divertido Fred – e juntos transformam-se numa equipa de heróis improváveis.
   Big Hero 6 – Os Novos Heróis, uma aventura bem ao estilo dos comics com hilariantes e inesquecíveis personagens. É diversão garantida para toda a família."


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quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
Afinal o Íbis - Espectáculo para bebés com poesia de Fernando Pessoa
31ª Edição da Feira do Livro de Grândola - Inauguração