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Dia Mundial da Sociedade de Informação e das Telecomunicações

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De 17 a 31 de Maio de 2011, a Biblioteca Municipal de Grândola celebrou o Dia Mundial da Sociedade de Informação e das Telecomunicações , promovendo várias Acções de Sensibilização e Esclarecimento. Com estas actividades, os Técnicos da Biblioteca alertaram os idosos de alguns Centros Comunitários (Canal Caveira, Silha do Pascoal, Água Derramada e Cadoços) e da Associação AISGRA para os benefícios da utilização da Internet, bem como para os riscos que podem correr quando a utilizam. Foi colocada a homepage , que divulgava o Dia Mundial da Sociedade de Informação e das Telecomunicações em cada computador da Sala de Multimédia, possibilitando a todos os utilizadores o acesso a toda a informação disponível.

A nossa história na SIlha do Pascoal

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No tempo em que ainda havia árabes em Portugal, um dos reis mouros prometeu a filha em casamento a quem roubasse o estandarte português, para que assim ele pudesse salvar o seu castelo da fúria portuguesa. Um português, que estava apaixonado pela beleza da filha do sultão, acordou em atirar a bandeira junto às portas de S. Vicente. Espantado com tal devoção, o sultão árabe ofereceu ainda um cavalo ao português. Após ter roubado a bandeira, o português fugiu rumo a Elvas, perseguido pelos seus compatriotas. Ao chegar à porta de S. Vicente, o rei árabe recusou-se a abrir-lhe a porta, gritando do alto das muralhas: "Morra o homem e fica a fama". O pobre português fugiu então para terras de Espanha onde os espanhóis o fritaram em azeite em sabê-lo português.

Visita dos Centros de Dia da Silha do Pascoal e dos Cadoços à Biblioteca

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Na passada segunda-feira, dia 26 de Fevereiro, a Biblioteca Municipal recebeu a visita dos Centros de Dia da Silha do Pascoal e dos Cadoços, numa iniciativa que acabou por se revelar bastante enriquecedora para os funcionários da biblioteca, uma vez que muitos eram os que ainda se lembravam da antiga família dos Baraona. A d. Maria Guerreiro, dos Cadoços, chegou mesmo a servir na casa, acabando por servir de guia, manifestando constantemente o seu contentamento pelo regresso à casa onde tinha servido. Destaca-se ainda o facto de que, para muitos dos idosos, esta foi a sua primeira visita à biblioteca. A repetir, pois claro.

Canção da Silha do Pascoal

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As nuvens que andam no ar arrastadas pelo vento foram buscar água ao mar p'ra regar em tod'o tempo p'ra regar em tod'o tempo em tod'o tempo regar arrastadas pelo vento as nuvens que andam no ar Eu sou devedor à terra a terra me está devendo a terra paga-me em vida eu pago à terra em morrendo

Mais um relato dos Cadoços

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Lá para os lados de São Barnabé havia duas raparigas e dois rapazes que trabalhavam juntos. Passado pouco tempo casaram cada um com seu par e uma das raparigas engravidou. Em estando juntas, uma das raparigas perguntou como é que ela tinha engravidado. - Então vocês não fazem o amor e essas coisas? – respondeu a outra prontamente. - Não. Quando estamos na cama voltamos costas e não se passa nada. Em chegando a casa, a mulher apertou com o marido que queria fazer o amor. No dia seguinte, o marido partilhou com o colega de monda o que se tinha passado na noite anterior com a sua esposa. - É que eu uso o picoto só para fazer a mija- acrescentou. O seu amigo, já com ideias de o sacanear disse-lhe que a primeira vez era como cair de uma trave e que se enchia tudo de sangue. - Mas por onde é que enfio o picoto? - Pelo cú, está claro. Pois ele vai de subir a uma trave e todas as pessoas que passavam lhe diziam "Boa tarde, ‘teja em Deus", mas ele nada respondia pois tinha-se já esqu...

3 ditos nos Cadoços

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No âmbito do programa de promoção da leitura nos Centros de Dia dos Cadoços e Silha do Pascoal iniciado a 15 de Janeiro do presente ano, temos feito a recolha de histórias e ditos populares. Alguns deles serão transcritos neste blogue, assim como algumas das fotos dos encontros. Boas leituras! Naqueles tempos em que não havia estradas como agora e em que se tinha que passar pelo meio dos campos de eira, estava um homem trabalhando na ceifa, ali para os lados do Bairro Novo dos Cadoços, quando se lhe aparece um moço tresloucado que lhe diz três coisas: Grande névoa vai na serra; grande ceifa aqui vai se não estiver furada e bela moça ali tem guardada se não a tiver tirada. Mas como será possível haver névoa na serra se o dia está limpo, ou o trigo furado se ele já está apanhado e como saberá ele que tenho uma filha guardada em casa? – pensou logo o lavrador. Em não crendo na sanidade do rapaz, despachou-o de imediato, retomando o seu trabalho na ceifa. Em chegando a casa, partilhou com...