blogspot visitor counter
Biblioteca Municipal de Grândola
Biblioteca Municipal de Grândola
Rua Dr. José Pereira Barradas 7570-281 Grândola tlf:269450080 fax:269498666 biblioteca@cm-grandola.pt
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
Bom Fim de Semana
Mia Couto, por  Maria José Cabral


Bom fim de semana

Etiquetas:

Março - Mês da Juventude - Destaques
Poema da Semana
Para Mia Couto

Elefantemos portanto.

Deixemos esta tão precária pele
aprender outros saberes.

Deixemos
portantomente
o olhar do paquiderme
ensinar ao passarinho
as paisagens do deslumbre
das escritas mais antigas.

Permitamos que o vento sopre.
E que a pedra exista.
E que o sol dispare a sua fúria
em todas as direcções.
E que a lua se entretenha
no seu jogo de brilhar.

Elefantemos portanto.

Ou,
melhor dizendo,
permitamos que um silêncio muito antigo
venha
conduzir-nos a palavra
pelas veredas impalpáveis
do mistério.

José Fanha, in "Elogio dos peixes, das Pedras e dos Simples"

Etiquetas:

Biblioteca Itinerante - Horário e Percurso - Março
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
Março - Mês da Juventude - Programa
Filme da Semana

Frozen: O Reino do Gelo

um filme de

Chris Buck


"A intrépida e optimista Anna junta-se ao montanhista Kristoff e à sua leal rena Sven, numa jornada épica para encontrar a sua irmã, Elsa, cujos poderes gelados aprisionaram o reino de Arendelle num Inverno eterno. Enfrentando condições próprias do Evereste, trolls místicos e com a ajuda de um hilariante boneco de neve chamado Olaf, Anna e Kristoff vão lutar contra todos os elementos para salvar o reino."

Etiquetas: ,

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
Animação do Livro e da Leitura - Projecto "Ler faz crescer" - Março
Durante o mês de março, as técnicas da Biblioteca Municipal irão dinamizar o livro "Comprar, comprar, comprar!" de Luísa Ducla Soares, para as crianças dos grupos escolares do concelho de Grândola.


"O Ruben só pensa em gastar dinheiro e em Comprar, Comprar, Comprar! Nunca está satisfeito com o que tem e quer sempre mais. No dia do seu aniversário, os pais, preocupados com a atitude consumista do filho, dão-lhe um presente muito especial. O Ruben, ao receber o presente fica muito desapontado e desconfiado, mas lá o aceita. Dois meses depois, é um rapaz completamente diferente. O que terá acontecido?"

Etiquetas: ,

Livro da Semana

A República dos Sonhos

de

Nélida Piñon


«Chegara afinal o momento de o Brasil realizar-se como nação. Quem sabe não estaria surgindo, a partir daquele novembro de 1930, a República dos Sonhos, sonhada por brasileiros novos e antigos?»

"Filha de emigrantes galegos, Nélida Piñon inspira-se nas suas memórias de infância para reconstruir a história de uma família que se confunde com a história do Brasil. Um romance de técnica magistral, onde a vida de dezasseis personagens se entretecem numa teia que, mais do que criar um mundo ficcional, incorpora o legado da herança rica e pluricultural da autora. Uma metáfora do Brasil que é também uma das obras mais transparentes desta grande escritora da língua portuguesa."

Etiquetas:

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
Um livro para Lautém

Etiquetas:

Cartaz de Cinema - Março

Etiquetas:

CONVENÇÕES
"A CLASSE MÉDIA É UMA TERRA ESTRANHA.
   A Mirtes não se aguentou e contou para Lurdes:
   - Viram teu marido entrando num motel.
   A Lurdes abriu a boca e arregalou os olhos. Ficou assim, uma estátua do espanto, durante um minuto, um minuto e meio. Depois pediu detalhes. Quando? Onde? Com quem?
   - Ontem. No Discretissimu's.
   - Com quem? Com quem?
   - Isso eu não sei.
   - Mas como? Era alta? Magra? Loira? Puxava de uma perna?
   - Não sei, Lu.
   - O Carlos Alberto me paga. Ah, me paga.
   Quando o Carlos Alberto chegou em casa, a Lurdes anunciou que iria deixá-lo. E contou porquê.
   - Mas que história é essa, Lurdes? Você sabe quem era a mulher que estava comigo no motel. Era você.
    - Pois é. Maldita hora em que eu aceitei ir. Discretissimu's! Toda a cidade ficou sabendo. Ainda bem que não me identificaram.
   - Pois então?
   - Pois então que eu tenho que deixar você. Não vê? É o que todas as minhas amigas esperam que eu faça. Não sou mulher de ser enganada pelo marido e não reagir.
   - Mas voce não foi enganada. Quem estava comigo era você!
   - Mas elas não sabem disso!
   - Eu não acredito, Lurdes. Você vai desmanchar nosso casamento por isso? Por uma convenção?
   - Vou.
   Mais tarde, quando a Lurdes estava saindo de casa, com as malas, o Carlos Alberto a interceptou. Estava sombrio.
   - Acabo de receber um telefonema - disse. - Era o Dico.
   - O que ele queria?
   Fez mil rodeios, mas acabou me contando. Disse que, como meu amigo, tinha que contar.
   - O quê?
   - Você foi vista saindo do motel Discretissimu's ontem, com um homem.
   - O homem era você.
   - Eu sei, mas eu não fui indentificado.
   - Você não disse que era você?
   - O quê? Para que os meus amigos pensem que eu vou a motel com a minha própria mulher?
   - E então?
   - Desculpe, Lurdes, mas...
   - O quê?
   - Vou ter que te dar um tiro."

Luis Fernando Verissimo, in "O melhor das comédias da vida privada"
     

Etiquetas:

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
Novidades Livros

FAUSTINO, Ana Rita
O cotão Simão
82 LP-34 FST (Inf)



VIEIRA, Vergílio Alberto
Sete coisas que eu cá sei
82 LP-91 VRA (Inf)



MARTINS, Isabel Minhós
Uma onda pequenina
82 LP-34 MRT (Inf)

Etiquetas:

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
Bom Fim de Semana
Pintura de Ferreira Pinto



Bom Fim de Semana

Etiquetas:

Poema da Semana
ARTE POÉTICA

A poesia do abstracto?
Talvez.
Mas um pouco de calor,
A exaltação de cada momento,
É melhor.
Quando sopra o vento
Há um corpo na lufada;
Quando o fogo alteou
A primeira fogueira,
Apagando-se fica alguma coisa queimada;
É melhor!
Uma ideia,
Só como sangue de problema;
No mais, não,
Não me interessa.
Uma ideia
Vale como promessa,
E prometer é arquear
A grande flecha.
O flanco das coisas só sangrando me comove,
E uma pergunta é dolorida
Quando abre brecha.
Abstracto!
O abstracto é sempre redução,
Secura.
Perde;
E diante de mim o mar que se levanta é verde:
Molha e amplia.
Por isso, não:
Nem o abstracto nem o concreto
São propriamente poesia.
Poesia é outra coisa.
Poesia e abstracto, não.

Vitorino Nemésio (19/12/1901 - 20/02/1978), in "O Bicho Harmonioso"

Etiquetas:

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
Filme da Semana

300: o início de um Império

um filme de

Noam Murro


"Este novo capítulo da épica saga 300, contada no tremendo estilo visual do filme original, leva a batalha pela glória para um novo e desafiante campo de batalha: o mar. O destemido general grego Themistocles, tenta unir toda a grécia, ao liderar a batalha contra Xerxes, um mortal transformado em deus e Artemisia, a vingativa comandante da armada persa. A bravura e sacrifício destes homens tornam-se inspiradores para a nação grega, que resolve assim enfrentar a Pérsia e o seu rei, mudando o curso da História para sempre."

Etiquetas: ,

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
Livro da Semana

Até nos vermos lá em cima

de

Pierre Lemaitre


A audácia e a vingança de dois homens destruídos por uma guerra inútil e bárbara.

Um romance histórico formidável sobre a força da amizade, repleto de personagens inesquecíveis.

A tragédia de uma geração perdida narrada com um talento e uma mestria impressionantes, na tradição de Dumas e Victor Hugo.

Sobre as ruínas da Grande Guerra, dois sobreviventes das trincheiras, consideravelmente maltratados, desforram-se levando a cabo uma burla tão espetacular como amoral. Fresco de uma rara crueldade, notável pela sua arquitetura e pelo poder de evocação, Até nos vermos lá em cima é um grande romance sobre o pós-guerra de 1914-1918, sobre a ilusão do armistício, a hipocrisia do Estado que glorifica os seus desaparecidos e se desembaraça dos cidadãos vivos e incómodos e sobre a abominação elevada a virtude. Numa atmosfera crepuscular e visionária, Pierre Lemaitre compõe a grande tragédia dessa geração perdida com um talento e uma segurança impressionantes.

Depois de terem escapado do caos da guerra, Albert e Édouard compreendem rapidamente que o país não quer saber deles para nada. Albert empregado modesto e timorato, perdeu tudo. Édouard, artista irreverente e excessivo, com o rosto esburacado por um estilhaço, é um homem esmagado pela história familiar. Desarmados e abandonados após a carnificina, vêem-se condenados à exclusão. Recusando-se a ceder à amargura ou ao desânimo, concebem uma burla de uma audácia inaudita que deixará o país em efervescência.

Até nos vermos lá em cima é uma singular história de cumplicidade atravessada por inesperadas cenas de amor e momentos de puro encantamento.

Etiquetas:

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015
Tolerância de Ponto - Carnaval

Etiquetas:

Novidades Livros

 MARTINS, Maria João
História da criança em Portugal
94(469) MRT



MEROTO, Tina
Hansel e Gretel
82 LE-34 MRT (Inf)



GATTI, Alessandro
Um ladrão... gentil-gato
82 LE-312.4 GTT (Inf)

Etiquetas:

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
Bom Fim de Semana
Os amantes, de René Magritte




Bom Fim de Semana

Etiquetas:

Poema da Semana
SONETO DO AMOR TOTAL

Amo-te tanto, meu amor... não cante
O humano coração com mais verdade...
Amo-te como amigo e como amante
Numa sempre diversa realidade.

Amo-te afim, de um calmo amor prestante
E te amo além, presente na saudade
Amo-te, enfim, com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.

Amo-te como um bicho, simplesmente
De um amor sem mistério e sem virtude
Com um desejo maciço e permanente.

E de te amar assim, muito e amiúde
É que um dia em teu corpo, de repente
Hei de morrer de amar mais do que pude.

Vinicius de Moraes, in "366 poemas que falam de amor" 

Etiquetas:

É uma vez... - O dia em que a barriga rebentou


Biblioteca Municipal de Grândola

14 de Fevereiro - 11H00

Etiquetas: ,

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
Filme da Semana


O Físico

um filme de

Philipp Stölz


"No cenário de superstição e esplendor do século XI, desenrola-se a extraordinária história de Rob J. Cole (Tom Payne). Órfão e sem dinheiro é quando a mãe morre de uma misteriosa doença que Rob se apercebe que possui um dom que, nos tempos que corriam, enviava um homem para a fogueira: tinha a capacidade de sentir a morte ao pousar a sua mão sobre os vivos.   Crescendo como assistente e aprendiz do cirurgião-barbeiro (Stellan Skarsgård) que o acolheu, o jovem soube que nascera para ser médico. A sua busca pelo conhecimento levá-lo-á a Isfahan, na antiga Pérsia, à escola do mais reputado médico do seu tempo, Ibn Sina (Ben Kingsley). Disfarçando-se de judeu para poder entrar na prestigiosa escola de medicina, Rob trabalha arduamente em plena época de conflitos entre impérios orientais e rapidamente capta a atenção e a confiança do seu mestre. Através de inúmeras provações e desafios, e fazendo muitos sacrifícios ao longo do caminho, a sua busca incansável pelo conhecimento leva ao florescimento da amizade e do amor verdadeiro.   Uma aventura de tirar o fôlego na tradição de grandes filmes europeus como a O Nome da Rosa e O Perfume - História de um Assassino.   O Físico é baseado no romance best-seller de Noah Gordon que vendeu mais de 21 milhões de exemplares em todo o mundo."

Etiquetas: ,

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
Livro da Semana

Belle Époque

de

Paula Gomes Magalhães


"LISBOA AOS POUCOS TRANSFORMAVA-SE. NA VIRAGEM DO SÉCULO, ENTRE 1890 E 1914, A CAPITAL PORTUGUESA, IMPULSIONADA POR UMA BURGUESIA CADA VEZ MAIS ENDINHEIRADA, VIVIA FASCINADA PELO GLAMOUR PARISIENSE. ERAM OS ÚLTIMOS DIAS DE UMA LISBOA ROMÂNTICA E O NASCER DE UMA CIDADE MODERNA E CIVILIZADA, UMA TRANSFORMAÇÃO FEITA A CONTA-GOTAS E MARCADA POR ALGUNS EPISÓDIOS TRÁGICOS."

"As senhoras vestiam os últimos figurinos da moda francesa, deixavam-se levar pelos cheiros dos perfumes e outros produtos de beleza e higiene chegados de fora. Os modelos das roupas, gestos e comportamentos eram os das grandes senhiras da Cidade das Luzes. Os homens enchiam os cafés do Chiado e divertiam-se nos teatros, o São Carlos estava sempre esgotado e o serão era feito de copos, guitarras e das animadas largadas de touros. A Avenida da Liberdade era o novo local para esta burguesia culta e abastada ver e ser vista, depois da triste demolição do Passeio Público. Os poucos automóveis que circulavam nas ruas da capital cruzavam-se com os burros e carroças das classes populares famintas e ileteradas que viviam nos arredores pobres e sujos. Longe do desenvolvimento das grandes capitais europeias, a cidade iluminava-se com a chegada da eletricidade, os mais abastados instalavam os primeiros telefones nas suas casas, o animatógrafo era a novidade que todos queriam ver.

A caminhar para a modernidade, Lisboa sofria, ao mesmo tempo, com o desaparecimento, de forma trágica, de algumas das ilustres figuras da sua cultura, tentava recuperar a custo das consequências sociais e económicas de um ingrato e humilhante ultimato inglês, e via gorada uma primeira revolta republicana, sendo obrigada a esperar quase vinte anos até assistir à destituição da monarquia.

Paula Gomes Magalhães retrata, neste livro amplamente ilustrado, a vida quotidiana de Lisboa, na Belle Époque, uma cidade feita de contrastes. De luzes, boémia, glamour e alguma tristeza."

Etiquetas:

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
É uma vez... - "O dia em que a barriga rebentou"


Biblioteca Municipal de Grândola

14 de Fevereiro - 11H00

Etiquetas: , ,

Canários nas minas
   "OUTRO DIA DEI com uma expressão que nunca tinha ouvido: «Como canários nas minas». Imaginei que fosse uma metáfora obscura, mas investiguei o caso. E descobri este facto: que, em décadas passadas, os canários eram usados nas minas de carvão para detectar a existência de gás metano e dióxido de carbono. Quando ainda não existiam instrumentos tecnológicos que pudessem assinalar esses perigos, os mineiros levavam canários e largavam os canários em direcção ao fundo das minas, antes de descerem eles mesmos. Os pássaros, de um amarelo vivo e visível, iam esvoaçando e cantando mina abaixo. Se existissem gases letais, os canários, que têm um metabolismo muito sensível, ficavam logo sem oxigénio, oscilavam violentamente, deixavam de cantar e aíam mortos. Era o alarme para que os mineiros saíssem rapidamente da mina, antes que tivessem problemas de respiração ou que houvesse a possíbilidade de explosões.
   Tudo isto me pareceu extraordinário. Não deve haver profissão mais terrível e admirável que a de mineiro. São uma espécie de viajantes ao centro da terra. Uma vida duríssima, em profundezas dantescas, um trabalho árduo e com o risco de quedas, desabamentos e outras ameaças mortais. Em documentários, vejo os homens emergirem das minas, farruscados e exaustos, como se fossem uns Orfeus prosaicos mas valentes, que vão onde poucos se atrevem, ao mesmo tempo explorando os recursos que o subsolo nos oferece e encontrando continentes desconhecidos, como descobridores da escuridão. Há nos mineiros um espírito de aventura, necessidade e pânico que me impressiona e assusta.
   Mas confesso que não estava à espera dessa utilização preventiva dos pássaros, supomho que actualmente abandonada. É impossível não ter sentimentos contraditórios acerca desse esquema. A nossa sensibilidade actual condena (e com razão) o sacrfício de animais. Ainda para mais, os canários são animais doces e musicais, uma espécie de símbolo da harmonia ou da meninice. É verdade que os mineiros também usavam ratos (menos eficazes na sua acção), mas os ratos são bichos repelentes. Em contrapartida, é difícil não gostar de canários. O último animal de estimação que eu tive, em criança, foi um canário, amarelo vivo, que conhecia as pessoas e reagia a cada uma de modo diferente. Quando partiu uma pata e depois morreu, em agonia, senti um luto pela sua morte que me levou a nunca mais querer animais em casa. 
   E contudo acho essa tal estragégia muito engenhosa, quase poética. Imagino os mineiros descendo, levando as gaiolas, os pássaros talvez inquietos, e depois os homens largando os canários nas minas, uma espécie de mancha amarela, uma algazarra no fundo do mundo que era bom sinal, excepto se se transformasse depois em caos e silêncio. Num aviso para que os mineiros saíssem depressa e evitassem o mesmo destino. Como em quase todos os casos em que os homens se relacionam com os animais (cativeiro doméstico, experiências científicas, uso da sua força motriz), havia nisso uma violência mas também uma espécie de irmandade. Nenhum mineiro queria que os canários morressem. Se eles morressem, isso significava uma atmosfera inquinada que também punha em causa os humanos. Pássaros e mineiros unidos na mesma condição frágil, uns como batedores inconscientes, os outros como retaguarda temerosa. E imagino a alegria dos mineiros, sofridos e expectantes, quando ouviam os canários, animnais como eles, cantarem sem interrupção, amarelo-vivos, canários como comoventes arautos da esperança."

Pedro Mexia, in "Nada de melancolia"

Etiquetas:

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
Novidades Livros

MODESTO, Maria de Lourdes
Sabores com histórias
641 MDS



  FEARNLEY-WHITTINGSTALL,Hugh
Vegetariano Gourmet
641.5 WHT



HUTCHINS, Pat
Boa noite, mocho
82 LE-34 HTC

Etiquetas:

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
A água e as aves - Exposição de Fotografia

Biblioteca Municipal de Grândola

7 de Fevereiro - 17H00

Etiquetas: , ,

A água e as aves - Exposição de Fotografia

Biblioteca Municipal

De 7 de Fevereiro a 7 de Março

Etiquetas: , ,

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
Ler faz crescer - Fevereiro
Tocha da Liberdade e da Paz - Comemorações dos 70 anos do Fim da 2ª Guerra Mundial
Município de Grândola recebe Tocha da Liberdade e da Paz e associa-se às Comemorações dos 70 anos do fim da 2.ª Guerra Mundial

A Federação Internacional de Resistentes (FIR) está a promover a passagem da Tocha da Liberdade e da Paz por vários países da Europa para assinalar os 70 anos do fim da Segunda Guerra Mundial.
Este símbolo de luta pela paz e pela liberdade vai permanecer na Vila Morena no dia 3 de fevereiro. A chegada está prevista para as 9h30 na emblemática Praça da Liberdade, a que se seguirá a inauguração da exposição da URAP (União dos Resistentes Antifascistas Portugueses) entidade que em Portugal está a dinamizar e a coordenar, em colaboração com algumas autarquias e outras instituições, o percurso da Tocha da Liberdade e da Paz.




Etiquetas: ,

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
3º Encontro de Saúde Escolar e Saúde Oral do Alentejo Litoral
A Unidade de Saúde Publica (USP) Alentejo Litoral e a Unidade de Cuidados na Comunidade (UCC) "Serra e mar" de Grândola, vão realizar no dia 8 de Abril 2015, o 3º Encontro de Saúde Escolar e Saúde Oral do Alentejo Litoral, no Cine Granadeiro, em Grândola, dirigido a toda a comunidade educativa do Litoral Alentejano. 
À semelhança do que se tem verificado em anos anteriores este encontro tem como finalidade a promoção do convívio entre profissionais de saúde, da educação, das autarquias e todos os outros intervenientes da comunidade educativa, incentivando a partilha de boas práticas e dando visibilidade ao que se faz no Litoral Alentejano no âmbito destes programas. 
Para incentivar a participação dos alunos e dos docentes as entidades organizadoras decidiram associar a este encontro um concurso de pósteres. Aqui, pode consultar o regulamento. 

Etiquetas:

Novidades Livros

RAIMUNDO, Orlando
A última Dama do Estado Novo
929 CAE RMN



FERREIRA, José Gomes
Carta a um bom português
323 FRR



LAND, Fiona
Piii! Piii!
82 LE LND (Inf)

Etiquetas: