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Biblioteca Municipal de Grândola
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quarta-feira, 30 de novembro de 2011
À FALA COM MANUEL DA FONSECA - Espectáculo de Poesia e Prosa
Apresentação do Livro "Golfinhos do Sado" de Pedro Narra E Maria João Fonseca
O autor, Pedro Narra, apresentou o Livro "Golfinhos do Sado", no Domingo 27 de Novembro, no Auditório da Biblioteca Municipal. O Livro faz a divulgação da comunidade de Golfinhos residente no Estuário do Sado, comunidade essa que é a única residente em Portugal.






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Livro da Semana


Papel a mais

de

Resendes Ventura




"Este livro oferece-nos, simultaneamente, ensaio e literatura.

ENSAIO, porque o livreiro Manuel Medeiros decidiu dizer o que pensa acerca da situação actual do mercado do livro, sem deixar de falar das políticas de incentivo à leitura e dos diversos agentes que fazem desta actividade um negócio e ou uma paixão. A sua experiência de largas dezenas de anos - convivendo com autores, editores e distribuidos - é assim posta ao serviço de uma reflexão que ao correr da pena vai descobrindo feridas e apontando caminhos.

LITERATURA, porque o escritor Resendes Ventura publica nesta obra uma extensa colectânea de folhas em prosa e poesia, fazendo-se aliás acompanhar por notáveis companheiros de escrita que fizeram questão de participar, com textos que nunca lemos, homenageando o autor."

Este livro encontra-se disponível na Biblioteca Municipal com a cota 82 LP-4 VNT

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terça-feira, 29 de novembro de 2011
Inauguração da 27ª Edição da Feira do Livro de Grândola










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Zê zangado
Há pessoas que passam o tempo todo zangadas. Zê.
Zangadas. como fosse um burro. Zê. A zurrar.
Há pessoas assim. Ficam zangadas porque está calor ou porque faz frio, por causa do barulho ou por causa do silêncio. Zangadas até só por estarem zangadas.
O meu amigo Joaquim sabe zangar-se muito bem.
Quando se zanga, toda a gente fica com medo. E ele, passados uns instantes, logo se esquece da zanga e se põe a assobiar.
Mas eu... Eu não tenho jeito nenhum para me zangar. Às vezes nem sei com quem. Mas a zanga não me sai. Fica ali a ferver toda entaladinha cá dentro, não sei onde.
Não tenho mesmo jeito nenhum para me zangar.
Só sei zangar-me para dentro e por isso fico sempre muito triste.

José Fanha in "Diário inventado de um menino já crescido."

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segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Biblioteca Itinerante - Dezembro
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Bom Fim-de-Semana!
Picasso "As meninas"

Os técnicos da biblioteca desejam a todos os utilizadores um bom fim-de-semana!
27.ª Feira do Livro
No próximo sábado, dia 26 de Dezembro, pelas 16 horas, a Biblioteca Municipal de Grândola dá inicio à 27.ª Feira do Livro.
A Feira decorrerá de 26 de Novembro a 8 de Dezembro, das 9h30 às 20h00.



Ficamos à vossa espera!!!

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quarta-feira, 23 de novembro de 2011
"Golfinhos do Sado" de Maria João Fonseca e Pedro Narra
Feira do Livro - Convite

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terça-feira, 22 de novembro de 2011
Os cachimbos segundo a minha filha
Sentei-me no chão e disse:
- Hoje não vou escrever, hoje vou desenhar. Ao meu lado já tinha a caixa de lápis-de-cor e um bloco com folhas de bom papel para um bom desenho. E comecei a trabalhar. Mas acabei por ficar mal-humorado. Porquê? Já se vê: os desenhos que fiz eram três  e eram péssimos. Caramba, disse em voz alta, que miséria, eu tinha querido desenhar alguns dos meus muitos cachimbos e, em vez de cachimbos, saíram-me uns bichos com grandes cabeças, nunca vistos. Coisa tão engraçada, os cachimbos de várias formas, e eu nada, a desenhá-los sem talento, sem arte, sem jeito.
Nunca vos falei da minha filha, Francisca. Por acaso hoje, sábado, não há escola - e quando viu os meus desenhos riu-se e disse que o melhor seria deitá-los fora no cesto dos papéis, ou reciclá-los, ou usá-los para embrulhar o lanche, uma vez que à tarde iríamos juntos ao Parque dos Moinhos.
- Também não farias melhor, disse-lhe eu.
- Também não faço melhor, pai, disse ela, mas vou fazer uma redacção sobre os teus cachimbos.
O meu pai sabe muitas coisas e também tem muitas coisas. De algumas delas já ele falou. Mas o pai esqueceu-se de falar dos cachimbos. Vou contar quantos tem. Um momento, volto já. Já voltei, já contei, tem 32 cachimbos, tantos quantos os dentes que eu deveria ter. Cada cachimbo é diferente, a maioria é de madeira. Entre eles existe um que é branco, pintado, de porcelana, que era do avô da avó, e depois outro agora mais sujo, de espuma do mar, pelo menos é o que o pai diz. Gostava muito que vocês vissem os cachimbos todos. Há um magrinho e elegante, que parece o pescoço de um cisne preto, há outro gordo que parece a tia Filomena, há um que é pequenino, como se fosse para mim, mas as crianças não fumam, aliás o meu pai também deixou de fumar, por causa do coração. Fuma só de vez em quando, quando se sente muito bem ou se o jantar for muito bom ou se há uma festa de família.
Sei que quando se sujam, os cachimbos, têm de se limpar com instrumentos especiais que se chamam limpa-cachimbos.
Eles entram no buraquinho da boquilha e saem pelo fornilho. Os limpa-cachimbos são brancos e peludos e até de outras cores; mas, seja qual for a sua cor, depois de passarem pelo buraquinho ficam sujos por terem limpado o xixi-cócó que resta no cachimbo depois de se fumar com ele.
A minha mãe diz que é bom o meu pai não fumar mais, mas ao mesmo tempo diz que tem um pouco de pena porque o tabaco que o meu fumava cheirava muito bem, era muito agradável e perfumado.
Agora os cachimbos estão pendurados na parede, em silêncio, no escritório do meu pai, como se estivessem no Museu.

Jorge Listopad in "Todos p'rà mesa"

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segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Animação do Livro e da Leitura
No âmbito da "Animação do Livro e da Leitura", a Biblioteca Municipal recebe este mês as turmas do  ensino Pré-escolar e do 1.º Ciclo do concelho de Grândola.
"Lendas de Portugal", foi o tema escolhido pelas técnicas, dando a conhecer às crianças  "A lenda de Grândola", "A lenda de S. Martinho", "A lenda de Geraldo Geraldes", entre outras.




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sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Bom Fim-de-Semana!
Quintino de Metsys

Os funcionários da Biblioteca Municipal desejam a todos os utilizadores um óptimo fim de semana.
Poema da Semana
Dona Abastança
Proclama dona Abastança
Esposa do comendador
Senhor da alta finança.

Família necessitada
A boa senhora acode
Pouco a uns a outros nada
«Dar a todos não se pode.»

Já se deixa ver
Que não pode ser
Quem
O que tem
Dá a pedir vem.

O bem da bolsa lhes sai
E sai caro fazer o bem
Ela dá ele subtrai
Fazem como lhes convém
Ela aos pobres dá uns cobres
Ele incansável lá vai
Com o que tira a quem não tem
Fazendo mais e mais pobres.

Já se deixa ver
Que não pode ser
Dar
Sem ter
E ter sem tirar.

Todo o que milhões furtou
Sempre ao bem-fazer foi dado
Pouco custa a quem roubou
Dar pouco a quem foi roubado.

Oh engano sempre novo
De tão estranha caridade
Feita com dinheiro do povo
Ao povo desta cidade.
Manuel da Fonseca

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quinta-feira, 17 de novembro de 2011
27ª Edição da Feira do Livro de Grândola
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Livro da Semana
Papéis de Jornal: crónicas 2003-2010

de
António Mega Ferreira

"Estas coisas têm o seu tempo: para reunir uma selecção de crónicas publicadas regularmente em jornais ou produtos comunicacionais afins (isto é, em suporte papel), é preciso que uma certa distância se crie entre o autor e as suas prosas.
Uma coisa é escrever pressionado por uma data-limite, no quadro restrito de um certo espaço que lhe é dado, em circunstâncias que, muitas vezes, remetem para um presente imediato; outra, bem diferente, é sujeitar o material o a um olhar mais aguçado, retendo, de tudo o que se publicou, aquilo que foi capaz de sobreviver aos condicionalismos de momento, dando ao autor e do autor uma imagem transversal dos seus interesses, das suas opiniões, dos seus gostos, enfim.
Consequentemente, a balança (o balanço?) deste livro pende para as disciplinas artísticas, com relevo particular e quase inevitável para a literatura. É um retrato-robot dos meus interesses maiores, por isso, este Papéis de jornal. E, para reforçar o caráter não-circunstancial dos textos agora publicados em livro, datei-os não por dia de publicação, mas pelo momento em que foram escritos. É mais verdadeiro.
É mais revelador do estado de espírito em que os escrivi. Não é um journal littéraire («esse projecto ideal de qualquer escritor», como digo numa das últimas crónicas recolhidas neste livro), porque não foi escrito como tal, nem contém anotações de momento, reflexões pessoais autónomas, registo telegráfico de pequenas cintilações; mas pode ser lido como uma espécie «gazeta literária» pessoal e fragmentária destes anos que assinalam a primeira década do século XXI.

Este livro encontra-se disponível na Biblioteca Municipal com a cota 82 LP-3 FRR

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terça-feira, 15 de novembro de 2011
No banco de trás
A Mariana contou-me uma história que aconteceu com a irmã dela, a Rute. Eu sei que é verdade porque a Mariana não me mente: ela é a minha melhor amiga!
A Rute tem dezoito anos e tem um carro muito fixe que o pai lhe ofereceu de prenda de anos por ter notas tão boas. A Rute é um bocado marrona, mas também gosta de se divertir. Ainda bem, senão acho que seria um bocado chata, não é? Mas vamos à história...
Na semana passada, a Rute foi a uma festa, algures na cidade, não sei onde exactamente, e a festa acabou muito tarde, por volta das duas da madrugada.
Quando a Rute estava a conduzir de regresso a casa, a cidade estava vazia, nem um gato nas ruas. Isso é mesmo assustador, não é? Bem, a Rute lá continuou o seu caminho.
Olhando pelo espelho retrovisor, viu que estava um camião enorme, mesmo atrás dela. Ela conseguia ver o condutor, e ele era grande e estava todo inclinado para a frente e, bem... ele começou a fazer-lhe sinais de luzes: faróis médios, máximos, desligados. É mesmo perigoso conduzir à escuras! O homem continuava a fazer-lhe sinais de luzes e a Rute não sabia o que fazer. Pôs o prego a fundo.
Mas quando ela virou à esquerda, o homem também virou. Depois ela virou à direita na Rua do Lago, que é onde a Mariana vive, e o homem também virou à direita. Até a seguiu na estrada particular da casa dela! Então, a Rute pôs a mão na buzina e não a tirou mais. O seu pai acordou imediatamente e veio a correr ver o que se passava.
- Aquele homem! - gritou a Rute. - Veio a seguir-me e a fazer-me sinais de luzes o tempo todo pela cidade fora.
Então o condutor irrompeu do seu camião. Era grande e tinha uma cicatriz a atravessar-lhe a bochecha: - Depressa! - berrou. - Há um homem no banco de trás. Eu fiz-lhe sinais de luzes de cada vez que ele erguia o seu machado.
Então, com um grito, o pai da Mariana arrastou a Rute para fora do carro enquanto o condutor com a cicatriz, abria num repente a porta traseira e se atirava ao homem escondido no banco de trás.

Kevin Crossley-Holland in "Contos Arrepiantes"

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segunda-feira, 14 de novembro de 2011
O casaquinho vermelho
No âmbito da Animação da Leitura Para Todos, sábado, dia 12 de Novembro, a Catarina Saldanha, a Cátia Miquelino, a Sara Basílio e a Sofia Dimas dramatizaram a história "O casaquinho vermelho", reinventada por Lynn Robberts,











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sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Bom Fim-de-Semana!
Fotografia de Pedro N. S. Costa

Os Funcionários da Biblioteca desejam a todos um óptimo  São Martinho!
Poema da Semana
O homem das castanhas

Na Praça da Figueira,
ou no Jardim da Estrela,
num fogareiro aceso é que ele arde.
Ao canto do Outono,à esquina do Inverno,
o homem das castanhas é eterno.
Não tem eira nem beira, nem guarida,
e apregoa como um desafio.
É um cartucho pardo a sua vida,
e, se não mata a fome, mata o frio.
Um carro que se empurra,
um chapéu esburacado,
no peito uma castanha que não arde.
Tem a chuva nos olhos e tem o ar cansado
o homem que apregoa ao fim da tarde.
Ao pé dum candeeiro acaba o dia,
voz rouca com o travo da pobreza.
Apregoa pedaços de alegria,
e à noite vai dormir com a tristeza.
Quem quer quentes e boas, quentinhas?
A estalarem cinzentas, na brasa.
Quem quer quentes e boas, quentinhas?
Quem compra leva mais calor p'ra casa.
A mágoa que transporta a miséria ambulante,
passeia na cidade o dia inteiro.
É como se empurrasse o Outono diante;
é como se empurrasse o nevoeiro.
Quem sabe a desventura do seu fado?
Quem olha para o homem das castanhas?
Nunca ninguém pensou que ali ao lado
ardem no fogareiro dores tamanhas.
Quem quer quentes e boas, quentinhas?
A estalarem cinzentas, na brasa.
Quem quer quentes e boas, quentinhas?
Quem compra leva mais amor p'ra casa.

José Carlos Ary dos Santos

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quinta-feira, 10 de novembro de 2011
O Casaquinho Vermelho - Uma História de Drama e Suspense
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Percurso e Horário da Biblioteca Itinerante - Novembro
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Esqueci-me como se chama
Um inglês nunca mais conseguia lembrar-se de como se chama esta ave.
É uma - dizia ele- gaulinha. ou seja, não é uma gaulinha, é uma gaulinalinha. Aliás, não é uma gaulinalinha, mas gaulinha. Irra! Não é gaulianha, é gaulinhanha.
Também não é gaulinhanha, é gaulinhalenha.
Querem que lhes conte uma história sobre esta gaulinha? Ou seja, não é gaulinha, é gaulinalinha. Aliás, não é gaulinalinha. Irra! Não é gaulinalinha, é gaulianha. Não bolas, não é gaulianha, é gaulinhanha. Não, outra vez errado!
Gaulinhalanha? Não é gaulinhalanha!
Gaulinhalenha? Não também não é!
Esqueci-me de como se chama esta ave. Se não me tivesse esquecido, contar-vos-ia uma história sobre esta gaulinhalalanhalinha.

Daniil Harms in "Esqueci-me como se chama"

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segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Novidades Livros


CORDEIRO, Mário
O grande livro dos medos e das birras
616.8 CRD

ZAMBUJAL, Mário
Longe é um bom lugar
82 LP-3 ZMB

JONASSON, Jonas
O centenário que fugiu pela janela e desapareceu
82 LE-3 JNS




RUSSELL, Rachel Reneé
Diário de uma Totó 3
82 LE-3 RSS (Juv)




ESTELLON, Pascale
Caderno de pintura para aprender as cores
75 STL (Inf)

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sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Bom Fim-de-Semana!
René Magritte

A todos um bom fim-de-semana.
Poema da Semana
Chuva

É um dia
de chuva aparente

de abelhas macias
e de cor curva

de intimidades baças
aderentes

de indício
de clima
e de espessura.

Maria Teresa Horta in "Poesia Reunida"

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quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Filme da Semana
Hitman - Agente 47

de

Xavier Gens

"HITMAN, um dos jogos de vídeo mais vendis mundialmente, ganha vida ao ser transposto para o cinema neste espantoso thriller de acção protagonizado por Timothy Olyphant.
Um assassino criado geneticamente com estilo de matador e pontaria mortal, conhecido apenas por AGENTE 47, elimina alvos estratégicos para uma organização secreta. Mas, quando é atraiçoado numa missão, o caçador torna-se a presa e 47 enreda-se num jogo de vida ou morte, de intriga internacionalmente e vingança violenta."

Este DVD encontra-se disponível na Biblioteca Municipal para visionamento.

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quarta-feira, 2 de novembro de 2011
22.º Aniversário da Biblioteca Municipal de Grândola
Para celebrar o 22.º aniversário, a Biblioteca Municipal de Grândola teve o prazer de receber  os "Contabandistas de histórias", nomeadamente Antonella Giraldi, Luísa Rebelo e Sofia Maul que partilharam connosco  várias histórias do mundo.

Obrigada a todos os utilizadores pela presença na sexta-feira à noite.


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Livro da Semana
A opereta dos vadios

de

Francisco Moita Flores

"Este livro nasceu como resposta aos olhares externos que hoje se recolhem da vida política e do outro olhar interno que resulta da minha (pouca) experiência no trabalho político.
Já vi tudo. Desde grandes homens e mulheres que se dedicam generosa e honradamente ao serviço público até gente pequenina, tão medíocre e ávida de poder, que é capaz de tudo o que é vil e amoral, para obter vantagens e mordomias à conta do Estado. Por isso, escrevi uma farsa. Recolhi alguns disprates inimagináveis que li na internet e coloquei os personagens na pele imaginária de quem pensa o país à medida do seu umbigo e calculismo pessoal. Não direi, pois, que qualquer semelhança com o real é pura coincidência. Mas admitir qu o real é para o grupo "eles são todos iguais" pura ficção que provoca mágoa e, a maior parte das vezes, heróicas gargalhadas. Espero que o leitor se divirta tanto como me diverti a escrever. O riso é, de facto, a pior das armas contra o poder sem sentido que os vampiros perseguem como se nos quisessem beber todo o sangue da alma."

Pode encontrar este livro na Biblioteca Municipal com a cota 82 LP-3 FLR

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