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Biblioteca Municipal de Grândola
Biblioteca Municipal de Grândola
Rua Dr. José Pereira Barradas 7570-281 Grândola tlf:269450080 fax:269498666 biblioteca@cm-grandola.pt
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Livro da Semana





O Braço Esquerdo de Deus

de

Paul Hoffman










"A sua chegada foi profetizada. Dizem que ele destruirá o mundo. Talvez o faça..."

"Escutem. O Santuário dos Redentores, em Shotover Scarp, é uma mentira infame, pois lá ninguém encontrará santuário e muito menos redenção."

"O Santuário dos Redentores é um lugar vasto e isolado - um lugar sem alegria e esperança. A maior parte dos seus ocupantes foi levada para lá ainda em criança e submetida durante anos ao brutal regime dos Redentores, cuja crueldade e violência têm apenas um objectivo - servir a Única e Verdadeira Fé. Num dos lúgubres e labirínticos corredores do Santuário, um jovem acólito ousa violar as regras e espreitar por uma janela. Terá talvez uns catorze ou quinze anos, não sabe ao certo, ninguém sabe, e há muito que esqueceu o seu nome verdadeiro - agora chamam-lhe Cale. É um rapaz estranho e reservado, engenhoso e fascinante. Está tão habituado à crueldade que parece imune a ela, até ao dia em que abre a porta errada e testemunha um acto tão terrível que a única solução possível é a fuga.
Mas os Redentores querem Cale a qualquer preço... não por causa do segredo que ele sabe mas por outro de que ele nem sequer desconfia.

Com O Braço Esquerdo de Deus, primeiro volume de uma trilogia, Paul Hoffman confirma-se como uma das novas grandes vozes da literatura de Fantasia." 

Este livro encontra-se disponível na Biblioteca Municipal

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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Biblioteca Itinerante - Março
Animação do Livro e da Leitura para crianças do pré-escolar e 1.º ciclo
Durante o mês de março, a animação do livro e da leitura, será baseada no livro "Os dez amigos", uma história escrita e ilustrada pelo brasileiro Ziraldo.

As marcações podem ser feitas através do nosso contacto telefónico  269 450 082.

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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Inauguração da Exposição de Pintura de Tereza Trigalhos e Zoran


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SEXUALIZANDO - Formação em Sexualidade /ValArt - 29 de Fevereiro 2012
Forum da Juventude - Março de 2012
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Bom Fim-de-Semana
José Afonso, retrato a carvão por Lúcia Maia

Os funcionários da Biblioteca Municipal desejam a todos um bom fim-de-semana
Poema da Semana
UTOPIA

       Cidade
Sem muros nem ameias
Gente igual por dentro
gente igual por fora
Onde a folha da palma
afaga a cantaria
Cidade do homem
Não do lobo mas irmão
Capital da alegria

Braço que dormes
nos braços do rio
Toma o fruto da terra
É teu a ti o deves
      lança o teu
          desafio

Homem que olhas nos olhos
que não negas
o sorriso a palavra forte e justa
Homem para quem
o nada disto custa
Será que existe
lá para as margens do oriente
       Este rio este rumo esta gaivota
Que outro fumo deverei seguir
                      na minha rota?

José Afonso, in "Textos e Canções"

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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Zeca Afonso 1929-1987 - Amigo, maior que pensamento

No domingo de 17 de Maio de 1964 José Afonso é convidado para cantar na Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense num espectáculo "de fino gosto musical", que a sociedade leva a efeito em continuação dos festejos do seu 52º aniversário.

A sessão em Grândola foi, por diversas razões, marcante na vida de José Afonso. Eis como ele a conta, anos mais tarde, a José Salvador: "As coisas vão tomando corpo quando recebo um convite da Música Velha de Grândola, assinado pelo Zé da Conceição, que estava ligado ao teatro local orientado pelo Hélder Costa. (...) Fiquei brutalmente satisfeito com o convite para cantar na Música Velha. Meti-me no comboio com a Zélia e aí encontro-me com o Carlos Paredes que também tinha sido convidado. Foi a primeira vez que conheci o Paredes e então fiquei extremamente impressionado com a colectividade: num local obscuro, quase sem estruturas nenhumas, com uma biblioteca de evidentes objectivos revolucionários, uma disciplina generalizada e aceite entre todos os membros, o que revelava já uma grande consciência e maturidade políticas. Nem cheguei a conhecer quem era o director, quem era afinal o fiscal, mas tudo aquilo corria sobre rodas. Foi nestas circunstâncias que conheci o Zé da Conceição, que me impressionou assim como os seus colaboradores."

Na carta que escreve aos pais José Afonso dá conta de quanto a passagem por Grândola o marcou. Afirma convictamente que "Se alguma vez tiver de deixar esta terra, é a lembrança destes homens que conheci em Grândola e noutros lugares semelhantes que me fará voltar."

A 21 de Maio José da Conceição recebe, também, uma carta de José Afonso. Nela o cantor junta um poema dedicado a Grândola, que é lido em sessão pública, na mesma sala onde foi realizado o espectáculo, no dia 31 de Maio. Deste modo os presentes escutam, pela primeira vez:

"Grândola Vila Morena
Terra da Fraternidade
O Povo é quem mais ordena
Dentro de ti ó cidade

Em cada esquina um amigo
Em cada rosto igualdade
Grândola Vila Morena
Terra da Fraternidade

Capital da Cortesia
Não se teme de oferecer
Quem for a Grândola um dia
Muita coisa há-de trazer".
Exposição de Pintura de Tereza Trigalhos e Zoran - Convite

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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Culturas e Formas de Vida - Exposição de Fotografia

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Livro da Semana






O sentido do fim

de

Julian Barnes











 
"Tony Webster e a sua clique só conheceram Adrian Finn no fim do liceu. Famintos de livros e de sexo, e sem namoradas, viviam esses dias em conjunto, trocando afetações, piadas privativas, rumores, e mordacidades de todo o género. Talvez Adrian fosse mais sério do que os outros, e seria certamente mais inteligente. Mesmo assim juraram que ficariam amigos para o resto da vida. Tony está agora reformado. Teve uma carreira, um casamento e um divórcio amigável. E nunca fez nada para magoar ninguém - ou pelo menos acredita nisso. Mas a chegada da carta de uma advogada desencadeia uma série de surpresas e acontecimentos inesperados que lhe vão mostrar que a memória é afinal uma coisa altamente imperfeita O Sentido do Fim, o mais recente romance de Julian Barnes e livro recém-galardoado com o Man Booker Prize 2011 - é a história de um homem que se confronta com o seu passado mutável. Com marcas da literatura inglesa clássica - na apreciação do júri que o distinguiu - O Sentido do Fim constrói, com grande delicadeza e precisão, uma trama tensa, forte, e revela a mestria de um dos maiores escritores dos nossos tempos."

Vencedor do Man Booker Prize 2011

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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Tolerância de Ponto - Carnaval

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Novidades Livros



OLIVEIRA, Nuno Villamariz
Castelos Templários em Portugal
96(469) VLR

POTES, José Mira
O Montado no Portugal Mediterrânico
630 PTS





FERREIRA, Emília
Casa com Jardim
82 LP-34 FRR (Inf)

ROGEON, Sandrine Deredel
Pedro tem medo de fantasmas
82 LE-34 RGN (Inf)

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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Bom Fim-de-Semana
"Os Namorados" (1940), de Cândido Portinari

Bom fim-de-semana para todos os utilizadores da Biblioteca Municipal
Poema da Semana
Meu Amor que Te Foste sem Te Ver


Meu amor que te foste sem te ver
que de mim te perdeste sem te amar
quem sabe se outra vida tu vais ter
ou se tudo se perde sem voltar

ou se é dentro de mim que tem de haver
tanta força no meu imaginar
que o poeta que é Deus o vá reter
e te dê vida e faça regressar

para de novo o sonho desfazer
num contínuo surgir e retornar
ao nada que dá ser ao que é querer
ao fado que só dá para se dar

por tudo estou amor e merecer
o que venha para eu te relembrar
só adorando o nada pretender
só vogando nas águas de aceitar.

Agostinho da Silva, in "Uns poemas de Agostinho"

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Oficina de Escrita
Informamos que na próxima 4ª feira, dia 22 de fevereiro, não haverá oficina de escrita.

A decisão foi tomada por unanimidade pelos presentes na última oficina, tendo em conta que o grupo conta com a participação de vários professores que devido à interrupção das atividades letivas se ausentarão de Grândola.

Retomaremos as sessões na 4ª feira, dia 29 de fevereiro, à hora habitual.

Assim sendo, o último dia da oficina de escrita passará a ser 14 de março (e não dia 7, como inicialmente estava previsto).

Agradecemos a compreensão e a disponibilidade!

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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Filme da Semana
Despojos de Inverno

um filme de

Debra Granik

"Ree Dolly, de 17 anos, luta para encontrar o seu pai, um homem de meia-idade procurado pela polícia, que desaparece após usar a casa de família como fiança. Confrontada com a possibilidade de perder a casa onde mora com os seus irmãos mais novos, Ree desafia os códigos de silêncio que imperam no meio marginal desta comunidade, arriscando a sua vida para salvar a sua família. Ela desafia as mentiras, os obstáculos e as ameaças feitas pelos próprios parentes e começa a juntar as peças que a levarão até à verdade."

Este DVD encontra-se disponível na Bubblioteca Municipal para visionamento.

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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Livro da Semana
A Educação Sentimental Dos Pássaros

de

José Eduardo Agualusa

“Atingiram-me nas costas. O impacto da bala empurrou-me e caí. Sinto que continuo a cair, estendido de bruços na lama, enquanto a manhã estala e cresce ao meu redor. Instantes antes do ataque havia pássaros a cantar entre a folhagem. Se abrisse os olhos veria a terra vermelha e o verde muito vivo do capim. Assim, de olhos fechados, abre-se na minha memória uma paisagem quase idêntica. Escuto, não os tiros, e há tiros por todo o lado, e sim o galopar do comboio."

"A Educação Sentimental dos pássaros junta onze contos. A unir todos eles, uma mesma preocupação sobre a origem e a natureza do mal. Como é que o pequeno Jonas se transformou em Savimbi? O que move Hillary? Anjos e demónios caminham entre nós e nem sempre se distinguem uns dos outros."

Este livro encontra-se disponível na Biblioteca Municipal.

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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Os grandes amores da literatura e do cinema




Milhares de pessoas deixam-se levar pelo romantismo desta data e acabam por viver um dia cheio de paixão e amor. Para celebrar este dia, selecionámos grandes romances que narram histórias de amor que ainda hoje nos apaixonam: “Os Maias” de Eça de Queirós, “Amor de Perdição” de Camilo Castelo Branco, “O vermelho e o negro” de Gustave Flaubert, “A dama das camélias” de Alexandre Dumas, “Paul et Virginie” de Saint-Pierre, “Tristão e Isolda”, “Romeu e Julieta” de William Shakespeare, “Um amor de Swan” de Marcel Proust, “O amante de Lady Chaterlley” de D. H. Lawrence, “O amante” de Marguerite Duras, “Lolita” de Vladimir Nabokov, “O monte dos vendavais” de Emily Bronte, “Anna Karenina” de Leo Tolstoi, entre outras.

Também na sétima arte, muitos são os realizadores que nos oferecem magníficas películas onde o amor constitui o ingrediente principal. São histórias que nos fazem sentir algo especial, que por vezes nos causam tristeza ou felicidade: “E tudo o vento levou”, “Casablanca”, “A lagoa azul”, “A idade da inocência”, “Titanic”, “Cidade dos anjos”, “Dirty Dancing”, “O paciente inglês”, “Orgulho e preconceito”, entre outros.

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Carta de Mariana Alcoforado
Que há-de ser de mim? Que queres tu que eu faça? Estou tão longe de tudo quanto imaginei! Esperava que me escrevesses de toda a parte por onde passasses e que as tuas cartas fossem longas; que alimentasses a minha paixão com a esperança de voltar a ver-te; que uma inteira confiança na tua fidelidade me desse algum sossego, e ficasse, apesar de tudo, num estado suportável, sem excessivo sofrimento. Tinha até formado uns vagos projectos de fazer todos os esforços que pudesse para me curar, se tivesse a certeza de me haveres esquecido por completo. A tua ausência, alguns impulsos de devoção, o receio de arruinar inteiramente o que me resta de saúde com tanta vigília e tanta aflição, as poucas possibilidades do teu regresso, a frieza dos teus sentimentos e da tua despedida, a tua partida justificada com falsos pretextos, e tantas outras razões, tão boas como inúteis, prometiam ser-me ajuda suficiente, se viesse a precisar dela. Não sendo, afinal, senão eu própria o meu inimigo, não podia suspeitar de toda a minha fraqueza, nem prever todo o sofrimento de agora.

Ai, como sou digna de piedade por não partilhar contigo as minhas mágoas, e ser só minha a desventura! Esta ideia mata-me, e morro de terror ao pensar que nunca te houvesses entregado completamente aos nossos prazeres. Sim, reconheço agora a falsidade do teu arrebatamento. Enganaste-me sempre que falaste do encantamento que sentias quando estavas a sós comigo. Unicamente à minha insistência devo os teus cuidados e a tua ternura. Intentaste desvairar-me a sangue-frio; nunca olhaste a minha paixão senão como um troféu, o teu coração não foi verdadeiramente atingido por ela. Serás tão infeliz, e terás tão pouca delicadeza, que só para isso te servisse o meu ardor? E como é possível que, com tanto amor, não te houvesse feito inteiramente feliz? Tenho pena, por amor de ti apenas, dos infinitos prazeres que perdeste. Será possível que não te tenham interessado? Ah, se os conhecesses, perceberias, sem dúvida, que são mais delicados do que o de me haveres seduzido, e terias compreendido que é bem mais comovente, e bem melhor, amar violentamente que ser amado.

Não sei o que sou, nem o que faço, nem o que quero; estou despedaçada por mil sentimentos contrários. Pode imaginar-se estado mais deplorável? Amo-te de tal maneira que nem ouso sequer desejar que venhas a ser perturbado por igual arrebatamento. Matar-me-ia ou, se o não fizesse, morreria desesperada, se viesse a ter a certeza que nunca mais tinhas descanso, que tudo te era odioso, e a tua vida não era mais que perturbação, desespero e pranto. Se não consigo já suportar o meu próprio mal, como poderia ainda com o teu, a que sou mil vezes mais sensível? Contudo, não me resolvo a desejar que não penses em mim; e confesso ter ciúmes terríveis de tudo o que em França te dá gosto e alegria, e impressiona o teu coração.

Não sei porque te escrevo: terás, quando muito, piedade de mim, e eu não quero a tua piedade. Contra mim própria me indigno, quando penso em tudo o que te sacrifiquei: perdi a reputação, expus-me à cólera de minha família, a severidade das leis deste país para com as freiras, e à tua ingratidão, que me parece o maior de todos os males. Apesar disso, creio que os meus remorsos não são verdadeiros; do fundo do meu coração queria ter corrido ainda perigos maiores pelo teu amor, e sinto um prazer fatal por ter arriscado a vida e a honra por ti. Não deveria oferecer-te o que tenho de mais precioso? E não devo sentir-me satisfeita por ter feito o que fiz? O que me não satisfaz, pelo menos assim me parece, é o sofrimento e o desvario deste amor, embora não possa, pobre de mim!, iludir-me a ponto de estar contente contigo. Vivo - que infidelidade! - e faço tanto por conservar a vida como por perdê-la! Morro de vergonha! Então o meu desespero está só nas minhas cartas? Se te amasse tanto como já mil vezes te disse, não teria morrido há muito tempo? Enganei-te, és tu que deves queixar-te de mim. Ah, porque não te queixas? Vi-te partir, não tenho esperança de te ver regressar e no entanto respiro. Atraiçoei-te; peço-te perdão. Mas não, não me perdoes! Trata—me com dureza. Que a violência dos meus sentimentos te não baste! Sê mais exigente!

Ordena-me que morra de amor por ti! Suplico-te que me ajudes a vencer a fraqueza própria de uma mulher, e que toda a minha indecisão acabe em puro desespero. Um fim trágico obrigar-te-ia, sem dúvida, a pensar mais em mim; talvez fosses sensível a uma morte extraordinária, e a minha memória seria amada. Não é isso preferível ao estado a que me reduziste?

Adeus. Era melhor nunca te ter visto. Ah, sinto até ao fundo a mentira deste pensamento e reconheço, no momento em que escrevo, que prefiro ser desgraçada amando-te do que nunca te haver conhecido. Aceito, assim, sem uma queixa, a minha má fortuna, pois não a quiseste tornar melhor. Adeus: promete-me que terás saudades minhas se vier a morrer de tristeza; e oxalá o desvario desta paixão consiga afastar-te de tudo. Tal consolação me bastará, e se é forçoso abandonar-te para sempre, queria ao menos não te deixar a nenhuma outra. E serias tão cruel que te servisses do meu desespero para te tornares mais sedutor, e te gabares de ter despertado a maior paixão do mundo? Adeus, mais urna vez. Escrevo-te cartas tão longas! Não tenho cuidado contigo! Peço-te que me perdoes, e espero que terás ainda alguma indulgência com uma pobre insensata, que o não era, como sabes, antes de te amar. Adeus; parece-me que te falo de mais do estado insuportável em que me encontro; mas agradeço-te, com toda a minha alma, o desespero que me causas, e odeio a tranquilidade em que vivi antes de te conhecer Adeus. O meu amor aumenta a cada momento. Ah, quanto me fica ainda por dizer..

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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Uma noiva bela, belíssima
No passado sábado, decorreu mais uma hilariante sessão de Animação da Leitura para Todos, na Biblioteca Municipal de Grândola. 
O livro "Uma noiva bela, belíssima" convidou as crianças e respectiva família a assistir a um casamento italiano.
Filomena, uma dedicada costureira, deixou de partilhar momentos importantes com o seu amor  Ferrucio, por causa do seu vestido de noiva que revelou ser um autêntico suspiro gigante...!
O amor prevaleceu e viveram felizes para sempre.






















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Novidades Livros


RACHMAN, Tom
Os imperfeccionistas
82 LE-3 RCH

CHANG, Ha-Joon
23 coisas que nunca lhe contam sobre a economia
33 CHN




MATEOS, Mariana Chiesa
Migrando
82 LE MTS (Inf.)

LOBEL, Arnold
O porquinho
82 LE-34 LBL (Inf.)

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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Bom Fim-de-Semana
"Tambores" de Fernando Lanhas (1923-2012)

Os funcionários da Biblioteca Municipal desejam a todos um bom fim-de-semana
Poema da Semana
UM VENTO LEVE, UMA ESPUMA

Do beijo fica um sabor,
do sabor uma lembrança,
um vento leve, uma espuma.

Do beijo fica um sereno
olhar, o amor de coisas
minúsculas e humildes,
um pássaro que vai e vem
da nossa boca às palavras.

Do beijo fica, suprema,
a descoberta da morte.
Um vento leve, uma espuma
salgada, à flor dos lábios.

Fernando Assis Pacheco (1937-1995)  , in "A Musa Irregular"

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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Uma noiva bela, belíssima
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Livro da Semana

A História de Erika

de

Ruth Vander Zee
e
Roberto Innocenti





“Nasci em 1944. Não sei a data exacta do meu nascimento. Não sei que nome me puseram. Não sei em que cidade ou em que país vim ao mundo. Também não sei se tive irmãos. O que sei com certeza, é que quando tinha apenas uns meses me salvei do Holocausto…”

As ilustrações de Roberto Innocenti reforçam os profundos sentimentos que transmite a autora. O seu estilo é absolutamente realista, como fotogramas de um filme: pinta com uma paleta de cinzentos as imagens evocativas da história e reserva a cor para cenas pontuais, jogando com o passado e com o presente.

Este livro encontra-se disponível na Biblioteca Municipal

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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Dia Europeu da Internet Segura
Hoje, dia 7 de fevereiro, comemora-se o Dia Europeu da Internet Segura. Este ano, o evento organizado a nível europeu pela INSAFE (rede de cooperação dos projectos que promovem a sensibilização e a consciencialização para uma utilização mais segura da Internet pelos cidadãos) apresenta como slogan Aproximando gerações.

O projeto Internet Segura, da responsabilidade de um consórcio coordenado pela UMIC – Agência para a Sociedade do Conhecimento e que também envolve a Direcção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular do Ministério da Educação, a Fundação para a Computação Científica Nacional – FCCN, a Fundação para a Divulgação das Tecnologias de Informação - FDTI e a Microsoft Portugal, está a preparar iniciativas a nível nacional para promoção da utilização segura da Internet, com particular atenção nas escolas do ensino básico e secundário e Espaços Internet.

No portal http://www.rededeespacosinternet.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=1030&Itemid=49   pode ter acesso a um conjunto de recursos e atividades que o ajudarão a navegar na Internet de forma segura, bem como a ensinar as crianças e os jovens a fazer um uso correto da mesma.

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A estrada para Samarra
     Certo dia, um mercador de bagdad estava a bebericar uma limonada no seu jardim, quando um dos criados veio a correr ter com ele, atirando-se a seus pés.
     - Amo! - gritou ele. - Salvai-me! Acabei de ver a Morte a passear pelo jardim. Ela olhou-me directamente nos olhos e tenho a certeza que veio por minha causa. Amo, suplico-vos, emprestai-me um cavalo para eu fugir para longe, para onde a Morte não me possa encontrar!
     - Pega no cavalo mais veloz do meu estábulo - disse o mercador. - Mas para onde irás tu?
     - Eu tenho um primo que vive em Samarra. Consigo chegar lá ao anoitecer.
     - Então parte imediatamente - disse o mercador. - Tens a minha bênção.
     E lá partiu o criado, como se o diabo estivesse no seu encalço.
     O mercador foi passear pelo seu jardim até que avistou a Morte, ainda no local onde o criado a havia deixado. Este mercador era um homem sábio, não tinha receio de enfrentar a Morte.
     - Porque ameaçaste o meu criado agora mesmo?, - perguntou-lhe.
     A Morte sacudiu a cabeça e sorriu: - Assustei-o? Não era meu propósito. Acontece que fiquei estupefacta por me deparar com ele aqui, em Bagdad, pois é suposto encontrar-me com ele, ao anoitecer, em Samarra.

Celeste Pereira (adaptação), in "Contos divertidos"

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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Exposição "Darwin Now"
Na passada sexta-feira, pelas 14H, no Auditório da Biblioteca Municipal, realizou-se a abertura da exposição "Darwin Now", que contou com a participação do actor Francisco Branco.

Esta exposição estará patente ao público até dia 20 de Fevereiro.







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Novidades Livros



RUIZ ZAFÓN, Carlos
O Príncipe da Nebelina
82 LE-3 ZFN

STOCHETT, Kathryn
As serviçais
82 LE-3 STC

 


BALLIETT, Blue
A caixa dos perigos
82 LE-311.3 BLL (Juv)

ESPANCA, Florbela
Florbela Espanca: Antologia Poética
82 LP-1 SPN (Juv)





LIONNI, Leo
Quem é?
82 LE LNN (Inf)

CARLE, Eric
O senhor cavalo-marinho
82 LE-34 CRL (Inf)

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