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Biblioteca Municipal de Grândola
Biblioteca Municipal de Grândola
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quinta-feira, 30 de julho de 2015
Animação de Verão - Jardim 1º de Maio - Julho de 2015
 
 
Jardim 1º de Maio recebe esta 6.ª feira, 31 de julho, o espetáculo que encerra a programação de Animação de Verão promovida pelo Município de Grândola.
A partir das 22h00 Ao Luar Teatro leva à cena “As Mulheres Sábias” com encenação e direcção artística de Rui Penas. Uma peça de Moliére apresentada pela primeira vez em Paris em 1672 com o título original “Les femmes savantes”.

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Cartaz de Cinema - Agosto


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Filme da Semana
 
Mapas para as estrelas
 
um filme de
 
David Cronenberg
 
 
   "Em MAPAS PARA AS ESTRELAS de David Cronenberg, somos guiados por Benjie (Evan Bird) um «jovem-estrela» insuportável mas ainda assim comovente e engraçado, que nos leva a conhecer a sua família e a testemunhar o mundo supérfluo e tortuoso das celebridades egoístas e dos seus assistentes, prestes a serem manipulados e destruídos pela jovem que literalmente representa o fruto das torcidas maquinações desse mundo, Agatha (Mia Waskowska), a atormentada e aparentemente psicótica irmã de Benjie.  MAPAS PARA AS ESTRELAS é uma sátira de um m undo vago e corrupto mas é, também, uma história de fantasmas e assombrações. Conta no seu elenco com Julianne More, Robert Pattinson, John Cusack e Mia Wasikowka."

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quarta-feira, 29 de julho de 2015
Novidades Livros
 
O sino da Islândia
 
de
 
Halldór Laxness
 
 
   "No final do século XVII, o emissário e carrasco do rei da Dinamarca recebe ordens para confiscar o sino de Þingvellir, velho símbolo da independência islandesa, e para o levar desmantelado em peças até Copenhaga. Jón Hreggviðsson, um agricultor pobre e rude, a braços com a lei pelo roubo de corda, é acusado do seu homicídio e condenado à morte. A sua atribulada fuga e o longo processo que se seguirá ocupará a justiça durante mais de 30 anos.
   Arnas Arnæus, erudito e bibliotecário islandês, que percorre o seu país para encontrar os fragmentos desaparecidos da Edda em verso - os poemas épicos fixados no século XIII envolve-se num caso amoroso com Snæfríður, a filha do magistrado que viria a condenar Jón.
   Como os caminhos destas personagens se cruzarão é o que nos conta Halldór Laxness que, com mão de mestre, transforma a história de O Sino da Islândia numa homenagem à tradição heroica islandesa, usando como cenário reais conflitos políticos e sociais ocorridos de 1650 a 1790 entre a potência dinamarquesa e a oprimida colónia islandesa.
 
O Sino da Islândia, pela primeira vez aqui traduzido para português, foi aclamado como uma das obras maiores do prémio nobel islandês, tendo sido adaptado pelo próprio autor ao teatro, numa peça de clamoroso sucesso."
 

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terça-feira, 28 de julho de 2015
Animação de Verão * Jardim 1º de Maio - Animação Infantil
"O menino de todas as cores"
 
Cafinvenções - Associação Artística, Cultural e Educativa
 
 
 







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Biblioteca Itinerante - Horário e Percurso - Agosto
Viagem através do Sol
   "Uma criança sentou-se na tarde agreste e pintou o sol. A sala onde a criança estava, ficou iluminada e fresca. Depois, a criança misturou as tintas, a água, o sonho e, num grande cartão, lentamente, foi erguendo prados, lezírias, florestas, aves, flores inesperadas. Então, chamou a irmã que a um canto assistia à criação deste mundo original e disse: «Vamos fazer uma viagem!»
   E entraram os dois com seus olhos e sua imaginação pela tela dentro, alheios ao espanto de quem os contemplava nesse itinerário súbito da tarde de frio.
   Misteriosamente, trocavam palavras de silêncio, encontravam-se com anões, gigantes e animais estranhíssimos, metade bichos que, ora os assustavam, ora os desvaneciam.
   A certa altura a menina disse:
   - Vamos chamar a mamã?
   E o menino respondeu:
   - Não podemos. É muito alta. Não cabe nestes caminhos: ia pisar tudo e estes bichinhos ficavam tristes. Muito tristes.
   A mãe, imóvel numa cadeira, ali mesmo à entrada desse lugar impenetrável e inacessível, ouvia o diálogo e tentava fazer-se pequenina para ir com eles. Mas não conseguia. Esforçava-se imenso e não conseguia. Tinha uma grande vontade de chorar por estar ali sozinha à beira daquele milagre mas as lágrimas não lhe adiantavam. Entretanto, os meninos, sempre a caminharem, tinham chegado ao mar. Era um mar sem abismos, sem ondas, sem temporais. Um mar susceptível de ser atravessado pelos pés levíssimos de quem o descobria.
   - Vamos ao fundo deste mar! - disse a menina.
   - Cá em cima é mais fresco. Lá em baixo há peixes grandes e escuros. Mordem, os peixes.
   - E a mamã? - insistia a menina, já perturbada pela lonjura a que devia estar de casa, perturbada pelo bibe molhado, aflita com as algas verdes que se lhe colavam ao rosto.
   - Levamos-lhe uma flor do mar. Ela fica contente se tem uma flor.
   - Vamos já embora? - tornava a menina.
   - Não. Só quando formos muiiiiiito velhos.
   A menina calou-se. Estava séria. Estendeu-se ao lado do irmão na areia branca daquela praia tranquila e distante.
   Sentia-se muito cansada e adormeceu.
   Então, amorosamente, o irmão tapou-a de folhas e flores imaginárias e ficou ali a velar-lhe o sorriso.
   Quando reparou na mãe, estremeceu ligeiramente. Tinha os olhos brilhantes e, dos cabelos, escorria-lhe um perfume a sol e azul.
   Sobre a tela, encostada a um armário, a noite começava a diluir em sombra toda a floresta e o dorso dos animais marinhos erguia-se também numa respiração tranquila."
 
Maria Rosa Colaço, in "Não quero ser grande." 
    

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segunda-feira, 27 de julho de 2015
Novidades Livros
 
FOLLETT, Ken
No limiar da eternidade
82 LE-3 FLL
 

 
TIBET
Pânico na Net
82-9 TBT
 

 
KLASSEN, Jon
Quero o meu chapéu
82 LE-34 KLS (Inf)

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sexta-feira, 24 de julho de 2015
Bom Fim de Semana
Amy Winehouse (14/9/1983 - 23/7/2011)
 
Imagem retirada daqui
 
 
Bom Fim de Semana

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Poema da Semana
NÃO PARO DE PENSAR E NEM REPARO...
Um dia vão saber quem foi que eu era.
Se o fui já nem recordo, mas quem dera
Que eu fosse antes de mim o meu preparo.
Deliro. Efervesço. Durmo. Acordo.
Esta febre ao que vem, de que me serve?
Provar que eu sou calor, e se me ferve
Provar-me assim que sou e me transbordo?
Cabeça fria, vá! Pensar não mais!
Eu que sinto coa pele do pensamento
Já sinto não a pele antes o vento.
E só de o pensar tremo como um cais.
Eu suo... nem me sou... eu já delira...
Qual hera crê-se a corda e cresce a lira.

Daniel Jonas, in "Nó"
(Grande Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes)

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quinta-feira, 23 de julho de 2015
Animação de Verão - Jardim 1º de Maio - Julho de 2015


Animação de Verão
 
Jardim 1º de Maio
 
24 (22H00) e 25 (11H00) de Julho

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Filme da Semana
 
Caminhos da Floresta
 
um filme de
 
Rob Marshall
 
 
   "Do realizador de Chicago e do produtor de Wicked, chega-nos uma moderna abordagem dos adorados contos que você pensava conhecer. Meryl Streep protagoniza este musical épico que se aventura pelos Caminhos Da Floresta.   Personagens icónicos como a Cinderela, a Capuchinho Vermelho, o João e o Pé de Feijão e a Rapunzel, vêm os seus destinos interligados com um humilde padeiro e a sua mulher, cujo desejo de ter uma criança os lança numa demanda para reverter a maldição de uma bruxa (Streep).   Com um elenco repleto de estrelas, esta fascinante aventura, é tudo aquilo que poderia desejar." 

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quarta-feira, 22 de julho de 2015
Animação de Verão - Jardim 1º de Maio - 25 de Julho
 
 
O menino de todas as cores
 
Cafinvenções - Associação Artística, Cultural e Educativa
 
Jardim 1º de Maio
 
Sábado 25 de Julho - 11H00

 
 

 
"Conta a história de um menino que vai dar a volta ao mundo.
No contacto com as várias raças descobre que o mundo não é feito de uma só cor e cria laços e amizades com um menino de cada terra.
É um espectáculo interactivo e multicultural, encenado de uma forma original, pois a barraca é as enormes calças que a marionetista enverga, contanto a história e de onde vão surgindo as marionetas."


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Livro da Semana
 
Fernão Capelo Gaivota
 
de
 
Richard Bach
 
 
UM DOS LIVROS MAIS AMADOS EM TODO O MUNDO AGORA NA INÉDITA VERSÃO INTEGRAL
 
   "Fernão é diferente de todas as outras gaivotas do Bando. As outras foram educadas, desde pequenas, para a sua missão: ir para o mar e trazer o alimento. E é o que fazem, dia após dia, desde sempre. Sem nunca se questionarem porquê.
   Fernão não percebe. Ele voa por prazer, voa cada vez melhor, e sabe que o voo, em si mesmo, é um dom único. E, aos poucos, desafiando as rígidas regras do Bando, assume o seu desejo de se aperfeiçoar, de usar melhor esse fantástico poder de voar. E procura ir sempre cada vez mais rápido, cada vez mais longe, até onde as asas o levarem - levando as suas experiências ao limite e arriscando a própria vida. Mas o Bando não vê com bons olhos aquelas aventuras. E acaba por expulsá-lo, condenando-o ao exílio...

   Livro mágico, que encantou mais de 40 milhões de leitores em todo o mundo, e deu origem a filmes e discos. Fernão Capelo Gaivota é uma fábula sobre o poder dos nossos sonhos - e até onde eles nos podem levar.
   O nosso caminho, o nosso destino, está escrito há muito dentro de cada um. Muitas vezes, porém, tendemos a ignorá-lo, levados pela opinião dos que nos rodeiam, pelas críticas que ouvimos. Quando, na verdade, podemos simplesmente escolher o nosso próprio caminho, lutar por muito mais do que aquilo que temos... E aprender verdadeiramente a voar."

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terça-feira, 21 de julho de 2015
Animação de Verão * Jardim 1º de Maio - Animação Infantil
A menina e o pássaro
 
Cafinvenções - Associação Artística, Cultural e Educativa
 
 
 





 

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O PORTUGUÊS
   "Prefere ser um rico desconhecido, a ser um herói pobre. É melhor do que parece. O homem português é dissimulado, e fez da inveja um discurso do bom senso e dos direitos humanos.
   Mas é também um homem de paixões moderadas pela sensibilidade, o que faz dele um grande civilizado.
   Gosta das mulheres, o que explica o estado de dependência em que as pretende manter. A dependência é uma motivação erótica.
   É inovador mas tem pouco carácter, como é próprio dos superiormente inteligentes, tanto cientistas, como filósofos e criadores em geral.
   Mente muito, e a verdade que se arroga é uma culpa inibida. Vemos que ele se mantém num estado primitivo quando defende a sua área de partido, de seita e de família, à custa de corrupções e de crimes, se for preciso.
   Gosta do poder mas não da notoriedade. Não tem o sentido da eternidade, mas sim o prazer da liberdade imediata. Não é democrata; excepto se isso intimidar os seus adversários.
   Não tem génio, tem habilidade.
   É imaginativo mas não pensador.
   É culto mas não experiente.
   Não gosta da lei, porque ela desvaloriza a sua própria iniciativa. É místico com a fábula e viril com a desgraça.
   Admira mais a Deus do que tem fé Nele."
 
Agustina Bessa-Luís, in "Caderno de significados"

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segunda-feira, 20 de julho de 2015
Novidades Livros
 
ZIVKOVIC, Zoran
O grande manuscrito
82 LE-3 ZVK
 

 
COSEY
Em busca de Peter Pan
82-9 CSY
 

 
WILD, Margaret
Samuel & Saltitão
82 LE-34 WLD (Inf)

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sexta-feira, 17 de julho de 2015
Bom Fim de Semana
Alexandre O'Neill, por André Carrilho



Bom Fim de Semana

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Poema da Semana
Auto-retrato

O’Neill (Alexandre), moreno português,
cabelo asa de corvo; da angústia da cara,
nariguete que sobrepuja de través
a ferida desdenhosa e não cicatrizada.
Se a visagem de tal sujeito é o que vês
(omita-se o olho triste e a testa iluminada)
o retrato moral também tem os seus quês
(aqui, uma pequena frase censurada...)
No amor? No amor crê (ou não fosse ele O’Neill!)
e tem a veleidade de o saber fazer
(pois amor não há feito) das maneiras mil
que são a semovente estátua do prazer.
Mas sofre de ternura, bebe de mais e ri-se
do que neste soneto sobre si mesmo disse…

Alexandre O'Neill, in "Poesias Completas"

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quinta-feira, 16 de julho de 2015
Vivam as Férias * Verão 2015 - 21, 22 e 23 de Julho

 
 
Biblioteca Municipal
 
21, 22 e 23 de Julho - 10H30 

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Animação de Verão - Jardim 1º de Maio - Julho de 2015
 
 
Animação de Verão
 
Jardim 1º de Maio
 
17 e 18 de Julho

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Filme da Semana
 
O conto da Princesa Kaguya
 
um filme de
 
Isao Takahata
 
 
   "O CONTO DA PRINCESA KAGUYA, baseado no conto popular japonês «O conto do cortador de bambu», é o mais recente filme dos estúdios GHIBLI e o culminar de décadas de contemplação do seu realizador, também cofundador dos estúdios, Isao Takahata.
  
   Encontrada dentro de uma cana de bambu brilhante, uma pequena bebé é criada por um velho cortador de bambu e a sua mulher, tornando-se numa jovem bela e requintada, uma verdadeira princesa. Do campo à grande cidade, ela encanta todos os que consigo se cruzam, incluindo cinco pretendentes nobres a quem Kaguya pede missões aparentemente impossíveis, para tentar evitar o casamento com um estranho que não ama. Além dos cinco pretendentes, a jovem chama a atenção do próprio Imperador.
   Mas qual será mesmo o destino da Princesa Kaguya?"

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quarta-feira, 15 de julho de 2015
Animação de Verão - Jardim 1º de Maio - 18 de Julho
 
 
A menina e o pássaro
Cafinvenções - Associação Artística, Cultural e Educativa

Jardim 1º de Maio
Sábado 18 de Julho - 11H00
 
 
 
 
 
"Espectáculo mágico, divertido e participativo, que conta a história de uma menina que faz amizade com um passarinho. Mas o passarinho infeliz por estar preso numa gaiola, foge.
A menina decide então ir procurar o seu amigo… para isso transforma-se em menina real e procura-o com a ajuda das crianças onde constrói a “casa da liberdade” com pintura em tela ao som de uma valsa, onde o passarinho poderá viver feliz para sempre."


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Inauguração da Exposição de Desenho de Carlos Roxo "Do mar à serra, Entre o dia e o sonho"
Livro da Semana
 
Um circo que passa
 
de
 
Patrick Modiano
 
 
 
   "Um circo que passa revela bem o estilo de Patrick Modiano, fortemente marcado pela guerra, pelos anos 40 e pela sua própria infância.
 
   A polícia, os bares duvidosos e as ruas de uma cidade simultaneamente amiga e inimiga - é nesta Paris dos anos 60 que acompanhamos a fuga e as deambulações de um casal à procura do amor. Uma história que tem como narrador Jean, e em que toda a ação gira em torno do seu relacionamento, aos dezassete anos, com a misteriosa Gisèle. Ambos têm muito a esconder um do outro. Partilham, porém os mesmos sonhos.
 
   «Ela tinha deixado as chaves do carro em cima do tabliê. Entrou no prédio. Perguntei a mim próprio se ela voltaria. Após alguns instantes, saí do carro e plantei-me à porta do edifício, uma porta envidraçada com ferragens. Talvez houvesse uma porta dupla. Ela desaparecera e deixara-me ali com aquele carro inútil. Tentei raciocinar. No caso de ela fugir eu tinha vários pontos de referência: o café da Rua Washington do qual Jacques era cliente assíduo, o apartamento de Ansart e principalmente as malas. Porquê este medo de a ver desaparecer? Eu conhecia-a há vinte e quatro horas e não sabia nada dela. Até o seu nome próprio eu tinha sabido por terceiros. Ela não parava num sítio, andava de um lado para o outro como se fugisse de um perigo. Tinha a sensação de a não conseguir deter.»"

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terça-feira, 14 de julho de 2015
Animação de Verão * Jardim 1º de Maio - Animação Infantil
Tobias & Tomé
 
Algazarra - Teatro e Marionetas
 






 

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