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Biblioteca Municipal de Grândola
Biblioteca Municipal de Grândola
Rua Dr. José Pereira Barradas 7570-281 Grândola tlf:269450080 fax:269498666 biblioteca@cm-grandola.pt
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
Biblioteca Municipal de Grândola - Encerramento dos Serviços do 1º Piso e Cave - 1 a 21 de Setembro

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Livro da Semana
 
Um estranho lugar para morrer
 
de
 
Derek B. Miller
 
 
   "Sheldon, um judeu americano, parece ter chegado ao fim da linha. É viúvo, tem 80 anos, e revela sinais de demência. A filha, preocupada, decide levá-lo para Oslo, onde vive com o marido. Um dia, quando o deixa sozinho no apartamento, Sheldon ouve ruídos na escada. Percebe que é uma vizinha a ser perseguida, a tentar proteger desesperadamente um filho pequeno. A mulher acaba por ser morta selvaticamente. Mas o octogenário consegue, in extremis, esconder a criança dos perseguidores.
   É o ponto de partida de um romance onde tudo nos surpreende. Aos poucos vamos juntar as peças do puzzle. Sheldon é afinal um ex-veterano da Guerra da Coreia, que há décadas vive num secreto inferno, a tentar expiar um crime involuntário. Num último esforço para se redimir, assume como missão salvar o filho da vizinha. E, numa terra desconhecida para ambos, começa uma fuga épica, que os levará aos confins da Noruega - e uma perseguição implacável, movida por um gangue Kosovar.
   Um estranho lugar para morrer, considerado o melhor romance do ano por uma série de publicações de referência, desafia qualquer definição. O ritmo e a tensão absolutamente sufocantes remetem para o thriller moderno, do mais fino recorte escandinavo. Mas o autor, um ativista do desarmamento e dos direitos humanos, usa a dramática epopeia de Sheldon para pôr a nu a violência latente na cultura ocidental."

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terça-feira, 25 de agosto de 2015
Feira de Agosto 2015 - Programa
 
Parque de Feiras e Exposições
 
27 a 31 de Agosto
 
 

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O DOM DOS ESCRITORES
   "Falar de coisas belas que resultam do nosso dom de escritores parece coisa de pedantes e gente vã. Platão e Aristóteles eram pessoas como outras quaisquer, rindo com os amigos e sofrendo com eles se algum mal sucedia. A parte menos séria da vida era a obra com que se divertiam. E se escreviam sobre política era como se propusessem as regras dum asilo de loucos.
   O melhor dum escritor é ser negociável no entendimento, comum no conviver, justo no aconselhar, benigno no julgar e sempre aberto perante as glórias. É soberba esperar muito do que se faz por talento, porque se faz por gosto. E um gosto não é medida do trabalho humano. Este é, sobretudo, esforço e sacrifício e passo do destino que nos acabrunha. O escritor é hoje um modelo de ignorância, e não um trajecto de sabedoria. Mesmo quando se faz erudito, converte-se num mercado de bugigangas, com muitas coisas brilhantes que apregoar e poucas valiosas que oferecer. Também não é bom ser austero demais, nem culto, que pareça solidão fingida. Bom é agradecer a luz do coração com que se fazem amigos. Bom é amar em pequenas porções, momentos, pessoas e tudo que não faz costume. Arregaço as mangas, não para escrever um livro, mas para me acotovelar com a multidão. Oh gente tão lenta em perceber que a amamos! É crueldade dar aos livros o tempo com que nascemos. Construir a natureza é o que nos faz calcular a sua vastidão."
 
Gólgota, 28 de Maio de 1990
 
Agustina Bessa-Luís, in "Caderno de significados" 
 

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segunda-feira, 24 de agosto de 2015
Biblioteca Itinerante - Horário e Percurso - Setembro
Novidades Livros
 
OLIVER, Jamie
As receitas que nos fazem felizes
641.5 LVR
 

 
TIBET
Chegou a tua hora, Ric Hochet
82-9 TBT
 

 
LÓPEZ DE MUNÁIN, Iratxe
Rapunzel
82 LE-34 MNN (Inf)

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sexta-feira, 21 de agosto de 2015
Bom Fim de Semana
 
Alexandre O'Neill, por António
 
 
 
Bom Fim de Semana

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Poema da Semana
PEDRA-FINAL

Tanta gente,
tantos enredos
Até ficarmos para sempre
quedos!

Para sempre? não!
Que outros (mínimos) seres
Já trabalham na nossa remoção.

Alexandre O'Neill (19/12/1924 - 21/8/1986)

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quinta-feira, 20 de agosto de 2015
Comemorações do Dia Internacional da Juventude - Agosto
 
 
Skate Park de Grândola
 
22 de Agosto - 15H00 às 21H00
 

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Filme da Semana
 
Olhos grandes
 
um filme de
 
Tim Burton
 
 
   "Da rocambolesca mente do realizador Tim Burton, OLHOS GRANDES conta a história verídica e incrível de uma das fraudes de arte mais épicas da história. No final dos anos 1950 e início dos anos 1960, o pintor Walter Keane (Christoph Waltz) tinha alcançado um sucesso inacreditável, revolucionando a comercialização da arte popular com as suas pinturas enigmáticas de crianças com olhos grandes. A bizarra e chocante verdade acaba, no entanto, por ser descoberta: na verdade as obras de Walter não haviam sido criadas por ele, mas pela sua mulher, Margaret (Amy Adams). Os Keans, ao que parece, vivem numa mentira colossal com a qual tinham enganado o mundo inteiro. Um conto demasiado incrível para ser ficção, OLHOS GRANDES centra-se no despertar de Margaret como artista, o sucesso fenomenal das suas pinturas e a relação tumultuosa com o marido, catapultado para a fama internacional ao tomar crédito pelo seu trabalho."

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quarta-feira, 19 de agosto de 2015
Turismo Juvenil - À descoberta de Alcoutim
 
 
Estúdio Jovem
 
Inscrições até 21 de Agosto
 

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Livro da Semana
 
Arquipélago
 
de
 
Joel Neto
 
 
   "Açores, 1980. Quando um grande terramoto faz estremecer a ilha Terceira, o pequeno José Artur Drumonde dá-se conta de que não consegue sentir a terra tremer debaixo dos pés. Inexplicável, esse mistério há-de acompanhá-lo durante toda a vida. Mas, entretanto, é hora de participar na reconstrução da ilha, tarefa a que os passos e os ensinamentos do avô trazem sentido de missão.
 
   Já professor universitário, carregando a bagagem de um casamento desfeito e uma carreira em risco, José Artur volta aos Açores. Passaram-se 35 anos. O amor à terra e os mistérios do passado depressa o arrancam à melancolia, e ele viaja pela ilha com a paixão que há muito lhe faltava, redescobrindo a magia da paisagem e idealizando a beleza silenciosa da mulher que o hospeda.
 
   Durante as obras de remodelação da casa do avô, é descoberto um cadáver que o levará em busca dos segredos da família, da história oculta do arquipélago e de uma seita ritualista com ecos do mito da Atlântida. Mas é nos ódios que separam dois clãs rivais que o professor tentará descobrir tudo o que os anos, a insularidade e os destroços do grande terramoto haviam soterrado...
 
   Usando a mestria narrativa e o apuro literário dos clássicos, bem como um dom especial para trazer à vida os lugares, as gentes e a História dos Açores, Joel Neto apresenta um romance de grande fôlego, em que a ilha é também protagonista de uma epopeia corajosa e emocionante como há muito não se via na literatura portuguesa." 

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terça-feira, 18 de agosto de 2015
O "Centrum" de nenhum
   "Dantes, só havia um Centrum. Era um multivitamínico para toda a gente.
   Entretanto, o Centrum complicou-se. No estrangeiro, há Centruns mais sectários: pré-natal, para o coração e para dar energia. Os Centruns para jovens com 49 anos ou menos podem tomar-se como líquido ou em pastilhas mastigáveis, que não precisam de água. As flavorburst são as mais apetitosas, largando xarope de fruta falsa na nossa cavidade bucal antes de reverterem ao sabor-padrão de cartolina salivada.
   Em Portugal, há um Centrum júnior para as crianças, sejam elas meninas ou meninos. Depois há um Centrum para as mulheres com menos de 50 anos e outro para as que têm mais de 50 anos. Idem para os homens.
   Há ainda dois vestígios de tempos mais inocentes: há o Centrum simplesmente Centrum, que não precisa de saber mais nada acerca de si para vitaminá-lo e mineralizá-lo. Caso tenha passado a barreira (fictícia mas deprimente) dos 49 anos, ainda há o Centrum Select 50 plus, sem discriminação sexual.
   A pergunta lógica é: quem é que deve tomar o Centrum normal? Não pode ser nem um júnior nem uma mulher adulta nem um homem adulto com menos ou mais de 50 anos. Quem é que fica? Ninguém. Será que é ninguém que deve tomar o Centrum que dantes era para toda a gente?
   Ou continuará, no fundo, a ser o melhor Centrum de todos para os seres humanos que não sabem (nem querem saber) a quantas andam? Quanto tempo faltará para os Cornflakes aprenderem as mesmas manhas?
   Mal posso esperar."
 
Miguel Esteves Cardoso, in "Público" (5/3/2015) 

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segunda-feira, 17 de agosto de 2015
Novidades Livros
 
FRANCO, Jorge
O mundo de fora
82 LE-3 FRN
 

 
TOPPI, Sergio
Sharaz-De
82-9 TPP
 

 
ALMAGRO, Inés
As luvas do Capuchinho
82 LE-34 LMG (Inf)

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sexta-feira, 14 de agosto de 2015
Bom Fim de Semana
 
Bertolt Brecht (1926), por Rudolf Schlichter
 
 
Bom Fim de Semana para todos

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Poema da Semana
Intertexto

Primeiro levaram os negros
Mas não me importei com isso
Eu não era negro

Em seguida levaram alguns operários
Mas não me importei com isso
Eu também não era operário

Depois prenderam os miseráveis
Mas eu não me importei com isso
Porque eu não sou miserável

Depois agarraram uns desempregados
Mas como tenho meu emprego
Também não me importei

Agora estão me levando
Mas já é tarde.
Como eu não me importei com ninguém
Ninguém se importa comigo.

Bertolt Brecht (10/2/1898 - 14/8/1956)

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quinta-feira, 13 de agosto de 2015
Turismo Juvenil - À descoberta de Alcoutim

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Filme da Semana
 
Exodus: Deuses e Reis
 
um filme de
 
Ridley Scott


"Do aclamado realizador Ridley Scott (Gladiador, Prometheus) chega-nos a megaprodução bíblica Exodus: Deuses e Reis, o conto épico de um homem único que teve a coragem de assumir o poder de um Império. Usando incríveis efeitos visuais, esta espetacular aventura dá uma nova dimensão à história de Moisés (Christian Bale), à forma como ele desafia o Faraó Ramsés (Joel Edgerton), ao libertar mais de 400.000 escravos e levá-los numa colossal jornada de salvação para longe do Egipto e das aterradoras pragas mortais."

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quarta-feira, 12 de agosto de 2015
Biblioteca Municipal de Grândola - Encerramento dos Serviços do 1º Piso e Cave - 1 a 21 de Setembro
 


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Livro da Semana
 
D. Teresa
 
de
 
Isabel Stilwell
 
 
 
   "O seu destino estava marcado por uma palavra mágica e poderosa, gritada ao vento e escrita num pergaminho virgem, com pena de pato macho: Anisisapta. Esta é a sua história. A história de Teresa, filha de Ximena Moniz do Bierzo, de quem herdou os olhos verdes e a astúcia, e de Afonso VI de Leão e Castela que, legitimando-a, lhe sussurrou ao ouvido: «Teresa, filha minha.» Filha de um Imperador, dele herdou o feitio temperamental e a paixão pelo poder. Viúva aos vinte e cinco anos do Conde D. Henrique de Borgonha, regeu com pulso de ferro o que era seu por direito. Em 1116, o papa Pascoal II chamava-lhe rainha.
 
   Isabel Stilwell, a autora de romances históricos mais lida em Portugal, traz-nos um romance emocionante sobre esta personagem fundamental da nossa história. Uma mulher de armas, à frente do seu tempo, que governou num mundo de homens e de conspirações.
   Pelo seu Condado Portucalense confrontou a meia-irmã e rival rainha Urraca de Castela, o pai, a Igreja Católica, os nobres portucalenses e até mesmo o próprio filho D. Afonso Henriques. A cavalo, de espada em riste, enfrentou-o na lendária Batalha de São Mamede, em 1128.
   Trinta e três anos depois de ter chegado ao condado com tanta esperança, tantos sonhos, via-se obrigada a fugir, derrotada pelo seu próprio sangue, traída... O seu único consolo era ter ao lado o seu amor Fernão Peres de Trava e a certeza de que em Sahagún, Alberto, fiel amigo, escreveria com verdade a sua história. Imortalizada."

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terça-feira, 11 de agosto de 2015
Comemorações do Dia Internacional da Juventude - Agosto
Vivam as Férias * Verão 2015
No âmbito do Programa “Vivam as Férias”, a Biblioteca Municipal de Grândola dinamizou um conjunto de atividades, dirigidas a crianças e jovens, com idades compreendidas entre os 6 e os 15 anos: Sketching Grândola, À Volta das Palavras, Baú das Histórias, Visita ao Pavilhão do Conhecimento e Parque das Nações e Uma Noite na Biblioteca.
Também na Biblioteca do Jardim, com a parceria da Escola Zen Itinerante, realizaram-se as Pausas Zen Kids, procurando trabalhar a concentração e a criatividade das crianças.
 
 
Sketching Grândola
 



 
 
À Volta das Palavras
 


 
 
Baú das Histórias
 


 
 
 
Visita ao Pavilhão do Conhecimento e Parque das Nações
 




 
 
 
Uma noite na Biblioteca
 





 
 
Pausas Zen Kids
 


 
 


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Verão
«Só o verão vale a pena ser vivido», Rilke
 
 
   "Vejo: caminhas até à borda da água e o reflexo da luz na água torna confusa a tua silhueta, como se fossem duas pessoas que caminhassem num só corpo. Mas quando mergulhas e desapareces dentro de água, as duas pessoas fundem-se numa só e tudo se torna nítido de repente. Sei o que sentes, agora. Posso fechar os olhos e sinto-o também: a leveza da água sobre os ombros, a consciência das coisas que tocas com as mãos, as pedras e a areia grossa do fundo. Os peixes que passam diante do teu olhar, a certeza de que a vida existe quando, por um instante, descemos a este mundo submerso que não é o nosso e depositamos o peso que trazemos do mundo que é o nosso e assim nos reconstruímos, porque a água tudo limpa.
   Não vejo: fechou-se a marca da água que se abrira à tua entrada, um abismo líquido interpôs-se entre nós, um prenúncio de catástrofe manchou a luz sem sombras de um dia que julgávamos eterno. Posso ficar deitado a olhar um céu absolutamente azul, posso procurar a luz do sol e olhá-lo sem medo até que ele se transforme em milhares de pontos vermelhos, como lágrimas em desordem. E posso fechar os olhos sabendo que agora nada mais acontecerá, para sempre.
   Enquanto o Verão passa e não regressam os que mergulharam no fundo do mar, a praia é como um tempo suspenso, difuso e pouco nítido, atravessado por sons familiares como os gritos das crianças à borda da água ou a voz cantada do vendedor de gelados. Qualquer outro ruído estranho tornaria claro o que queremos fluido, perturbaria a única paz que se tornou possível, a que advém do irreal.
   Em Setembro virão as marés vivas e depois o Outono começará a despir as árvores, antes que um céu plúmbeo se abata sobre nós e uma chuva sem remorsos varra da nossa pele os últimos vestígios de sal. A partir daí, ficamos à espera, outra vez. Pelos céus azuis, pelos peixes prateados, pela limpidez da água, pelos risos das crianças. Não quero que desesperes na espera: haverá sempre Verão, sempre, para além de nós mesmos, e por mais demorado que seja o regresso." 
 
Miguel de Sousa Tavares, in "Não te deixarei morrer, David Crockett"

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segunda-feira, 10 de agosto de 2015
Novidades Livros
 
GÖTZ, Aly
O estado popular de Hitler
94(100) ALY
 

 
TIBET
A pista vermelha
82-9 TBT
 

 
QUINTERO, Armando
Caracol e Caracola
82 LE-34 QNT (Inf)


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sexta-feira, 7 de agosto de 2015
Bom Fim de Semana
Fernando Pessoa, pintado por Xico Fran
 
 
 
 
Bom Fim de Semana 

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Poema da Semana
Como a noite é longa!
Toda a noite é assim...
Senta-te, ama, perto
Do leito onde esperto.
Vem pr'ao pé de mim...

Amei tanta coisa...
Hoje nada existe
Aqui ao pé da cama
Canta-me, minha ama,
Uma canção triste.

Era uma princesa
Que amou... Já não sei...
Como estou esquecido!
Canta-me ao ouvido
E adormecerei...

Que é feito de tudo?
Que fiz eu de mim?
Deixa-me dormir,
Dormir a sorrir
E seja isto o fim.

Fernando Pessoa, in "Amo como o amor ama: escritos de amor"

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quinta-feira, 6 de agosto de 2015
Filme da Semana
 
As asas do vento
 
um filme de
 
Hayao Miyazaki


"Jiro sonha em voar e criar belos aviões, inspirado pelo famoso criador de aeronáutica Caproni. A usar óculos desde tenra idade e impossibilitado de se tornar piloto, Jiro integra a divisão de aeronáutica de uma grande empresa japonesa em 1927. A sua genialidade é cedo reconhecida, e torna-se um dos mais respeitados engenheiros aeronáuticos.
 
AS ASAS DO VENTO debruça-se sobre a maior parte da sua vida, retratando eventos históricos do Japão que afetaram a vida de Jiro, incluindo o grande terramoto de Kanno de 1923, a Grande Depressão, a epidemia de tuberculose e a entrada do Japão na guerra. Ele conhece Nahoko, por quem se apaixona, dedica-se à amizade com o seu colega Honjo, e inova constantemente, levando o mundo da aviação para o futuro.
 
Hayao Miyazaki combina as personalidades do engenheiro Jiro Horikoshi e do autor Tatsuo Hori, que foi contemporâneo do período abordado em AS ASAS DO VENTO, para criar Jiro, um personagem fictício no centro de um conto épico de amor, perseverança, e os desafios de conseguir viver e fazer as escolhas certas num mundo tumultuoso."
 

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