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Biblioteca Municipal de Grândola
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quinta-feira, 31 de maio de 2012
Dia Mundial da Criança - Programa
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Livro da Semana







Margem de certa maneira:  o maoismo em Portugal 1964-1974

de

Miguel Cardina








 

"Um estudo inédito sobre a extrema-esquerda portuguesa de inspiração maoista nos anos que antecederam a Revolução de 1974"

     "No rescaldo da forte contestação ao Estado Novo verificada em 1961-62, vários opositores ao regime criticaram as acções e o rumo tomados pelo Partido Comunista Português, que acusavam de não interpretar aquele período como "pré-insurreccional" e de não agir com o vigor necessário.
     Articulando essa crítica com a adesão às teses chinesas no decurso do conflito sino-soviético surgiu, pouco depois, a primeira organização portuguesa de matriz maoista, a FAP/CMLP. Nos anos seguintes, assistiu-se a uma explosão de organizações maoistas, que introduziram um novo estilo de oposição, baseado na crítica feroz ao colonialismo e ao capitalismo, numa militância mais exposta e violenta, e na opção pela deserção à guerra.
     Este complexo ideológico ancorava-se no meio estudantil, mas conseguiu penetrar em alguns terrenos operários e populares. Várias centenas de activistas, entre os quais se contam figuras com posterior relevo público, iniciaram aí o seu percurso na política.
     Miguel Cardina conta finalmente a história desta "margem política", preenchendo uma importante lacuna no conhecimento da oposição à ditadura." 

Este livro encontra-se disponível na Biblioteca Municipal

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terça-feira, 29 de maio de 2012
Animação para bebés na Biblioteca Municipal

Biblioteca Municipal de Grândola

Animação para bebés

2 de junho às 10H30

Animação baseada no livro "A que sabe a lua", um livro de Michael Grejuiec

Marcações na Biblioteca Muinicipal até 31 de maio

org. Biblioteca Municipal de Grândola / Creche e Jardim de Infância de Grândola

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Animação do livro e da leitura para crianças do pré-escolar e 1º ciclo

Durante o mês de junho, a Animação do Livro e da Leitura, será baseada no livro "O Burro de Buridan", uma história de Luísa Ducla Soares, ilustrada por Eunice Rosado.

As marcações poderão ser efectuadas através do telefone 269 450 082 

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segunda-feira, 28 de maio de 2012
Biblioteca Itinerante - Horário e Percurso - Junho
Programação Cinema - Junho

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Novidades Livros



           NUNES, Patrícia Almeida
           Uma especialista em nutrição no supermercado
           613.2 NNS










                 Capuchinho vermelho: ontem e hoje
                 82 LE-3









     MONIZ, Luísa Lobão
     Menino como eu
     82 LP-34 MNZ (Inf)

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sexta-feira, 25 de maio de 2012
Bom Fim-de-Semana
África minha de Rui Samuel Vicente (n. 1973), pintor angolano


Bom fim-de-semana para todos
Poema da Semana
Grito Negro


Eu sou carvão!
E tu arrancas-me brutalmente do chão
e fazes-me tua mina, patrão.

Eu sou carvão!
E tu acendes-me, patrão,
para te servir eternamente como força motriz
mas eternamente não, patrão.

Eu sou carvão
e tenho que arder sim;
queimar tudo com a força da minha combustão.

Eu sou carvão;
tenho que arder na exploração
arder até às cinzas da maldição
arder vivo como alcatrão, meu irmão,
até não ser mais a tua mina, patrão.

Eu sou carvão.
Tenho que arder
Queimar tudo com o fogo da minha combustão.

Sim!
Eu sou o teu carvão, patrão.

José Craveirinha (1922-2003), poeta moçambicano

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quinta-feira, 24 de maio de 2012
Prémio Literário da Casa América Latina 2012



Manoel de Barros, poeta brasileiro de 95 anos, foi distinguido este ano com o Prémio Literário da Casa América Latina. O autor agradeceu a distinção com o seguinte poema inédito:



Fôssemos merecidos de água, de chão, de rãs, de árvores, de brisas e de graças!
Nossas palavras não tinham lugar marcado. A gente andava atoamente em nossas origens.
Só as pedras sabiam o formato do silêncio. A gente não queria significar, mas só cantar.
A gente só queria demais era mudar as feições da natureza. Tipo assim: Hoje eu vi um lagarto lamber as pernas da manhã. Ou tipo assim: Nós vimos uma formiga frondosa ajoelhada na pedra.
Aliás, depois de grandes a gente viu que o cu de uma formiga é mais importante para a humanidade do que a Bomba Atômica.

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quarta-feira, 23 de maio de 2012
Livro da Semana




Para onde vamos quando desaparecemos?

de

Isabel Minhós Martins

e

Madalena Matoso






"À parte algumas exceções, ninguém consegue responder com certeza absoluta à pergunta que dá título a este livro.

Para onde vamos quando desaparecemos? aproveita a ausência de respostas “preto no branco” para lançar novas hipóteses – mais coloridas e poéticas, mais sérias ou disparatadas, conforme o caso... – e assim iluminar um tema inevitavelmente sombrio.

Felizmente (ou infelizmente sei lá) não somos os únicos a desaparecer.
Com todas as outras coisas do mundo, acontece o mesmo.
O sol, as nuvens, as folhas e até as férias
Estão sempre
A começar e a acabar,
A aparecer e a desaparecer.

O que propõe este livro?

Observar as coisas do mundo e nelas procurar novas pistas e possibilidades (que nos sirvam a nós e àqueles de quem mais gostamos).

Atenção: nesta procura, nada deve ser ignorado – das meias que se evaporam misteriosamente ao sol que todos os dias se vai embora – em tudo pode haver ideias interessantes que ajudem a preencher o espaço deixado em aberto por esta grande interrogação.

Para onde vamos quando desaparecemos? aborda de forma subtil o tema da ausência, do desaparecimento e da morte. Não trazendo respostas definitivas, abre as portas à imaginação, tornando o tema (mesmo que por breves instantes) um pouco mais leve."

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terça-feira, 22 de maio de 2012
A amizade nas mãos
Há muitos, muitos anos na Terra, quando ainda os dinossauros iam beber água ao rio e se alimentavam de folhas frescas nas grandes florestas, nasceram duas árvores: uma linda cerejeira e um belo castanheiro. Cresceram juntas e fizeram uma grande amizade. Quando o vento passava por elas, os seus ramos e folhas tocavam-se como se quisessem dar as mãos. Um grande pinheiro, mais o velho da floresta, resolveu ser seu padrinho e deu-lhes o nome de Lá e de Pis.
Lá em cima no céu havia um facho de fogo muito irrequieto, de nome meteorito, que tinha fugido da casa do Sol e se entretinha a empurrar as estrelas e a queimar-lhes as pontas. Até que um dia o Sol, já cansado de tantas diabruras, o pôs de castigo, mandando para a Lua e ficando proibido de sair dali. Triste e zangado, olhava cá para baixo para a Terra cheia de azul dos mares e do verde das florestas.
E, quando descobriu a Lá e o Pis, ficou cheio de inveja daquela bonita amizade. Pensou, pensou, pensou e, numa noite escura, porque o Sol adormecera, o meteorito desceu da Lua até à Terra, em direcção à floresta, tão depressa que se transformou numa bola de fogo e atingiu as raízes do Pis, que tombou queimado e cinzento.
A Lá, embora um pouco chamuscada, ficou de pé, muito triste pela a perda do amigo. Aproveitava a água da chuva para a transformar em lágrimas, que caíam das folhas até ao chão. Nem os pássaros, que poisavam nos seus ramos a chilrear e abdicar as suas cerejas, a faziam sorrir.
Passaram muitos anos. O pó das montanhas trazido pelo vento foi cobrindo o tronco cinzento do Pis. Nasceram cerejeiras das sementes da Lá, que por sua vez se fizeram árvores grandes.
Ninguém mais se lembrou do Pis. Mas um dia vieram uns homens cavar o chão da floresta à procura de carvão, que é feito de árvores queimadas, e descobriram o tronco do Pis. Um deles, a quem o vento tinha soprado ao ouvido a estória da amizade entre as duas árvores, cortou um ramito da Lá, já muito velhinha, fez um furo muito redondo e fino no pauzito e meteu um pedacito de um ramo cinzento do tronco do Pis. Experimentou escrever na pedra de fogo que, com os anos, arrefecera e se tornara muito branca, tão arrependida ficara da sua maldade.
E o homem, juntando o nome das duas árvores amigas, escreveu: Lápis!
Nesse tempo, no tempo das fadas e das princesas, as pessoas escreviam com penas de pato, coisa muito dolorosa para os patos a quem arrancavam as penas. Mas a partir desta descoberta do homem deixaram os patos em paz e fizeram muitos lápis, quem ainda hoje servem aos meninos na escola.
E, quando estiverem a fazer os trabalhos na aula e em casa, os meninos e as meninas vão lembrar-se de que, na sua mão, a Lá e o Pis estão novamente juntos, naquela amizade bonita com o nome de Lápis.

 
Jerónimo de Sousa in "Contos pouco políticos"
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Feira Sénior - Geração + 2012
No passado fim de semana realizou-se a 4ª Edição da Feira Sénior - Geração + de Grândola. A Biblioteca associou-se a esta iniciativa com um jogo de adivinhas.






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Novidades Livros




          PLUMMER, Deborah M.
          Como aumentar a autoestima das crianças
          37 PLM









                       ALMOND, David
                       Que monstros fabricamos?
                       82 LE-3 LMN (Juv)










                        COIRAULT, Christine
                        O pequeno livro da amizade
                        82 LE-34 CRL (Inf)

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sexta-feira, 18 de maio de 2012
Bom Fim-de-Semana
Caricatura de Mário de Sá-Carneiro por Almada Negreiros


Bom fim-de-semana para todos os utilizadores da Biblioteca Municipal
Poema da Semana
QUASE

Um pouco mais de sol – eu era brasa.
Um pouco mais de azul – eu era além.
Para atingir faltou-me um golpe de asa…
Se ao menos eu permanecesse aquém…

Assombro ou paz? Em vão…Tudo esvaído
Num baixo mar enganador de espuma;
E o grande sonho despertado em bruma,
O grande sonho – ó dor! – quase vivido…

Quase o amor, quase o triunfo e a chama,
Quase o princípio e o fim – quase a expansão…
Mas na minh’alma tudo se derrama…
Entanto nada foi só ilusão!

De tudo houve um começo…e tudo errou…
- Ai a dor de ser quase, dor sem fim… -
Eu falhei-me entre os mais, falhei em mim,
Asa que se elançou mas não voou…

Momentos de alma que desbaratei…
Templos onde nunca pus um altar…
Rios que perdi sem os levar ao mar…
Ânsias que foram mas que não fixei…

Se me vagueio, encontro só indícios…
Ogivas para o sol – vejo-as cerradas;
E mãos de herói, sem fé, acobardadas,
Puseram grades sobre os precipícios…

Num ímpeto difuso de quebranto,
Tudo encetei e nada possuí…
Hoje, de mim, só resta o desencanto
das coisas que beijei mas não vivi…

Um pouco mais de sol – e fora brasa,
Um pouco mais de azul – e fora além.
Para atingir, faltou-me um golpe de asa…
Se ao menos eu permanecesse aquém…

Mário de Sá-Carneiro (Lisboa, 19 de Maio de 1890 — Paris, 26 de Abril de 1916)

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Bora lá Bulir 2012

O Programa Ocupacional de Verão "Bora Lá Bulir", terá as inscrições abertas a partir de segunda-feira, dia 21 de Maio, até 1 de Junho, no i-agora (frente aos CTT).


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quinta-feira, 17 de maio de 2012
4ª Feira Sénior de Grândola – Geração +

No próximo fim de semana, 19 e 20 de maio, realiza-se a 4ª Feira Sénior de Grândola – Geração +, que reúne num só espaço ateliês, produtos e serviços direcionados para apoiar e promover a qualidade de vida dos idosos. Mais uma vez, a Biblioteca Municipal associou-se a esta iniciativa. Apareça! Esperamos por si!


Horário:
sábado: 14h às 19h
domingo: 14h às 20h

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quarta-feira, 16 de maio de 2012
O Amor é...
O Amor é...

O Amor é magia
Magia é fantasia
Fantasia leva à desilusão
Desilusão magoa os sentimentos
Sentimentos que nos atormentam a alma
Alma que nos atraiçoa
Atraiçoa e fere o coração.
Coração que palpita a mil nas noites doces de abril
Abril abre-me o coração
Coração que chora e ri por ti
Por ti sou feliz
Feliz é aquele que ama incondiconalmente
Incondicionalmente amar-te-ei
Amar-te-ei para sempre...


(texto escrito pelos discentes da turma 10º C2 de Literatura Portuguesa e pela professora Elsa Dias da ESAIC, durante a Animação de Leitura subordinada ao tema "A Lírica Camoniana", dinamizada pela técnica Sofia Pereira)

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Livro da Semana





Uma mulher do reino

de

Helena Campos Henriques
e
João Poole da Costa









"Uma mulher do reino é Joana Maria das Virtudes, lavadeira de Muge, que imigra para o Brasil, terra de todas as aventuras e oportunidades, ao encontro de um homem e de um casamento reparadores da sua reputação; é Mariana Victoria, órfã aristocrata, que troca os votos de religiosa por uma vida de fugas e perigo ao lado do homem que ama; é Tomazia, mulher de vários homens e grandes viagens, em busca de si própria e da redenção de um amor incestuoso.

Centrada em três mulheres fortes e fora do seu tempo, esta trilogia - Joana Maria das Virtudes, O Homem de Cuiabá e Rio de Peixe - é uma saga familiar que atravessa várias gerações, tendo como pano de fundo "o ciclo do ouro" e outros momentos historicamente empolgantes, como o terramoto de Lisboa ou o desembarque da corte portuguesa no Rio de Janeiro.

Desenrola-se entre Portugal e o Brasil, territórios que polarizam toda a ação e conflitualidade das personagens, sejam elas reais ou ficcionais, face ao permanente confronto entre o velho e o novo mundo, a civilização e a natureza, a imposição social e a liberdade, enfim, entre o passado e o devir."

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terça-feira, 15 de maio de 2012
Dia Internacional da Família
A FAMÍLIA

Vamos à pesca
disse o pai
para os três filhos
vamos à pesca do esturjão
nada melhor do que pescar
para conservar
a união familiar
a mãe deu-lhe razão
e preparou
sem mais detença
um bom farnel
sopa de couves com feijão
para ir também
à pescaria do esturjão
e a mãe e o pai
e os três filhos
foram à pesca
do esturjão
todos atentos
satisfeitíssimos
que bom pescar
o esturjão!
que bom comer
o belo farnel
sopa de couves com feijão!
e foi então
que apanharam
um magnífico esturjão
que logo quiseram
ali fritar
mas enganaram-se na fritada
e zás fritaram o velho pai
apetitoso
muito melhor
mais saboroso
do que o esturjão

vamos para casa
disse o esturjão

Mário-Henrique Leiria, in "Novos Contos do Gin"
O dia em que o meu bairro ficou de pantanas
No sábado, dia 12 de Maio, decorreu mais uma sessão de Animação da Leitura para Todos, na Biblioteca Municipal. Desta vez a Cátia e a Catarina puderam contar com a preciosa colaboração do Bernardo.










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segunda-feira, 14 de maio de 2012
Novidades Livros


                     

                      CHURCHILL, Winston Leonard Spencer
                      Memórias da II Guerra Mundial
                      94(100) CHR









                      MAGALHÃES, Ana Maria
                      Uma aventura no sítio errado
                      82 LP-311.3 MGL (Juv)









   MARTINS, Isabel Minhós
   Para onde vamos quando desaparecemos?
   82 LP-34 MRT (Inf)

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sexta-feira, 11 de maio de 2012
Bom Fim-de-Semana
O Beijo de Gustav Klimt (1862-1918)


Bom fim-de-semana para todos os utilizadores da Biblioteca Municipal
Poema da Semana
DELÍRIO

O desjo revolvido
A chama arrebatada
O prazer entreaberto
                           O delírio da palavra

Dou voz liberta aos sentidos
Tiro vendas, ponho o grito
Escrevo o corpo, mostro o gosto
                             Dou a ver o infinito

Maria Teresa Horta, in "As Palavras do corpo"

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quinta-feira, 10 de maio de 2012
O dia em que o meu bairro ficou de pantanas - 12 de Maio - 11H00
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Livro da Semana







O teu rosto será o último

de

João Ricardo Pedro








"Tudo começa com um homem saindo de casa, armado, numa madrugada fria. Mas do que o move só saberemos quase no fim, por uma carta escrita de outro continente. Ou talvez nem aí. Parece, afinal, mais importante a história do doutor Augusto Mendes, o médico que o tratou quarenta anos antes, quando lho levaram ao consultório muito ferido. Ou do seu filho António, que fez duas comissões em África e conheceu a madrinha de guerra numa livraria. Ou mesmo do neto, Duarte, que um dia andou de bicicleta todo nu.

Através de episódios aparentemente autónomos - e tendo como ponto de partida a Revolução de 1974 -, este romance constrói a história de uma família marcada pelos longos anos de ditadura, pela repressão política, pela guerra colonial.

Duarte, cuja infância se desenrola já sob os auspícios de Abril, cresce envolto nessas memórias alheias - muitas vezes traumáticas, muitas vezes obscuras - que formam uma espécie de trama onde um qualquer segredo se esconde. Dotado de enorme talento, pianista precoce e prodigioso, afigura-se como o elemento capaz de suscitar todas as esperanças. Mas terá a sua arte essa capacidade redentora, ou revelar-se-á, ela própria, lugar propício a novos e inesperados conflitos?

Esta é uma obra fascinante com uma estrutura exemplar, que valeu ao autor o Prémio Leya 2011."
 
Este livro encontra-se disponível na Biblioteca Municipal

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terça-feira, 8 de maio de 2012
Exposição de Pintura - Travanca da Fonseca - 9 a 26 de Maio
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Novidades de Livros




MARQUES, João Pedro
Uma fazenda em África
82 LP-3 MRQ


GEORGE, João Pedro
Puta que os pariu!: a biografia de Luiz Pacheco
929 PAC GRG


 
BARNES, Julian
Nada a temer
82 LE-3 BRN

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sexta-feira, 4 de maio de 2012
Bom Fim-de-Semana
Frida Khalo



Bom Fim-de-Semana
Poema da Semana
VERSOS

Os poetas, já desde a antiguidade,
Compõem versos dentro dum conceito
De homenagem a alguém, a um ser perfeito,
Ou de louvor a uma divindade.

O verso, de sublime, só é feito
Em canto de virtude, de bondade
De quem merece amor, muito respeito,
Subida gratidão e amizade.

Indo de encontro às minhas convicções,
Eu olho a tábua de comparações
E acabo por chegar à conclusão

De que, da simples luz do coração,
Até aos sóis de vários universos,
Ó mãe, és tu quem mais merece versos!

Lauro de Portugal, in "Beijos, Flores e Versos para Minha Mãe"

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quinta-feira, 3 de maio de 2012
Exposição de Pintura e Desenho "Memórias para Abril" de Rogério Ribeiro
No dia 24 de Abril foi inaugurada a Exposição de Pintura e Desenho de Rogério Ribeiro "Memórias de Abril" que contou com a participação de Ana Isabel Ribeiro e Teresa Ribeiro, filhas do Pintor.
A Exposição está aberta ao público até 31 de Maio, durante o horário de funcionamento da Biblioteca Municipal.











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