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Biblioteca Municipal de Grândola
Biblioteca Municipal de Grândola
Rua Dr. José Pereira Barradas 7570-281 Grândola tlf:269450080 fax:269498666 biblioteca@cm-grandola.pt
quarta-feira, 28 de setembro de 2016
Livro da Semana
 
O livro de Aron
 
de
 
Jim Shepard
 
 
 
   "Pela mão do pequeno Aron, somos levados a conhecer a Polónia de 1939, onde ele e a família vivem. Pouco tempo depois, enquanto judeus, são conduzidos ao gueto de Varsóvia, onde a crueldade, a fome e a doença destroem as vidas de quem aí foi aprisionado. Porém, Aron e um grupo de amigos conseguem ajudar as famílias, esgueirando-se do gueto para fazer contrabando. Num relato comovente e intenso, Jim Shepard mostra-nos, através da voz de uma criança, como é possível manter a dignidade humana nas condições mais adversas." 

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terça-feira, 27 de setembro de 2016
Uma manhã fria nos jardins do Luxemburgo
   "Numa fria manhã de Inverno, em finais de 1971, um rapaz de 20 anos, em idade de mobilização militar, encontra-se nos jardins do Luxemburgo para fazer uma sessão de fotografias para a capa de um LP. Um frio cortante obriga-o a apertar o blusão leve e a ajustar o cachecol de lã. O frio não poupa. O fotógrafo francês pede-lhe para deixar o olhar perder-se ao longe, como se tentasse fixar a linha do horizonte, nessa manhã enevoada e gélida. Era a primeira vez que visitava Paris e durante alguns dias alimentou o sonho de não regressar. Fez a viagem sozinho e cheio de apreensões e dúvidas. Ficar ou regressar? Alguma coisa havia de se arranjar por aquelas bandas, poiso incerto de tantos portugueses, os braçais e os outros, os exilados políticos e os imigrantes comuns, todos eles de uma forma ou de outra à espera que Portugal mudasse de rumo, de destino, de regime. Em Paris sentia-se pela primeira vez em liberdade, sem ter de olhar para os lados para poder entrar e sair de uma livraria ou de um cinema em segurança.
   Sentia-se muito só nessa manhã, dividido entre o desejo de regressar e a vontade de romper, de não voltar, de deixar tudo para trás, a começar por uma mãe viúva, possessiva e ansiosa, e a acabar num ofício de jornalista que então se iniciava num grande jornal, o Diário de Lisboa, sonho que acabara de se realizar, forçando-o a interromper uma experiência profissional como actor de teatro e a optar pelo estatuto de aluno voluntário num curso de Direito muito pouco sedutor para quem tinha o coração a bater, desde a adolescência, pelo ritmo das canções, da música intrínseca da poesia, e das intensas falas teatrais, fossem elas as vicentinas, as do teatro do absurdo ou dos textos do Nô contemporâneo saídas da pena de Yukio Mishima.
   Olho hoje para essa velha fotografia a preto e branco, retrato enigmático de um jovem revoltado mas apto para todo o serviço de combate contra a opressão e o medo que sufocava o Portugal distante, amordaçado, segundo o título de um livro de Mário Soares, e dou-a a ver a um neto de dez anos que pergunta:
   - Quem é?
   - Sou eu, o teu avô, há mais de quarenta anos, em Paris, a gravar um disco e a pensar se havia de regressar ou de ficar. Se tivesse lá ficado, hoje não estaríamos a ter esta conversa. Talvez houvesse outros netos, mas tu não exactamente, porque as coisas nunca se repetem da mesma maneira se voltamos ao princípio com vontade de as repetir.
   - E como é que tenho a certeza de que és mesmo tu e não o avô de outro miúdo da minha idade?
   - Olha para a capa do velho LP e lê o nome que lá está. É o teu apelido, o do teu pai. É o nosso nome. Há coisas que não enganam, mesmo com quase trinta quilos a menos, com cabelo comprido e bigode em vez de barba. A expressão do olhar é a mesma, a tristeza e a revolta também. Há neste velho retrato tirado em Paris a marca de uma longa história que ainda não acabou de ser contada, a história de uma vida que teve como protagonista um jovem português, nascido em Cascais, filho único de um casal feliz, que sonhou com o fim de uma ditadura que, muito modestamente, também ajudou a derrubar e com uma revolução que acabou por não se cumprir. Este é um apaixonado retrato de juventude, com Abril em fundo. É um retrato a preto e branco como as grandes ilusões traídas e como os pesadelos que a ventania nocturna às vezes interrompe.
   E isto passava-se num tempo em que, como dizia o Ruy Belo, tudo era possível era só querer."
 
José Jorge Letria, in "E tudo era possível"  
segunda-feira, 26 de setembro de 2016
Novidades Livros
 
TAMARO, Susanna
O coração também pensa
82 LE-3 TMR
 

 
WALLIAMS, David
Rato picado
82 LE-311.3 WLL (Juv)
 

 
EHRIN, Carl-Johan Forssén
O coelhinho que queria dormir
82 LE-34 HRL (Inf)

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sexta-feira, 23 de setembro de 2016
Bom Fim de Semana
Outono (1918), por José Malhoa (28/04/1855 - 26/10/1933)
 
 
 
 
Bom Fim de Semana

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Poema da Semana
Outono

O outono vem vindo, chegam melancolias,
cavam fundo no corpo,
instalam-se nas fendas; às vezes
por aí ficam com a chuva
apodrecendo;
ou então deixam marcas; as putas,
difíceis de apagar, de tão negras,
duras.

Eugénio de Andrade, in "O Outro Nome da Terra"

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Sábados com o Centro Ciência Viva do Lousal


Biblioteca Municipal de Grândola
 
Sábado, 24 de Setembro - 11H00
 
Apareça!


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quinta-feira, 22 de setembro de 2016
Filme da Semana
 
 
O renascido
 
um filme de
 
Alejandro Gonzalez Iñárritu
 
 
   "Vencedor de 3 Óscares da Academia, incluindo Melhor Ator Principal, Leonardo DiCaprio, que oferece uma performance imperial e o desempenho de uma vida, Melhor Realização para mais esta obra-prima cinematográfica de Alejandro González Iñárritu e Melhor Fotografia. Inspirado em eventos reais, The Revenant: O Renascido segue a história do lendário explorador Hugh Glass (DiCaprio) na busca pela sua sobrevivência e justiça.
   Depois de ser brutalmente atacado por um urso pardo, Glass é abandonado e dado como morto por um traiçoeiro membro do seu grupo de caça (Tom Hardy). Contra todas as extraordinárias probabilidades e um constante e inimaginável sofrimento, Glass enfrenta a maior tempestade da sua vida em terreno desconhecido.
   Esta aventura épica capta o excecional poder do espírito humano numa imersiva e visceral experiência diferente de tudo o resto."
 
 

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Jornadas Europeias do Património 2016 - Comunidades e Culturas
 
 
 
 
Partida da Biblioteca Municipal de Grândola
 
24 de Setembro
 
Das 10H00 às 13H00
 
Informações:
 
 
269 450 039

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quarta-feira, 21 de setembro de 2016
Biblioteca Itinerante - Horário e Percurso - Outubro 2016
Livro da Semana
 
 
O crocodilo que voa
 
de
 
Luiz Pacheco
 
 
 
   "«Está para sair um livro com entrevistas suas...
Esse livro é uma merda! Isso é uma aldrabice. É bom para andar por essas pequenas editoras.», Luiz Pacheco, «Sol», 2008

   Neste livro estão reunidas entrevistas publicadas entre 1992 e 2008. A selecção é da responsabilidade de Luiz Pacheco e de João Pedro George.

   Entrevistadores: Baptista-Bastos; Carlos Quevedo; Cláudia Galhós; João Paulo Cotrim; João Pedro George; Mário Santos; Paula Moura Pinheiro; Pedro Castro; Pedro Dias de Almeida; Ricardo de Araújo Pereira; Ricardo Nabais; Rodrigues da Silva; Rui Zink; Vladimiro Nunes.

Grande prosador, Luiz Pacheco foi também um dos melhores conversadores da imprensa. Estas entrevistas, publicadas nos últimos 20 anos em jornais e revistas, apresentam-nos uma das vidas mais agitadas da literatura portuguesa e são bem a expressão de uma inteligência desperta, desafiadora e implacável, batendo forte e feio em algumas personalidades da nossa vida pública.
   Caso humano riquíssimo, impossível de resumir aqui, o mais sensato é dar-lhe a palavra:
   «Luiz José Machado Gomes Guerreiro Pacheco nasceu em 7 de Maio de 1925 e espera morrer no ano 2000. Está bem-disposto, porque está desempregado. Publicou muitos livros de outros autores. Não se lembra de publicar nada (dele) que prestasse. Escreveu muitas obras e perdeu quase todas. Teve três mulheres, nove filhos e netos, nem conta.
   Folhetos de sua autoria: Os Doutores, a Salvação e o Menino, Carta-Sincera a José Gomes Ferreira, O Teodolito, Os Namorados, O Cachecol do Artista. Teve 18 valores na admissão. O Urbano teve 12.» (incluído na «Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica», organizada por Natália Correia em 1965)."

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terça-feira, 20 de setembro de 2016
Sábados com o Centro Ciência Viva do Lousal

 
Biblioteca Municipal de Grândola
 
Sábado, 24 de Setembro - 11H00
 
Apareça!

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Jornadas Europeias do Património 2016 - Comunidades e Culturas
 
 
Partida da Biblioteca Municipal de Grândola
 
24 de Setembro
 
Das 10H00 às 13H00
 
Informações:
 
 
269 450 039

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A entrevista do juvenil contentamento
    "Era uma loja de artigos desportivos na Rua Nova do Almada. Eu e mais dois confrades da equipa de futebol do liceu entrámos (estou a ver-nos) bem tímidos, o gesto mal aplicado, a palavra incerta, em missão de formidável responsabilidade: entrevistar o dono da loja, figura relevante da constelação futebolística nacional, para o nosso jornal desportivo, escrito à máquina, com seis cópias tiradas a papel químico, que depois eram vendidas ao mais alto preço possível, quase em atmosfera de pequeno leilão, a fim de obtermos finanças para amortecer as despesas do aluguer dos campos e dos equipamentos para os jogos que fazíamos aos sábados e aos domingos. A entrevista saiu, creio, no número três, o último, tinha-nos falido a paciência e o tempo, e que também incluía noticiário sobre o nosso liceal clube e «comentário técnico» ao último desafio que tínhamos efectuado no nosso completamente amador, nada oficial e quase ilusório campeonato de futebol. Estou a lembrar-me. E parece poeira.
   O entrevistado, bastante avançado no tempo como na equipa em que jogava, tratou-nos com uma deferência e uma atenção de primeira qualidade. Quebrou o gelo, naturalizou o acontecimento, facilitou a tarefa, iludiu a admiração que manifestávamos, retirou o sobressalto à carga mítica da ocasião - e acabou por perguntar mais do que respondeu; perguntou da escola, dos sonhos e das vontades, de tudo e de nada. Eufóricos, dado que o impossível estava a acontecer, registámos os passos da conversa. O jornal onde tudo ficou escrito perdeu-se no lugar dos esquecimentos e das mudanças dos esquecimentos. Se algum de nós, fora eu, ainda tem um exemplar, e está a ler, passe-o ao herdeiro mais próximo: é património caloroso.
   Dou ainda, de lembrança vaga, esboço do diálogo final.
   O entrevistado:
   - Já têm tudo o que querem saber? Depois, tragam-me um exemplar.
   Nós (quase em uníssono):
   - Trazemos. Pode ficar descansado.
   O entrevistado:
   - Fazem uma entrevista em cada número?
   Nós:
   - Queremos fazer.
   O entrevistado:
   Dou-lhes um conselho. Mudem de clube. Entrevistem, depois, alguém do Benfica, do Belenenses...
   Nós:
   - É isso que vamos fazer.
   Despedimo-nos com aperto de mão. Crescemos um palmo e subimos a Rua Nova do Almada. Com uma mina de ouro no sentimento: levávamos, no papel, as palavras limpas e a simplicidade humana do comandante legítimo dos quatro violinos que jogavam à sua direita e à sua esquerda.
   O senhor Fernando Peyroteo. (Chegado aqui, sei que os mais velhos que me lêem já tinham adivinhado, porque já sabiam.)
   Fecho da efeméride: um dos nossos estafetas deixou, em tempo, um exemplar na loja.
   Existirá ainda?"
 
Dinis Machado, in "A liberdade do drible" 

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segunda-feira, 19 de setembro de 2016
Clube de Comunicação - Rádio
 
 
CLUBE DE COMUNICAÇÃO – RÁDIO

Projeto em parceria com as Bibliotecas Escolares do Agrupamento de Escolas de Grândola, a Escola Profissional de Desenvolvimento Rural e Agrícola de Grândola e a Rádio Clube de Grândola, dirigido aos alunos do 3º ciclo, ensinos secundário e profissional, que pretende, através do contacto com o jornalismo radiofónico, com as artes e as novas tecnologias, contribuir para um maior desenvolvimento dos jovens, potencializando as suas capacidades intelectuais e ampliando os seus horizontes sociais e culturais.
 

Participa!
 
Inscreve-te na Biblioteca da tua Escola até 21 de Outubro


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Animação Digital - Criação de Histórias em Movie Maker
 
ANIMAÇÃO DIGITAL

Criar filmes em movie maker com diversas utilizações pedagógicas como book trailer, apresentação de escritores, de visitas de estudo e trabalhos de leitura e pesquisa, é a finalidade deste projeto de animação digital direcionado para alunos do 3º ciclo, ensinos secundário e profissional do Concelho de Grândola.

 
Participa!
 
Inscreve-te na Biblioteca da tua Escola

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Novidades Livros
 
EGGERS, Dave
Uma obra enternecedora de assombroso génio
82 LE-3 GGR
 

 
PASTIS, Stephan
Olha só o que fizeste!
 82 LE-3 PST (Juv)
 
 
 
SOBRAL, Catarina
O chapeleiro e o vento
82 LP-34 SBR (Inf)

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sexta-feira, 16 de setembro de 2016
Bom Fim de Semana
Bocage (15/09/1765-21/12/1805), por Rogério Chora




Bom Fim de Semana

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Poema da Semana
Autobiografia

De cerúleo gabão não bem coberto,
passeia em Santarém chuchado moço,
mantido, às vezes, de sucinto almoço,
de ceia casual, jantar incerto;

dos esbrugados peitos quase aberto,
versos impinge por miúde e grosso;
e do que em frase vil chamam caroço,
se o que, é vox clamantis in deserto;

pede às moças ternura, e dão-lhe motes;
que, tendo um coração como estalage,
vão nele acomodando a mil peixotes.

Sabes, leitor, quem sofre tanto ultraje,
cercado de um tropel de franchinotes?
– É o autor do soneto: – é o Bocage.

Manuel Maria Barbosa du Bocage, in "Rimas"

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Exposição de Fotografia "Aquém e além Tejo" de António Carlos Chainho
 
 
CONVITE
 
A Associação Antigos Alunos, Professores e Funcionários da Escola Agro – Industrial António Inácio da Cruz convida-vos a participar na abertura da Exposição de Fotografia de António Carlos Chainho, a realizar no dia 17 de Setembro de 2016, pelas 17H00, na Biblioteca Municipal de Grândola.

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quinta-feira, 15 de setembro de 2016
Filme da Semana
 
 
Hotel Transylvania 2
 
um filme de
 
Genndy Tartakovsky
 
 
 
   "Mais assustador que um monstro, é tomar conta de um monstrinho.
   O gangue do Drac está de volta numa nova aventura monstruosa no HOTEL TRANSYLVANIA 2. Tudo parece estar a mudar para melhor no Hotel Transylvania…
   Drac finalmente desistiu da sua rígida política de «só para monstros» e o hotel está agora aberto a hóspedes humanos. Mas, na privacidade do seu caixão, Drac está preocupado com Dennis, o seu adorável neto, meio humano, meio vampiro que não mostra quaisquer sinais de ser de facto um verdadeiro vampiro.
   Agora bem-vindos ao Hotel, as coisas vão mesmo ficar tenebrosas!" 

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quarta-feira, 14 de setembro de 2016
Apresentação do Livro "Poeticamente falando" de Maria Júlia Soares Bica
 








 

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Exposição "Aquém e além Tejo" de António Carlos Chainho
 
 
Biblioteca Municipal de Grândola
 
17 de Setembro a 9 de Outubro

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Livro da Semana
 
 
Woody Allen: o último génio
 
de
 
Natalio Grueso
 
 
   "Allan Stewart Königsberg, mais conhecido como Woody Allen, completou oitenta anos no dia 1 de Dezembro de 2015. Natalio Grueso, seu amigo íntimo de há mais de vinte anos, traz-nos uma biografia memorável de um dos maiores ícones do século XX., onde descobrimos, emocionados, as suas paixões, os seus medos e os seus afectos."


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terça-feira, 13 de setembro de 2016
Música secreta
   "Não acredito em grande poesia ou literatura que não tenha o sentido, o dom da língua. Para mim o poema é algo que está dentro da língua. Há uma música secreta da língua. E é com essa música que posso cantar de amor como em nenhuma outra língua do mundo.
   Sou um homem do extremo ocidental da Europa, cresci a ouvir o marulhar do Atlântico, onde nasceram os ritmos e os decassílabos de Camões. Creio que toda a nossa língua está marcada por esse ritmo. Nas suas harmonias e nas suas dissonâncias, nas suas vogais azuis e verdes e nas suas consoantes sibilantes. Tem a cor do mar e o assobio do vento Oeste. Amo essa cor, esse assobio, esse murmúrio. E o cheiro a alga e sal. E o sol e o sul que estão dentro das sílabas. Há na minha língua uma aspiração universalista e, ao mesmo tempo, uma nostalgia da errância e um sentimento de exílio em relação à pátria física e à circunstância histórica concreta. Há na minha língua uma página chamada Atlântico, onde há sempre uma viagem que não acaba até outros mares e outros poemas.
   O meu amor começa na música secreta da minha língua, porque a minha língua fez a minha pátria e porque pátria e língua portuguesa são sempre o outro lado da viagem, da errância e de outras pátrias."
 
Manuel Alegre, in "Uma outra memória"

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Cartaz de Cinema - Setembro

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Programa Viver Solidário 2016/2017 - Inscrições
Universidade Sénior de Grândola - Ano Letivo 2016/2017
Novidades Livros
 
VILHENA, José
História Universal da Pulhice Humana
82 LP-3 VLH
 

 
MUCHAMORE, Robert
O Anjo da Guarda
82 LE-311.3 MCH (Juv)
 

 
CALI, Davide
Não fiz os trabalhos de casa porque...
82 LE-34 CLI (Inf)

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