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Biblioteca Municipal de Grândola
Biblioteca Municipal de Grândola
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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Visitas de Jardim de Infância
Iniciamos a semana, com a deslocação da Sofia ao Jardim de Infância de Grândola (sala verde). Levou consigo a história "A sopa queima", de Pablo Albo, que fez as delícias daquele simpático público.

Mais tarde, a Cátia recebeu as crianças do Jardim de Infância da Aldeia do Futuro na Biblioteca Municipal de Grândola. A história escolhida foi "A Zebra Zézé" , de Ana Ventura.




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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Bom Fim-de-Semana
Pintura de Almeida Coval

Bom Fim-de-Semana para todos os utilizadores da Biblioteca Municipal
Poema da Semana
Tejo que levas as águas

Tejo que levas as águas
correndo de par em par
lava a cidade de mágoas
leva as mágoas para o mar

Lava-a de crimes espantos
de roubos, fomes, terrores,
lava a cidade de quantos
do ódio fingem amores

Leva nas águas as grades
de aço e silêncio forjadas
deixa soltar-se a verdade
das bocas amordaçadas

Lava bancos e empresas
dos comedores de dinheiro
que dos salários de tristeza
arrecadam lucro inteiro

Lava palácios vivendas
casebres bairros da lata
leva negócios e rendas
que a uns farta e a outros mata

Tejo que levas as águas
correndo de par em par
lava a cidade de mágoas
leva as mágoas para o mar

Lava avenidas de vícios
vielas de amores venais
Lava albergues e hospícios
cadeias e hospitais

Afoga empenhos favores
vãs glórias, ocas palmas
leva o poder dos senhores
que compram corpos e almas

Leva nas águas as grades
de aço e silêncio forjadas
deixa soltar-se a verdade
das bocas amordaçadas

Das camas de amor comprado
desata abraços de lodo
rostos corpos destroçados
lava-os com sal e iodo

Tejo que levas as águas
correndo de par em par
lava a cidade de mágoas
leva as mágoas para o mar.

Manuel da Fonseca, in "Poemas para Adriano" - 1972

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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
FILME DA SEMANA
O Diário de Ana Frank: a verdadeira história
O diário de Ana Frank é um clássico da literatura moderna e um documento social extraordinário que oferece uma visão única de uma vida oculta debaixo do terror nazi da Segunda Guerra Mundial desde a perspectiva de uma adolescente judia. Trata-se de uma parte importante da nossa história recente e uma história universal para toda afamília, que todo o mundo pode entender. Mesmo sendo uma história profundamente trágica, O Diário de Ana Frank é um relato triste mas também divertido, que consegue criar um retrato real e intemporal da vida diária, normal e rotineira, sem deixar que esqueçamos em algum momento a extraordinária ameaça de morte que os espera, aos personagens se são descobertos.

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Visitas
O Jardim de Infância de Grândola (sala vermelha) e a Escola Básica de Melides e Água Derramada, visitaram-nos ontem para ouvirem as histórias "Blimundo" e "Um olho roxo e outro cor-de-laranja".





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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Livro da Semana
A assombrosa viagem de Pompónio Flato
de
Eduardo Mendoza


No século I da nossa era, Pompónio Flato viaja pelos confins do Império Romano em busca de água com efeitos prodigiosos.
O acaso e a precariedade da sua sorte levam-no até Nazaré, onde vai ser executado o carpinteiro da aldeia, acusado do assassinato brutal de um rico cidadão. Contra a sua vontade, Pompónio vê-se imerso na investigação do crime, contratado por um extraordinário cliente: o filho do carpinteiro, criança cândida e singular, convencida da inocência do pai.
Cruzando os géneros histórico, policial, hagiográfico e a paródia de todos eles, eis a obra mais insólita e surpreendente de Eduardo Mendoza, e também uma das mais ferozmente divertidas.


Este livro encontra-se disponível na Biblioteca Municipal com a cota 82 LE-3 MND

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terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Ervilhas e Esmeraldas
Andava um galo a depenicar num monte de nada, quando, escarva aqui, escarva ali, com as patas de ancinho, encontrou uma pedra preciosa. Era uma esmeralda.
- Antes fosse uma ervilha - comentou o galo. - De que me serve uma esmeralda, se não me enche o papo?
Andava um mineiro a explorar uma mina abandonada, quando escarva aqui, escarva ali, com a pica, de mansinho, encontrou uma semente grelada. Era uma ervilha.
- Antes fosse uma esmeralda - comentou o mineiro. - De que me serve uma ervilha, se não me enche o saco?
E agora? Vamos trocar as voltas e dar a ervilha ao galo e a esmeralda ao mineiro? Mas como? Como é que eu me saio desta?
O caso está complicado.
Mais complicado ainda, porque o galo, que costumava engolir pedrinhas para ajudar a trituração da comedoria (quando havia!), decidiu:
- Para mim esta esmeralda é uma pedra como as outras. Que marche para o papo - e engoliu a pedra preciosa.
Por sua vez, o mineiro, desanimado com a sua pouca sorte, restituiu a semente à terra, ao sair da mina. Enfiou-a por um buraquinho e tapou-a. Parece que, depois, a regou. Estava à rasquinha, não sei se me entendem...
Desculpem estes pormenores, mas, se eu não contar tudo tal e qual como aconteceu, a história não avança.
Avançou a germinação da ervilha, à entrada da mina. Choveu. Fez sol. O costume. A plantinha, passado tempo, transformou-se numa formosa ervilheira.
O galo, que não desistira de depenicar por montes e vales, deu com ela e ficou extasiado.
- Que rico almoço! - exclamou.
E começou a debicar as vagens da formosa ervilheira. Estava a meio da colheita, quando apareceu o mineiro que tinha decidido voltar aquela mina por descargo de consciência.Continuava em maré de azar.
Viu o galo e disse:
- Que rico almoço!
E agarrou-o pelo pescoço.
Depois, descobrindo a ervilheira, acrescentou:
- E vou guisá-lo com ervilhas.
Apavorado com a sentença, o pobre galo borrou-se todo.
- Sujaste-me as únicas calças que tenho, patife - indignou-se o mineiro, limpando-as. - Mas que é isto?
No meio dos dejectos, uma esmeralda.
Emocionado com a descoberta, o mineiro largou o galo, que aproveitou a deixa para se pôr a salvo.
Tudo voltara ao certo. O galo com ervilhas no papo. O mineiro com uma esmeralda no saco. Que alívio!
Assim fosse tudo, sempre.

António Torrado in Trinta por uma linha

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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
VISITAS
Hoje, o Jardim de Infância de Melides, Aldeia Nova de S. Lourenço e a Escola Básica de Aldeia do Futuro, ouviram as histórias "Papá, por favor apanha-me a lua", "Palavra de Napoleão" e "O rapaz que tinha medo".




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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Bom Fim-de-Semana
"bailarina sentada" de Edgar Degas


Os funcionários da Biblioteca Municipal de Grândola desejam a todos um
BOM FIM-DE-SEMANA
Poema da Semana
Por Delicadeza

Bailarina fui
Mas nunca dancei
Em frente das grades
Só três passos dei

Tão breve o começo
Tão cedo negado
Dancei no avesso
Do tempo bailado

Dançarina fui
Mas nunca bailei
Deixei-me ficar
Na prisão do rei

Onde o mar aberto
E o tempo lavado -
Perdi-me tão perto
Do jardim buscado

Bailarina fui
Mas nunca bailei
Minha vida toda
Como cega errei

Minha vida atada
Nunca a desatei
Como Rimbaud disse
Também eu direi:

"Juventude ociosa
Por tudo iludida
Por delicadeza
Perdi minha vida"

Sophia de Mello Breyner Andresen,
in "O nome das coisas"

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Visita do Jardim de Infância de Água Derramada e EB1 da Aldeia Nova de S. Lourenço
Na visita de hoje a Sara leu o livro "Mister Corvo", de Luísa Morandeira.





Posteriormente as crianças foram convidadas a participar em algumas actividades relacionadas com a história que ouviram contar.







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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Visita
As crianças da Creche e Jardim de Infância de Grândola vistaram-nos hoje, para ouvirem a Cátia Miquelino e o Carlos Areias contarem a história "A ovelha Carlota" de Anu Stohner.


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NOVIDADES FILMES


EYRE, Richard
O outro homem
733 YRE (3235)



FERREIRA, António
Embargo
733 FRR (3234)



SCHUMACHER, Joel
Número 23
734 SCH (3233)

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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Livro da Semana

A estranha vida de Nobody Owens
de
Neil Gaiman

Nobody Owens podia ser um rapaz perfeitamente normal não fosse o facto de viver num cemitério e ter como família adoptiva uma série de fantasmas, almas penadas e outras entidades semelhantes - como Silas, o guarda solitário e pálido que não pertence nem ao mundo dos vivos nem dos mortos - que o educam e cuidam dele.
O dia-a-dia no cemitério é tudo menos monótono e, entre fazer algumas amizades duvidosas e procurar tesouros escondidos, Owens não se pode gabar de nunca se ter metido em sarilhos.
Mas é para além das grades do cemitério que residem os verdadeiros perigos, pois é aí que vive Jack - o homem que nunca desistiu de procurar Owens desde aquela sinistra noite em que matou toda a sua família...
Suspense, humor e magia num livro encantador destinado a tornar-se uma obra de culto da ficção juvenil.

Este livro encontra-se disponível na Biblioteca Municipal com a cota
82 LE-311.3 GMN (Juv)

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terça-feira, 18 de janeiro de 2011
O TAMANHO DA FOME
Um jovem faminto chegou a uma grande cidade e foi logo atraído pelo cheiro intenso do pão quente que um padeiro confeccionava debaixo da sua tenda. Sabendo que não podia comer sem pagar e consciente de que não tinha alma de ladrão, afastou-se da tenda do padeiro e ficou a engendrar uma forma de conseguir matar a fome.
Ao fim de uns minutos, com a testa já perlada pelos suores frios que a fome de vários dias lhe provocava, o jovem aproximou-se do padeiro e perguntou-lhe:

- Quanto tenho eu de pagar para poder comer pão bastante para me encher o estômago?

O padeiro olhou para ele com atenção e, vendo que era magro, imaginou que não teria capacidade para comer muitos pães. Então respondeu-lhe com segurança:

- Dá-me uma moeda e meia e podes comer todo o pão que quiseres.

Ora acontece que uma moeda e meia era precisamente o dinheiro que o jovem caminhante faminto trazia na magra bolsa.
O padeiro, nas suas contas apressadas, imaginou que o rapaz não seria capaz de comer mais que dois pães inteiros. Se assim acontecesse, não seria mau o negócio. Quando ele já ia no sexto pão, aproximou-se dele, alarmado, e perguntou-lhe:

- Quantos pães imaginas que podes ainda comer, meu rapaz?

Ainda a braços com uma boa dose de fome por matar, o rapaz, banqueteando-se com o pão mole e quente, limitou a responder-lhe:

- Ao certo, não posso dizer, senhor padeiro, porque a minha fome é tão grande como a sua generosidade. ´


José Jorge Letria in Lendas e contos indianos

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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Jardins de Infância de Grândola e Aldeia do Futuro
Após um agradável fim de semana, a Sofia e o Carlos iniciaram a semana com duas Sessões de Animação do Livro e da Leitura.

Ficam aqui alguns registos dessas animações.







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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
BOM FIM-DE-SEMANA!
Afonso Cruz


Os Funcionários da Biblioteca Municipal de Grândola desejam a todos os utilizadores um agradável fim-de-semana.
POEMA DA SEMANA
SOLA SAPATO

Sola sapato rei rainha
foi ao mar buscar sardinha
foi ao céu buscar a Lua
tropeçou caiu à rua
deu com a testa num ouriço
fez um furo no toutiço
lá de dentro o furinho
sai um naco de toucinho
e é tamanha a confusão
que o doutor cirurgião
tapa tudo com a rolha
que é p'ra ver se não se molha
logo a mãe Dona Maria
vem dizer com alegria
que é hora do almoço
e rebenta o alvoroço
vem a sopa de agrião
e um pratinho de feijão
saltam tripas de alguidar
bacalhau para acompanhar
vem o ovo e a galinha
vem o cão e vem o gato
ganso galo pinto e pato
mais a sola e o sapato
mais o rei e a rainha!

José Fanha

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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
VISITAS
Com muita satisfação, a Biblioteca Municipal de Grândola recebeu ontem, três turmas para mais uma Sessão de Animação à Leitura.

Para iniciar, recebemos as crianças do Jardim de Infância de Grândola (sala vermelha), onde ouviram a Cátia Miquelino contar a história de uma ovelha diferente de todas as outras, chamada Carlota.
Esta ovelha gostava de saltar das escarpas da margem do ribeiro, de subir rochedos pontiagudos e até de observar os perigosos automóveis, enquanto os outros cordeirinhos ficavam quietos, junto das suas mães.
"A ovelha Carlota" é mais uma história de Anu Stohner e de Henrike Wilson.



A seguir, a Escola Básica das Ameiras assistiu a mais uma animação à leitura, realizada igualmente pela Cátia, que contou a história "Um olho roxo e outro cor-de-laranja" pertencente ao livro de José Fanha "Esdrúxulas, graves e agudas, magrinhas e barrigudas".
Para além de ser uma história divertida, as ilustrações executadas por Afonso Cruz, conduzem o leitor a um universo cheio de fantasia.


Por último, a Sofia Dimas falou de diversos sentimentos/emoções, através de um jogo de mímica aos alunos da Escola Básica do Carvalhal, finalizando assim, a animação com o livro "O rapaz que tinha medo" de Mathilde Stein, recomendado pelo Plano Nacional de Leitura.

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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Livro da Semana


O Fogo de Istambul

de

Jason Goodwin








Estamos em 1836. A Europa modernizou-se e o Império Otomano tem de lhe seguir os passos. No entanto, poucos dias antes de o sultão Mahmud II proclamar um édito reformista, uma vaga de crimes macabros ameaça romper o frágil equilíbrio do poder na corte. Quem estará por detrás destas mortes ? Todos os indícios apontam para os janízaros, a antiga elite do exército otomano.
Apenas um homem da inteira confiança do sultão poderá descobrir o enigma: esse homem, um eunuco, é Yashim Togalu. Investigador insólito, amante de culinária e de romances franceses, possui a extraordinária capacidade de passar despercebido e ter acesso a todas as zonas do palácio, incluindo o harém do sultão. Conseguirá ele travar a conspiração que ameaça destruir o império ?

Entre o romance histórico e a ficção detectivesca, Jason Goodwin recria uma atmosfera de sensualidade e decadência na Istambul do século XIX, com os seus dois milhões de habitantes vivendo num dédalo de ruas e ruelas submersas na bruma, e ao mesmo tempo o esplendor e a magnificência do Império Otomano. O Fogo de Istambul é o primeiro volume de uma trilogia carregada de suspense.

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terça-feira, 11 de janeiro de 2011
APRESENTAÇÃO DE LIVRO
Sexta – feira, dia 7 de Janeiro, foi apresentado na Biblioteca Municipal, o livro de poesia "Versejando pelos caminhos da alma" de Lou Alma, pseudónimo literário de Ana Lúcia Bica. A sessão, que reuniu muitos familiares e amigos, contou com a apresentação de Rui Hermes e com a participação de Sónia Reis, que declamou alguns dos poemas do livro.







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A HISTÓRIA DA LEBRE ORELHUDA
Era uma vez uma lebre que tinha umas orelhas enormes. As outras lebres gozavam: "Tens orelhas de elefante! São horríveis!", e a lebre ficava triste. Dizia: "Mas eu vou crescer e pode ser que as minhas orelhas não cresçam. Assim não vão parecer tão grandes". A lebre cresceu e as orelhas... também!
As outras lebres diziam-lhe: "Continuas a ser horrível lebre orelhuda!". A lebre continuava triste porque crescer não a tinha ajudado. Contudo, graças às suas orelhas, conseguia ouvir muito melhor do que as outras lebres. Conseguia sentir as pisadas dos escaravelhos, os ruídos dos vermes debaixo da terra e até era capaz de ouvir cair a pena de um pássaro!
Um dia, estavam as lebres todas no campo de trevos e chegou o caçador com o cão. Ainda estavam longe mas a lebre orelhuda sentiu-os. Mexeu com rapidez as orelhas e fê-las girar como uma ventoinha. Ao verem isto, as outras lebres começaram a correr para o bosque e o caçador não as encontrou. Então as outras lebres disseram-lhe: "Ainda bem que tens umas orelhas tão grandes! Não são assim tão horríveis!". A lebre orelhuda ficou toda contente.


Ursula Wölfel in 27 Histórias para comer a sopa

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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Visitas de Jardins de Infância
As crianças do Jardim de Infância de Azinheira de Barros e do Centro Infantil do Lousal, visitaram-nos esta manhã, para ouvirem a história "A ovelha Carlota" de Anu Stohner, contada pela Cátia Miquelino.
Após as aventuras desta divertida ovelha, os pequenos leitores efeitaram um marcador de livro alusivo à história.

Durante a tarde, a Biblioteca Municipal de Grândola recebeu os alunos do Jardim de Infância da Aldeia Nova de São Lourenço.

Antes de iniciar a Sessão de Animação à Leitura, as crianças redescobriram com apoio de imagens e de sons, todos os animais pertencentes à história contada pela Sofia Dimas, "A casa da mosca fosca" de Eva Mejuto.


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NOVIDADES LIVROS


BLAYNEY, Geoffrey
Uma muito breve história do mundo
94 (100) BLN

JÚDICE, Nuno
O anjo da tempestade; Pedro, lembrando Inês
82 LP-3 JDC

Estónia, Letónia e Lituânia
908



MARTINS, Isabel Minhós
Equanto o meu cabelo crescia
82 LP-34 MRT (Inf.)


B.A.T.A.
Chibos Sabichões
82 LE-34 (Inf.)


SHANNON, David
Davis vai à escola
82 LE-34 SHN (Inf.)

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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Bom Fim-de-Semana
Malangatana (6 de Junho de 1936 - 5 de Janeiro de 2011) - "A viagem secreta", 1960

Os Funcionários da Biblioteca Municipal de Grândola desejam a todos um bom Fim-de-Semana, com uma pequena homenagem ao Pintor Malangatana.
Poema da Semana
POEMA DO FUTURO CIDADÃO

Vim de qualquer parte
de uma Nação que ainda não existe.
Vim e estou aqui!

Não nasci apenas eu
nem tu nem nenhum outro...
mas irmão.

Mas
tenho amor para dar às mãos-cheias.
Amor do que sou
e nada mais.

E
tenho no coração
gritos que não são meus somente
porque venho de um País que ainda não existe.

Ah! Tenho meu Amor a todos para dar
do que sou.
Eu!
Homem qualquer
cidadão de uma Nação que ainda não existe.

José Craveirinha, in "Xigubo"

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Visita do Jardim de Infância
Hoje, a Biblioteca Municipal de Grândola recebeu com agrado as crianças do Jardim de Infância de Água Derramada.

A história "O pote pinote" de Patacrúa, contada pela Sara Basílio, foi a eleita para iniciar o segundo trimestre do ano lectivo 2010/2011.








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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Concurso Literário "um mar de contos"

Para mais informações consultar o site http://www.eman.com.pt/

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Visitas de Escolas Básicas
As Escola Básica das Ameiras e do Carvalhal visitaram-nos ontem, apesar do mau tempo.
Para iniciar a Sessão da Animação à Leitura, a Cátia e o Carlos cantaram em Hip Hop "Cantiga grave", de José Fanha e prosseguiram com as histórias "Um olho roxo e outro cor de laranja", do mesmo escritor e "Blimundo" de Celina Pereira.









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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Apresentação do Livro "Versejando pelos caminhos da Alma"

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Livro da Semana


Um Pai de Filme
de
Antonio Skármeta



Numa aldeia decadente e remota do Chile, onde uma simples ida ao cinema ou ao bordel implica uma viagem num velho comboio, também ele em vias de extinção, vive, com a sua mãe, um jovem professor primário cheio de sonhos literários e o natural desejo de encontrar o amor e descobrir o sexo.

Nesse microcosmos, personagens magistralmente retratadas pelo autor vivem as suas vidas modestas, mas nem por isso desprovidas de sentimentos e ambições - a sua mãe, Cristián, o padeiro e grande amigo do seu pai, um francês que se foi embora da terra no próprio dia em que o mestre-escola, concluído o seu curso, regressava, as atraentes e casadoiras irmãs Gutiérrez, irmãs do seu aluno Augusto, um jovem de 15 anos, obcecado pelo desejo de perder a virgindade e ir pela primeira vez para a cama com uma mulher, outros alunos e uma prostituta que gosta de Geografia. Sem nada que o fizesse prever, aparece também Emílio, comme Zola, um bebé, filho ilegítimo do seu pai.
A acção é breve, mas intensa, e no final, Jacques, o professor, mais maduro, resolve os problemas sentimentais próprios e os daqueles que lhe são próximos.

No ano em que cumpre setenta anos, Antonio Skármeta, o autor do imortal O Carteiro de Pablo Neruda, brinda os seus milhões de leitores em todo o mundo com mais uma jóia literária.

Numa narrativa breve, mas repleta de emoção, ternura e sentimentos, Skármeta constrói um personagem tão humano e sonhador, como Mário, o carteiro - Jacques, o mestre-escola de uma pequena aldeia perdida do Chile.

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terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Visita do Jardim de Infância de Grândola
Felizes, as crianças do Jardim de Infância de Grândola da Sala Azul, regressaram à Biblioteca Municipal de Grândola para mais uma visita quinzenal.
A Sara contou-lhes uma história tradicional dinamarquêsa com muito sentido de humor "O pote pinote", de Patacrúa.







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