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Antero de Quental - 170º Aniversário de Nascimento

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Antero de Quental (18 de Abril de 1842 - 11 de Setembro de 1891) Amaritudo Só por ti, astro ainda e sempre oculto, Sombra do Amor e sonho da Verdade, Divago eu pelo mundo e em ansiedade Meu próprio coração em mim sepulto. De templo em templo, em vão, levo o meu culto, Levo as flores d'uma íntima piedade. Vejo os votos da minha mocidade Receberem somente escárnio e insulto. À beira do caminho me assentei... Escutarei passar o agreste vento, Exclamando: assim passe quando amei! — Oh minh'alma, que creste na virtude! O que será velhice e desalento, Se isto se chama aurora e juventude? Antero de Quental , in "Sonetos"

Encontro de Diários Gráficos em Grândola

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Comemorações do 25 de Abril 2012 - Destaques

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Histórias da Ajudaris´11

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O Livro faz o Amigo A escola era nova e a biblioteca tinha livros também novos e interessantes, por isso, a turma A do 5.º ano, sempre que tinha tempo livre, corria para lá, para entrar em novas aventuras. Aquela biblioteca estava aberta a toda a comunidade, por isso já todos se tinham habituado a ver, sempre no mesmo canto, um senhor idoso, com um ar distraído. Tinham-se acostumado à sua presença, embora se admirassem, porque ele frequentava aquele espaço e nunca o tinham visto ler. Um dia, perguntaram-lhe porque não lia. O senhor sorriu para as crianças e contou a sua história. A sua grande paixão tinha sido a leitura. Viveu grandes aventuras e amores nos livros. Há uns anos, tinha perdido a visão e agora sentia algum conforto ouvindo as histórias que as crianças liam umas às outras. Os alunos ficaram comovidos e resolveram falar com a directora de turma e com a bibliotecária, para, diariamente, irem ler ao senhor novas histórias e todos juntos viverem novas aventuras. O 5.º...

Histórias da AJUDARIS - Actividades para Pais e Filhos

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Incluido no Programa da Exposição "Histórias da AJUDARIS'11" realizou-se a iniciativa Actividades para Pais e Filhos - "Guarda-Histórias" - Sessão de Contação de Histórias, por Teresa Alexandrino (Colégio Internacional de Vila Moura).

Bom Fim-de-Semana

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A liberdade guiando o povo (1830), pintura de Delacroix Bom fim-de-semana para todos

Poema da Semana

Retrato do Herói Herói é quem num muro branco inscreve O fogo da palavra que o liberta: Sangue do homem novo que diz povo e morre devagar de morte certa. Homem é quem anónimo por leve lhe ser o nome próprio traz aberta a alma à fome fechado o corpo ao breve instante em que a denúncia fica alerta. Herói é quem morrendo perfilado Não é santo nem mártir nem soldado Mas apenas por último indefeso. Homem é quem tombando apavorado dá o sangue ao futuro e fica ileso pois lutando apagado morre aceso. José Carlos Ary dos Santos